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Bagé

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Roteiros do Brasil

Região Pampa Gaúcho

Microrregião Campanha

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

Bagé, a Rainha da Fronteira, está localizada na fronteira do Rio Grande do Sul, a 60 km do Uruguai, e constitui-se no caminho mais curto entre Porto Alegre e Montevideo. Por sua posição geográfica, desempenhou importante papel na história do Estado, desde o tempo do Império. Seus campos foram alvo de disputas entre índios, portugueses e espanhóis. Aqui também aconteceram fatos importantes da Guerra Cisplatina e das Revoluções Farroupilha e Federalista.
O primeiro contato do município com o homem europeu aconteceu na segunda metade do século XVII, quando os padres jesuítas, após fundarem São Miguel, desceram da região dos Setes Povos das Missões e instalaram-se aqui, fundando a Redução de Santo André dos Guenoas, em 1683. Porém, os índios daqui (que os padres pretendiam catequizar) eram rebeldes em relação aos índios missionários e aos homens brancos e destruíram a redução.

Mais tarde, em 1750, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madri, pelo qual os portugueses renunciavam à Colônia de Sacramento em troca de terras do atual Rio Grande do Sul e da expulsão dos Setes Povos para a outra margem do Rio Uruguai. Mas quando, em 1752, os dois exércitos – português e espanhol – chegaram nos campos de Santa Tecla para demarcar as fronteiras, foram rechaçados por 600 índios charruas (tribo predominante nesta área), comandados por Sepé Tiarajú, que teria dito que aquelas eram “terras que Deus e São Miguel lhes haviam dado”.

Alguns anos depois, em 1773, o Governador de Buenos Aires, D. Juan José Vertiz y Salcedo, com 5.000 homens, partiu do Prata para expulsar os portugueses do Rio Grande do Sul. Chegando aqui, fundou o Forte de Santa Tecla, do qual ainda existem demarcações. O forte era cercado por um fosso de 9 metros de largura e 2,5 de profundidade, tinha muralha de 3 metros de altura e baluartes que alcançavam 5,5 metros. O Forte foi arrasado duas vezes. A primeira, em 1776, Rafael Pinto Bandeira o invadiu e expulsou os espanhóis, destruindo parte de sua construção.

Depois de assinado o Tratado de Santo Idelfonso, em 1777, uma guarnição espanhola ocupou novamente o Forte, e os portugueses se estabeleceram numa Coxilha que recebeu o nome de São Sebastião – Guarda de São Sebastião.

Em 1801, os espanhóis abandonaram todos os seus postos avançados, inclusive o Forte de Santa Tecla, que foi, pela segunda vez, demolido e arrasado. O território passou definitivamente aos portugueses, e as terras bageenses foram ocupadas por sismeiros ou arrendadas a pessoas que se destacaram nos combates travados.

Em 1810, algumas das colônias espanholas conquistaram sua independência da metrópole, e em meados do ano seguinte, em 1811, o governador do Rio Grande do Sul, Dom Diogo de Souza, concentrou o exército português nas fronteiras, temendo alguma ação dos recém-separados espanhóis. Assim, montou seu acampamento próximo aos “Cerros de Bagé”, local onde hoje está situada nossa cidade. Segundo alguns historiadores, em 17 de julho de 1811, D. Diogo partiu com suas tropas para invadir o Estado Oriental del Uruguay, deixando aqui várias pessoas que não puderam acompanhá-lo e que originaram o município. A data de fundação de Bagé – 17 de julho de 1811 – bastante discutida até hoje, foi estipulada em 1963, por ocasião do Congresso do Segundo Centenário do nascimento de Dom Diogo de Souza.

Quanto à origem do nome Bagé, há várias hipóteses, todas elas ainda discutidas. Há quem diga que no local onde hoje está situada Bagé, viveu um cacique minuano chamado Ibajé. O índio Ibajé estaria enterrado no Cerro de Bagé, e do seu nome teria se originado o nome da nossa cidade. A existência desse índio nunca foi comprovada, sendo mais provável que seja uma lenda. A hipótese mais aceita é aquela que diz que a origem do nome Bagé vem da linguagem indígena, e está relacionada com a idéia de “cerros”. Os índios tapes chamavam os Cerros de “mbaiê”, porém a expressão mais aceita para a origem do nome da cidade é “bag”, outra expressão indígena que também significa “cerros”.

A povoação foi aumentando devagar, espalhando-se ao redor da Praça da Matriz (onde seria o centro do acampamento), e uma igreja, muito simples, foi construída (em 1820) para abrigar a imagem do padroeiro da cidade, São Sebastião, trasladada em 1813 da Guarda da Coxilha para Bagé.

Mesmo após a demarcação definitiva das fronteiras, as terras do município de Bagé continuaram a presenciar guerras e batalhas. Em 1825, D. Carlos de Alvear invadiu o território gaúcho, e no início de 1827, as forças do general Lavalleja entraram em Bagé, saqueando, queimando e destruindo o que encontravam pela frente. No ano seguinte, a assinatura do Tratado de Paz devolveu o sossego à fronteira.

Em 1835 foi a vez dos gaúchos batalharem entre si. A eclosão desta nova disputa deu-se não pelos antigos objetivos de conquista de terras. Agora, os motivos eram outros: estavam em jogo os ideais de republicanos e imperialistas. Bagé, mais uma vez, viu seus campos servirem de palco para diversas batalhas. Uma das mais importantes e lembradas, a “Batalha do Seival” foi travada em 10 de setembro de 1836 nos Campos do Seival. As tropas republicanas, comandadas por Antônio de Souza Netto, saíram vitoriosas e, no dia 11 de setembro, o mesmo General Netto, no atual Campo dos Menezes, margem esquerda do Rio Jaguarão, proclamou a República Rio – Grandense.

Finda a Revolução Farroupilha, Bagé foi elevada à categoria de freguesia, em 18 de maio de 1846, e de vila, em 5 de junho do mesmo ano. Foi reconhecida como cabeça de comarca em 22 de dezembro de 1858 e, quase um ano depois, em 15 de dezembro de 1859, foi elevada à categoria de cidade.

 

 

 

 

 

Aniversário da Cidade

17 de julho de 1811

hspace=0 CARACTERÍSTICAS

Município da região da Campanha, na fronteira com a República Oriental do Uruguai, Bagé destaca-se na agropecuária e na criação de cavalos puro-sangue-inglês, sendo resposnsável pela formação de grande parte dos cavalos de corrida do País. Conta ainda com costumes, malharias, artesanato, torrefação de café e  o beneficiamento de arroz. Seu Padroeiro é São Sebastião.

Clima

Temperado

Temperatura Média

17,6ºC

hspace=0 COMO CHEGAR

Partindo de Porto Alegre: BR- 290 com continuação pela BR-153 e avião.

Localização

Município da Região Sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul

Limites

Norte: Caçapava do Sul e Lavras do Sul; Sul: República Oriental do Uruguai; Leste: Pinheiro Machado e Herval;
Oeste Dom Pedrito

Acesso Rodoviário

Estação Rodoviária- Rua Dr. Freitas, 146- Tel: 242- 8122

Distâncias

383Km da Capital

hspace=0 TURISMO

Para melhor conhecer Bagé, obrigatória se torna a visita à Histórica Catedral de São Sebastião, aos Museus Dom Diogo de Souza e Patrício Correio da Câmara, no Forte de Santa Tecla, ao Ginásio Presidente Médici, ao Parque de Exposições da Associação Rural, ao Instituto Municipal de Belas Artes, às Secretarias de Cultura e de Turismo, à URCAMP, ao Centro de Pesquisas da EMBRAPA, ao Centro Administrativo Municipal e aos Centros de Tradições Gaúchas, bem como vislumbrar a linha arquitetônica dos casarios, entre outros.
Como recantos naturais, o Cerro de Bagé, as inúmeras propriedades rurais, os hotéis fazenda, os 17 haras existentes, verdadeiras indústrias de cavalos puro sangue inglês que abastecem as corridas em vários hipódromos nacionais e internacionais.

 

 

Principais Pontos Turísticos

 

Museu da Gravura Brasileira

Rua Coronel Azambuja, 18 (esquina Av. Tupy Silveira)
Fone: 242-8244 ramal 225
Funcionamento: segundas, das 13hs30min às 17hs30min - terças a sextas, das 13hs30min às 19hs30min.
Sem taxa para visitação.

O Museu foi idéia dos pintores Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti, Danúbio Gonçalves e Carlos Scliar, integrantes do Grupo de Bagé, já que no Museu Dom Diogo de Souza havia muitas doações de gravuras do Grupo e outros artistas. A idéia era coletar, conservar, pesquisar expor obras de arte, especialmente a gravura.
Foi fundado em 21 de junho de 1977, e foi dirigido pelo historiador Tarcísio Taborda por muitos anos.
Seu acervo possui mais de 870 obras. O Museu é constituído por duas salas negras para exposição, uma secretaria, uma cozinha e uma sala de recepções, onde atualmente também funciona uma loja de produtos confeccionados nas oficinas do próprio Museu, com reproduções de obras do acervo do Grupo de Bagé.
Grupo de Bagé – O Grupo da Gravura Brasileira foi fundado em 5 de abril de 1951, por artistas plásticos bageenses que já trabalhavam e expunham desde 1946. Eram eles: Edmundo Rodrigues, Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti, Danúbio Gonçalves e Carlos Scliar (natural de Santa Maria, mas cidadão bageense). O Grupo de Bagé, além destes, era formado pelos escritores Pedro e Ernesto Wayne, Clóvis Assumpção, Ernesto Costa, Edi Costa Lima e Cavalheiro Lima.

Rincão do Inferno

Sentido Bagé-Lavras, à direita.
Propriedade particular que aceita visitas, desde que marcadas antecipadamente. Não é permitido acampar no local. Os visitantes podem passar o dia, fazer caminhadas, entre outros, mas não podem agredir o ambiente natural (arrancar flores e plantas, caçar, pescar, etc.) nem deixar lixo.

Agendar com Telmo (filho) – (55) 282 1035 ou (55) 9977 4193
Antônio Augusto Brum Ferreira (proprietário) – (55) 221 1928 (Santa Maria)
Mauro (filho) – (55) 282 1373
No trevo para Lavras, onde tem um início de asfalto, dobrar à direita, andar 6 km e dobrar à esquerda. Andar 9 km, dobrar à esquerda de novo. Ir sempre reto, desprezando outra entrada à esquerda. Qualquer coisa perguntar pelo Rincão do Inferno, de propriedade de Antônio Augusto Ferreira.

IMBA – Instituto Muscial de Belas Artes

Av. Sete de Setembro, 1087.
Fone: 247-1643
Funcionamento: das 8hs e 30 min às 11hs e 30 min, e das 13hs e 30 min às 21hs (segundas e quartas), ou às 20hs e 30 min (terças, quintas e sextas).

O IMBA funciona no antigo Solar da Sociedade Espanhola. O prédio começou a ser construído em 1890 (a primeira etapa foi finalizada em 1905) e foi totalmente concluído em 26 de maio de 1929. Até 1934, a Sociedade Espanhola alugou o Solar ao Clube Comercial, para arrecadas recursos para a conclusão da obra.
O Instituto Musical de Belas Artes foi fundado em 10 de abril de 1921, pelos professores Guilherme Fontainha e Maestro José Corsi. O então denominado Conservatório de Música possuía os cursos de Teoria Musical, Solfejo e Piano.
Foi municipalizado em 05 de abril de 1927, durante o governo de Carlos Mangabeira. No mesmo ano foram incluídas as cadeiras de Canto e Violino. Em 1937 foi elevado a categoria de Instituto Musical de Belas Artes, pelo prefeito Dr. Luiz Mércio Teixeira.
O Instituto vem descobrindo talentos entre os bageenses e cumprindo um importante papel na vida cultural da cidade. Atualmente tem como Entidade Mantenedora a Prefeitura Municipal, e está ligado à Secretaria Municipal de Cultural. A diretora é a Sra. Oraides Lenir da Rosa Silva. Possui 28 professores e aulas de: ballet, piano, violão, acordeão, violino, musicalização, bateria, flauta, instrumentos de sopro, contrabaixo, teoria musical e canto. Como atividades complementares possui: danças moderna, ginástica, capoeira, coral, ioga, tai chi chuan e dança do ventre. Tem ainda: orquestra, banda marcial, conjunto de flautas e cordas e grupos de dança.

Casa de Cultura Pedro Wayne

Av. Sete de Setembro, esquina General Netto.
Fone: 242-8612
Funcionamento: Seg. a Sexta, das 13hs às 19hs
Sábado, das 9hs às 12hs e das 15hs às 18hs (quando há exposição)
Domingo, das 15hs às 18hs (quando há exposição)

Nesta esquina, antigamente, funcionava uma casa comercial muito conhecida na cidade, chamada Casa Vermelha. Fundada em 1902, a Casa Vermelha era considerada uma das casas comerciais de maior bom gosto e luxo da época, e possuía artigos para homens, mulheres e crianças, além de perfumes, calçados, miudezas, secos e molhados. Várias mercadorias vinham da Europa.
O antigo prédio foi vendido em 1919 para o Banco do Comércio, e demolido na década de 20 para ser construído em seu lugar a sede da agência do Banco Nacional do Comércio. O atual prédio, com tendência positivista, foi inaugurado em 15 de maio de 1929.
Na década de 70, a agência foi desativada.
A Prefeitura adquiriu o prédio na década de 90, durante o governo de Luis Alberto Vargas, e o transformou num centro cultural da cidade. Recebeu o nome de Casa de Cultura Pedro Wayne, em homenagem a este ilustre escritor, jornalista e animador cultural de Bagé, falecido em 1951.
Hoje a Casa de Cultura está continuamente sediando eventos de cultura popular e erudita, regional e universal. Além das manifestações de arte (como desenho, gravura, pintura, escultura, literatura, música, dança, folclore e artesanato), outros temas, como ecologia, fazem parte da vida da Casa de Cultura, que sempre conta com alguma exposição ou evento para presentear ao bageenses e visitantes.

Museu Dom Diogo de Souza

Rua Emílio Guilayn, 759.
Fone: 242-8244 ramal 250
Funcionamento: de terça a sábado, das 13:30 às 18:30.

O prédio pertence a Sociedade Portuguesa de Beneficência (fundada em 1º de junho de 1870). Uma das construções mais antigas e belas de Bagé, foi construído para ser um hospital destinado a atender portugueses da região, em terreno doado pela província. Foi inaugurado em 27 de novembro de 1878, mas não começou a funcionar com o propósito inicial; foi alugado para o Exército Nacional para abrigar a Enfermaria Militar (1893 a 1898).
Em 1894, um incêndio destruiu vários documentos, como estatutos e plantas do prédio.
O edifício é semelhante ao Palácio de Queluz, em Portugal, onde nasceu e morreu Dom Pedro I. Devido às dificuldades financeiras, os prédios das instituições assistenciais muitas vezes começavam a ser construídos em um estilo e eram concluídos em outro. Este prédio possui arquitetura colonial (janelas), clássica (fachada) e barroca (portão de entrada). Existe no prédio, no final da escadaria, um busto de Luis Vaz de Camões.
Teve vários usos durante o século passado. Após 1914, passou a funcionar como instituição assistencial hospitalar aos portugueses (propósito inicial). Funcionou também como Casa de Saúde, a partir de 1921. Em 1940, voltou aos militares, servindo de quartel e depois hospital, por mais 10 anos. Em 1952 foi inaugurado o Hospital Dr. Cândido Gaffré, funcionando até 1968.
Em 22 de março de 1975 foi transferido para o prédio (após este ter sido restaurado pelo município) o Museu Dom Diogo de Souza. Pertencente à Urcamp, o Museu tem um acervo com mais de 2.000 obras que retratam a história de Bagé e da região, como vestuário, objetos pessoais, artigos de casa (como luminárias e louças) e móveis. Conta ainda com duas hemerotecas (coleções de jornais) e duas fototecas (contendo 15.000 fotos históricas). Atualmente, o prédio passa por reformas e a maior parte do acervo está guardada.
Dom Diogo de Souza – Fundador de Bagé e de Torres. Amigo do Rei Dom João VI, Vice-Rei da Índia, Ministro da Guerra do Rei de Portugal D. Miguel, Primeiro Governador Geral do Rio Grande do Sul e Governador do Norte do Brasil.

Igreja Matriz de São Sebastião

São Sebastião, o padroeiro de Bagé, é também padroeiro dos militares.
Em 20 de janeiro de 1813, uma procissão transladou a imagem de São Sebastião da Guarda da Coxilha para o acampamento militar deixado por Dom Digo de Souza. Assim começou a história da Catedral. Inicialmente, a imagem ficou em um rancho e em 1815 iniciou-se a construção de uma igreja em louvor do santo. Concluída em 1820, a antiga igreja era muito simples, resumindo-se a uma capela-mor e tendo como corpo um galpão coberto de palha. A imagem de S. Sebastião continua em poder da Igreja.
Dois casamentos ilustres realizaram-se na antiga Igreja: e o Emílio Mallet (Marechal do Exército, barão do Itapevy e Patrono de Arma do Exército) com Joaquina Castorina de Medeiros (filha do fazendeiro coronel Antônio de Medeiros Costa), em 1828; e o do Tenente Manuel Luis Osório (Marechal do Exército e Marquês do Herval) com Francisca (filha de Zeferino Fagundes de Oliveira), em 1835.
A Igreja sofreu vários danos durante as Guerras Cisplantina e dos Farrapos, prejudicando suas estruturas.
Em 15 de novembro de 1844, Duque de Caxias (então Marquês de Caxias), esteve em Bagé. Foi recebido pelo padre Lourenço Cazas Novas, que convidou Caxias para um Te-Deum para homenagear a vitória das forças imperiais sobre os farroupilhas no combate dos Porongos. Mas Caxias, já pensando na construção da paz, respondeu que se fizesse uma Missa de Defuntos, pela alma dos que morreram no combate. Esta resposta está perpetuada numa placa de bronze.
A antiga Igreja passou vários anos em estado precário, até que foi demolida para se iniciar a construção de uma nova. A atual Matriz começou a ser construída em 1862 e foi concluída em 1878. Porém, em 1865, quando já estavam prontos a capela e o altar-mor e a Igreja já estava coberta, começaram os cultos ao divino.
O projeto foi do arquiteto José Obino. A verba para a obra veio do Governo da Província, espetáculos feitos para arrecadar recursos e donativos da população. Uma grande doação (de 12 contos de réis) foi feita pelo Sr. Carlos Silveira Martins (pai de Gaspar Silveira Martins), com a condição de que uma das torres abrigasse o túmulo de sua família. O comerciante espanhol Ramon Galibern trouxe, da Espanha, um relógio de presente para a Matriz, que ficou preso na alfândega de Rio Grande por aproximadamente um ano, e só foi colocado na torre, à esquerda da entrada, em 1873.
Em 16 de outubro de 1865, Bagé recebeu a visita de D. Pedro II, e houve Te-Deum na Matriz, que ainda estava em obras. Em 20 de fevereiro de 1885 foi a vez da Princesa Isabel vir à cidade, para encontrar o seu esposo, o Conde D’Eu. Ambos foram recebidos na Igreja (já pronta), e também houve Te-Deum, em ação de graças. Um ano antes – 1884 – na Igreja já havia sido comemorada a abolição da escravidão em Bagé (28 de setembro de 1884).
Em 1893, durante a Revolução Federalista, a Catedral e a Praça foram palco de grandes acontecimentos, no episódio que ficou conhecido como Sítio de Bagé, quando forças revolucionárias, pretendendo tomar a cidade, obrigaram os legalistas-republicanos, comandados pelo Coronel Carlos Maria da Silva Telles, a armar a defesa da Praça. O templo se transformou em hospital de sangue, enquanto junto às paredes laterais se sepultavam os mortos. A Igreja ficou com suas paredes cravejadas de balas. Só a imagem simbolizadora da Esperança, na fachada, não recebeu nenhum projétil. Celebrada a pacificação, voltou a cidade à normalidade. Com doações de fiéis, comandados pelo cônego Bittencourt, a Igreja foi sofrendo reformas e reparos (chão, altar, etc.), sendo executado o que era possível.
A Catedral recebeu nova pintura em 2003, graças ao apoio da comunidade.

Praça da Redenção - Praça Carlos Telles

Segundo alguns historiadores, aqui seria o centro do acampamento militar deixado por Dom Diogo de Souza em 17 de julho de 1811 que teria dado início à cidade de Bagé.
A Praça da Matriz, anteriormente chamada Praça da Redenção, recebeu a denominação de Praça Carlos Telles em homenagem ao Coronel Carlos Telles, herói da defesa de Bagé durante o cerco de 1893 (Rev. Federalista).
Na área próxima à Praça e à Catedral, onde a cidade começou a se desenvolver, as ruas estreitas mostram a influência portuguesa, um dos povos que ajudaram a colonizar o nosso município.

Monumentos

BUSTO DE CARLOS TELLES – inaugurado em 31 de outubro de 1950, por iniciativa de Eurico Salis.
BAGÉ AO DR. PENNA – inaugurado em 12 de maio de 1913. Neste monumento-túmulo estão os restos mortais do primeiro médico a fixar residência aqui. Fica em frente ao local onde morava o Dr. Penna. A estátua foi fundida em Paris.

ESTÁTUA DE GASPAR SILVEIRA MARTINS – inaugurada em 3 de março de 1970. Autor: Antônio Caringi. Gaspar Silveira Martins nasceu em Aceguá, em 5 de agosto de 1835, e faleceu em Montevidéu, em 23 de julho de 1901. Advogado, foi também deputado, Ministro da Fazenda, senador e um dos fundadores do Partido Federalista. Foi também Presidente da Província do Rio Grande do Sul em 1889.
OBELISCO COMEMORATIVO AO CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA – 7 de setembro de 1922. Autor: Henrique Tobal.
HERMA A GETÚLIO VARGAS – 19 de abril de 1957. Autor: Antônio Caringi. Em 1962 foi colocada no local a carta testamento, em bronze.
HERMA DE JOÃO BATISTA FICO – 29 de setembro de 1962. Autor: Antônio Caringi. João B. Fico foi um médico bageense, vereador, deputado, prefeito de Bagé e um dos fundadores do Partido Trabalhista Brasileiro.
MARCO COMEMORATIVO DOS 50 ANOS DE ATIVIDADE DO ROTARY CLUB – inaugurado em 1984.

Praça Silveira Martins

Já teve vários nomes: Largo do Conde, Praça do Portão (próximo à praça haveria um portão, que seria o portão de entrada da cidade), Praça do Mercado (segundo alguns), e Praça Voluntários da Pátria (em 1881), pois era nela que os soldados daqui que foram para a Guerra do Paraguai se reuniam. A atual denominação de Praça Silveira Martins, em homenagem a Gaspar Silveira Martins, vigora desde o final da década de 30.
Situada bem no centro da cidade, é local de passagem de várias pessoas todos os dias. Sofreu reformas e melhoramentos ao longo dos anos. Em 1908 forma construídos os chafarizes e vieram do Rio de Janeiro os dois “anjinhos da praça”. Hoje não há mais as fontes, apenas permanecem os anjinhos.

Coreto Municipal - Centro de Informações Turísticas

Inaugurado em 15 de novembro de 1927 (data comemorativa à Proclamação da República). Sua construção foi obra do eng. Civil Lincoln Proença Borralho, Sec. de Obras Públicas da administração de Carlos Mangabeira.
Serviu de palco para bandas municipais e comícios de importantes políticos, entre eles os ex-presidentes Jânio Quadros e Juscelino Kubistchek. Na sua parte inferior funcionou, durante muitos anos, o Bar & Café, local de encontro de amigos que discutiam política, faziam poesia, etc. Funcionou também como mercearia, abrigo de motoristas de “carros da praça”, sanitários e Sede da Unidade de Artesanato (desde 4 de abril de 1982). Desde o dia 23 de julho de 2002 está funcionando como Centro de Informações Turísticas de Bagé.
Antes da sua construção, havia no local um “chalet” de madeira, inaugurado em 1899. O Chalet esteve em funcionamento por 28 anos.

Igreja Nossa Senhora da Conceição

As obras da antiga capela foram iniciadas em 1869 e concluídas em 1871. A pintura, incluindo os quadros da paixão e a abóbada, ficou pronta em 1888.
Em 1893 (Revolução Federalista) a capela foi invadida pelos revolucionários. Em 1930 foi reformada e construída uma torre. Foi demolida em 1963 pelos padres capuchinhos e um novo templo foi construído, sendo a primeira missa celebrada em 08/12/1966.

A imagem de Nossa Senhora da Conceição veio de Concepción, em 1870, e era uma presa da Guerra do Paraguai.

Prefeitura Municipal

Inaugurada em 24 de fevereiro de 1900. O Governo Municipal ocupava, até então, um prédio situado à rua Conde de Porto Alegre, esquina Barão do Amazonas. Foi construída na administração de José Octávio Gonçalves. A planta da construção constituía-se de: um salão para o Conselho Municipal, uma sala para o Júri, duas salas para cada Secretaria (Tesouro, Município e Obras Públicas), ante sala e Gabinete do Intendente, biblioteca, Secretaria do Sub Intendente, alojamento para a Guarda Municipal, duas prisões e outra peças pequenas indispensáveis para o funcionamento da Intendência.
A parte térrea, lado sul, funcionou como cadeia por muitos anos, e na parte superior, no Salão Nobre, funcionou a Câmara dos Vereadores. A porta principal original foi readaptada no interior do prédio, e a que hoje está no local foi doada pelo uruguaio Dr. Roberto Magalhães Suñe.
Hoje funcionam no prédio a SMED e o Gabinete do Prefeito.

Ginásio Presidente Médici

Popularmente chamado de Militão, tem o nome de Ginásio Presidente Médici em homenagem ao ex-presidente da República, nascido em Bagé.
Inaugurado no governo Médici, pertence à Prefeitura. É palco de competições esportivas e eventos artísticos e culturais. É também sede da Secretaria de Esportes e Turismo de Bagé (SETUR).
O Complexo possui ginásio poliesportivo (onde são disputados jogos de futsal, vôlei, basquete e handebol), 7 campos de futebol (o oitavo está em fase de construção), campo de futebol sete, quadras de vôlei de areia (uma com medidas oficiais, construída em 2003), palco para atividades artísticas e shows, pista de jeep cross, lugar para camping e área de lazer arborizada com churrasqueiras. Dentro do ginásio há ainda sala para reuniões, sala de artes marciais, sala de ginástica olímpica e rítmica, sala do Corba (Corredores de Rua de Bagé) e sala de fisioterapia, com um profissional da Secretaria de Esportes e Turismo do município para atender gratuitamente os atletas amadores que participam das atividades no Complexo.

Casa do Artesanato

Rua General Netto, 26.
Fone: 241-9828
Funcionamento: Seg. a Sábado, das 8hs 30min às 18hs 30min.

Está ligada à Secretaria de Turismo. Funciona neste prédio desde 23 de julho de 2001. Antes, possuía uma unidade no Coreto. A Casa do Artesanato é um local mantido pela Prefeitura Municipal, onde os artesãos podem expor seus trabalhos e coloca-los à venda, sem nenhum ônus. Possui trabalhos de diversos artesãos da cidade, feitos nos mais diversos materiais, como madeira e lã, produtos típicos da nossa região. Também possui trabalhos manuais em croché, papel, jornal, etc. Possui tábuas, bonecas, panos de prato, lembranças, miniaturas, imãs para geladeira, caixinhas, artigos para casa, entre outros. Aqui também estão os trabalhos em lã dos artesãos da Cobart (roupas, palas, xales, etc). É o local ideal para o turista comprar uma recordação da cidade.

Biblioteca e Arquivo Público Municipal

Rua Carlos Mangabeira, esquina Av. Sete de Setembro.
Fone: 242-1795
Fone Arquivo: 242-6574
Funcionamento: Seg. a Sexta, das 8hs às 20hs - Sábado, das 9hs às 12hs

Pertence à Prefeitura Municipal. Foi inaugurada em 26 de novembro de 1933. Funciona neste prédio desde dezembro de 2000. Até o final da década de 80, funcionou no local o Foro da cidade. Depois, o prédio passou por uma reforma para abrigar a Biblioteca.
Acervo com aproximadamente 30.000 obras, revistas, periódicos da cidade, salão de eventos e acesso à internet. É necessário se associar para poder utilizar os recursos da Biblioteca. Para se associar é preciso levar duas fotos 3X4, carteira de identidade, comprovante de residência e pagar a taxa de R$ 5,00 por ano.

Clube Caixeral

É o clube mais antigo da cidade. Foi inaugurado em 20 de maio de 1884, com o nome de Clube Progresso Caixeral, mais tarde substituído pela Sociedade Literária Caixeral, que possuía uma excelente biblioteca.
Hoje é um dos clubes mais conhecidos de Bagé.

Clube Comercial

O prédio inicialmente foi residência do Sr. Antônio Barbosa Netto. Mais tarde foi sede do Hotel Paris, até 1925, quando foi adquirido para ser construída a sede do Clube Comercial.
O Clube Comercial foi inaugurado em 3 de junho de 1886. Teve quatro sedes: na Av. General Osório (atual Oba Oba), no “Solar da Sociedade Espanhola”, ao lado da Rádio Difusora (1934-1937) e na sede atual, cuja construção foi concluída em 1937.

Praça de Esportes - Praça Rio Branco

Antigamente chamada de Praça da Constituição, em 1910 já era chamada de Praça Rio Branco.

No governo de Carlos Mangabeira, em 1925 (segundo os jornais), a praça teria sido escolhida “para o desenvolvimento físico das crianças”. A planta estaria sendo elaborada pelo Centro de Cultura Física de Montevidéu.
Em 1926-1927 foram colocados os aparelhos de ginástica, a tela ao redor da praça e da pista de patinação, e construída a quadra de tênis. Considerada a primeira do gênero no país, a praça foi inaugurada em 7 de setembro de 1927.

Palacete Pedrinho Osório

O prédio foi construído no início do século XX, pelo médico Dr. Pedro Osório. Possui estilo neoclássico, com mármore, vitrais e ferro. Há quem diga que é uma réplica de uma casa existente em Bologna (Itália), outros dizem que é réplica de uma casa em Paris, que teria inclusive os dois cachorros. As duas estátuas dos cachorros, em ferro fundido, foram colocadas alguns anos depois da sua conclusão. Existe, junto ao prédio, um bosque plantado por Pedro Osório, que era apaixonado por plantas e árvores. Até hoje o bosque é orgulho para os bageenses.
A partir de 1955 foi sede do Colégio Estadual Carlos Kluwe, e hoje abriga a Secretaria de Cultura do município.

Igreja Nossa Senhora Auxiliadora

Foi inaugurada em 24 de maio de 1929, mas só foi completamente finalizada na década de 40. O plano inicial era utilizar o colégio já edificado ao centro. À direita de quem olha ficaria a Igreja, onde já funcionava a antiga capela, e à esquerda ficaria o teatro. Mas o projeto foi modificado e a Igreja passou para o lado esquerdo. Como a área era menor, foi aumentada a sua altura. O irmão salesiano Heitor Scnheider foi quem redefiniu e comandou o projeto, que teve apoio de várias pessoas da comunidade para concluir a obra. Foi ele também quem desenhou e colocou o altar-mor.
Os cinco sinos vieram da Itália e cada um representa o som de uma nota musical: dó, ré, mi, fá, sol. A comunidade atualmente pede a restauração da Igreja e dos sinos, para que eles voltem a tocar.

Centro Administrativo

O prédio da antiga Estação Ferroviária de Bagé foi inaugurado em 2 de dezembro de 1884, quando também foi inaugurada a linha Bagé – Rio Grande. A Estação Telegráfica da Estrada de Ferro, inaugurada um pouco antes, funcionava no mesmo prédio.
Em 1874 foi assinado um contrato para a construção da Estrada de Ferro Rio Grande – Alegrete, passando por Bagé. Em 2 de dezembro de 1884 foi inaugurada a linha Rio Grande – Bagé; em 1897 foi a vez do trecho Bagé – São Sebastião; e em 1900 completou-se a estrada Bagé – Cacequi.
Em 1924 o prédio foi destruído por um incêndio. No mesmo ano o novo prédio começou a ser construído, funcionando como Estação Ferroviária até mais da metade do século XX. Na década de 70, os trilhos saíram do centro da cidade e a estação foi para Santa Thereza. Foi feita uma permuta com a Viação Férrea e começou a funcionar no prédio o Centro Administrativo de Bagé (1980).

Cerro de Bagé

Aqui, no morro da TV, tem-se uma vista panorâmica de toda a cidade de Bagé. Diz a lenda que por aqui estaria enterrado o índio Ibaje, que segundo alguns historiadores seria a razão do nome da nossa cidade ser Bagé.
 
Cemitério da Santa Casa de Bagé

Av. General Mallet, 98
Fone: 242-3570
Funcionamento: das 8h às 18h30min.
Instalado em 1858, o atual cemitério de Bagé foi o 4º cemitério construído na cidade. Os três primeiros (onde hoje está o Banrisul, a Praça Esporte e a Santa Casa de Caridade) eram a campo aberto, se proteção contra os animais que ali iam pastar. Foi construído então, um cemitério devidamente protegido, feito para funcionar por muitos anos. O primeiro a ser sepultado no novo cemitério foi o Sr. Libindo Antônio Martins.
Encontram-se sepultados no Cemitério de Bagé personagens importantes da história da cidade, do Rio Grande do Sul e do Brasil. Vários veteranos da Guerra do Paraguai estão enterrados aqui, entre eles dois ex-inimigos da Revolução Farroupilha: o líder farrapo General Antônio de Souza Netto e o imperial Coronel João Nunes da Silva Tavares.
Em 10 de setembro de 1836, os dois travaram uma das mais importantes e conhecidas batalhas da Revolução. Às margens do Arroio Seival, as tropas do General Netto derrotaram os imperiais, comandados por Silva Tavares, naquela que ficou conhecida como Batalha do Seival. No dia seguinte à vitória, o General Netto proclamou a República Rio-Grandense. Os antigos inimigos hoje descansam bem perto um do outro, estando um túmulo ao lado do outro.
Alguns personagens sepultados no cemitério de Bagé:
· Brigadeiro Antônio de Souza Netto
Faleceu em 1º de julho de 1866.
· Coronel João Nunes da Silva Tavares
Nascido em 24 de maio de 1819 e falecido em 09 de janeiro de 1906.
· Preto Caxias
Maximiano Domingo do Espírito Santo era natural do Rio de Janeiro, filho de escravos, oriundo de Angola. Chegou em Bagé aos 36 anos de idade, como parte do 8º Batalhão de Fuzileiros. Depois de sair do exército, passou a trabalhar na Santa Casa de Caridade, onde foi zelador, enfermeiro e transportador de doentes, praticando inúmeras ações de beneficência. Suas boas atitudes para com os outros lhe valeram muito respeito e consideração do povo bageense, que até hoje continua a prestar homenagens a este grande homem. Faleceu em 1º de julho de 1888.

Associação Rural de Bagé - Parque Visconde de Ribeiro Magalhães

Av. Portugal, 495.
Fone: 242-5262

A Associação Rural de Bagé foi fundada no dia 20 de setembro de 1904, por um grupo numeroso de associados, 95 ruralistas, cujos nomes estão eternamente inscritos na placa de bronze que foi fixada no Salão Nobre, liberados pelo Visconde de Ribeiro Magalhães. É a mais antiga a realizar Exposições Feiras. Durante este período apenas nas da 1ª e 2ª Guerras Mundiais, não foram realizadas as mostras em Bagé. Os primeiros estatutos da entidade foram redigidos pelo político e diplomata Joaquim Francisco de Assis Brasil.
O Parque de Exposições recebeu o nome de Visconde Antônio de Ribeiro Magalhães em 1940, na gestão de José Carrion Moglia. Localizado no antigo Hipódromo 20 de Setembro, o Parque hoje conta com uma área de 32 hectares.
Conservação e melhoramentos vêm sendo as palavras de ordem no Parque Rural. E com a participação da Prefeitura de Bagé. Ao longo dos anos, galpões, mangueiras, asfaltamentos, plantio de árvores, pavilhões, locais para remates e outras construções foram feitas no Parque.
Governadores do Estado já estiveram inaugurando as Exposições da Rural: Sinval Guazzeli (1975-1976-1977-1978); Amaral de Souza (1979). Presidentes da República ali estiveram: Getúlio Vargas, por duas vezes; Castelo Branco, Emílio Medici, Ernesto Geisel. Destacamos homens públicos; Alysson Paulinelli, Ministro da Agricultura; Nestor Jost, do Banco do Brasil; Cirne Lima, Ministro da Agricultura; Amaury Stabile e outros.
A Associação Rural de Bagé tem sido ao longo dos anos prestigiada por todas as entidades de criadores, clubes de serviços, escolas, representações de classe, do povo, do comércio e indústria constituindo-se verdadeiro patrimônio da Comunidade. E nos últimos 20 anos tem se caracterizado como a maior e mais importante Exposição de Reprodutores e Matrizes Rústicas do Estado do Rio Grande do Sul.
 

hspace=0 EVENTOS

Festa de São Sebastião

Padroeiro da Cidade
Data: 20 de Janeiro

Semana Crioula Internacional

Data: 1º a 15 de Março

Festival de Pandorgas

Localização: Cerro de Bagé
Data: 10 de Abril

Mostra Cultural Religiosa Mariana

Exposição itinerante de imagens e estampas de Nossa Senhora
Data: Maio

Janela de Maio

Tradição na Cidade, São colocadas velas acesas nas janelas para homenagear à Nossa Senhora Auxiliadora.
Data: 24 de Maio

Noivas de Maio

Mostra de vestidos e fotos de noivas
Data: Maio

Multifeira da Mulher Empresária

Data: Junho

Festa de Santo Antônio

Data: 13 de Junho

Tapetes de Corpus Christi

Data: Junho

Semana de Bagé

Data: 12 a 19 de Julho

Encontro de Carros Antigos

Data: Julho

Semana Farroupilha

Data: 13 a 20 de Setembro

Salão de Arte Irmanando Pátrias

Categorias: Desenho, pintura e gravura, aberto aos Países do MERCOSUL
Data: Outubro

Exposição Feira de Bagé/ Expofeira

Exposição de produtos agrícolas e pecuária
Data: Outubro.

Lançamento do Calendário Poético

Participação de poetas e artistas
Data: Novembro

Aniversário da Sociedade Espanhola

Data: Novembro

Super Motos

Data: Dezembro

Arte na Praça

Exposição de artesanato, artes plásticas, etc.
Data: Todos os domingos

 

 

 

 

 

 

hspace=0 Informações Úteis

 

Prefeitura Municipal de Bagé

 

 

 

hspace=0 imprensa@bage.rs.gov.br

hspace=0  (53) 3240.5151

 

 

 

 

hspace=0 Santa Casa de Bage
Rua Gomes Carneiro, 1350
Centro
Bagé - RS
Cep: 96400130
Responsável:  Dr. Manif Curi Jorge
Telefone: (53) 247.4688   
Fax: (53) 242 7980

 

 

 

 

Créditos

Informações e fotos

Sites:  www.bage.rs.gov.br

          www.wcams.com.br 


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