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Informações de Taguatinga

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Roteiros do Brasil

Região Brasília - Patrimônio da Humanidade  

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

A cidade de Taguatinga foi a primeira oficialmente criada com o propósito de por fim aos aglomerados humanos denominados invasões que estavam sendo formados na área urbana de Brasília. Foi implantada em 05 de junho de 1958 em terras do município de Luziânia - Goiás, na Fazenda Taguatinga, a oeste de Brasília. Inicialmente foi chamada de Vila Sarah Kubitschek, logo depois Santa Cruz de Taguatinga e quase foi denominada Presidente Kennedy por ocasião da morte do chefe de estado norte americano sendo, então por último, escolhido Taguatinga.
A rigor, tudo começou quando a Cidade Livre (Núcleo Bandeirante) já estava superpovoada e as invasões proliferavam diariamente. Chegou-se ao extremo de se interceptar caminhões na estrada obrigando-os a retornarem às suas cidades de origem. Foi exatamente nas proximidades desse local, no ponto onde hoje existe a via de ligação entre Taguatinga e o Núcleo Bandeirante, que se formou um núcleo habitacional, com aproximadamente mil pessoas na maioria viajantes deixados à beira da estrada pelos motoristas que, impedidos de atingirem Brasília, abandonavam seus passageiros entregues à própria sorte.
O traçado da cidade tinha sido previsto por Lúcio Costa anteriormente como cidade-dormitório para 25 (vinte e cinco) mil habitantes e deveria nascer 10 anos depois da inauguração de Brasília, porém, um fato inesperado precipitou os acontecimentos. No Sábado, dia 31 de maio de 1958, o então presidente Juscelino Kubitschek iria jantar com amigos num dos restaurantes da cidade do Núcleo Bandeirante os migrantes sabendo disso, reuniram-se em grande massa popular empunhando faixas com os seguintes dizeres: Viva a Vila Sara Kubitschek. O Doutor Israel Pinheiro, na época presidente da NOVACAP, tomando conhecimento do fato, enviou ao local uma comissão que falou à multidão prometendo solucionar imediatamente o problema habitacional, instigando assim, Lúcio Costa a abreviar a conclusão dos projetos da primeira cidade do Distrito Federal cuja demarcação foi de responsabilidade dos topógrafos Maciel e Décio.
O médico Ernesto Silva, então executivo da NOVACAP, fez a primeira distribuição de lotes daquela que se denominava a partir de então, Vila Sarah Kubitschek, logo depois, Santa Cruz de Taguatinga e mais tarde Taguatinga.
Em dez dias foram alojados mais de 4.000 (quatro mil) pessoas e todos receberam seus lotes com direito a ocupação. Cerca de 1.000 (mil) fossas foram construídas, a rede provisória de água potável foi instalada, o transporte viário instituído e foi assegurado aos habitantes assistência médica. Aos seis meses já estavam em funcionamento escolas, hospitais e casas para professores.
Os primeiros loteamentos para moradias tiveram suas construções edificadas em madeira.
O planejamento de Taguatinga não obedeceu a um estudo antecipado, tanto da área como das condições de meio ambiente e outros fatores. Lúcio Pontual Machado e Milton Pernambucano, titulares da então Assessoria de Planejamento da NOVACAP para as cidades, adaptaram o que seria um planejamento com o que já existia ocupando as margens das matas ciliares existentes.

Gentílico

Taguatinguense

Significado do Nome

O topônimo Taguatinga era uma corruptela de Tauá + Tinga, originado do Tupi-Guarani, que significa barro branco, ocorrência geológica que se verifica na região. Algumas pessoas traduziram, equivocadamente, o termo Tauá + Tinga para Ave Branca, que em Tupi-Guarani seria Igra + Tinga e dessa tradução originou-se o símbolo adotado para a cidade de uma ave branca, justificando, assim, a existência de instituições e empresas denominadas Ave Branca.

Aniversário da Cidade

 

Populaçâo:

221.909 habitantes 

hspace=0 CARACTERÍSTICAS

Taguatinga é o lugar perfeito para se viver!

Clima 

Tropical semi-úmido 

Temperatura Média

21º C 

hspace=0 COMO CHEGAR

Localização

Planalto Central

Limites

Taguatinga faz divisa ao norte com as Regiões Administrativas de Brasília e Brazlândia, ao sul com a de Riacho Fundo, a leste com as do Guará e Núcleo Bandeirante e a oeste com as de Ceilândia e Samambaia. 

Acesso Rodoviário

Rodovia DF-001 (EPCT) 

Distâncias

20,9 km de Brasília

hspace=0 TURISMO

Principais Pontos Turísticos:

Resumo:

Centro Cultural do Sesi

Finalidade: Cumprir com a sua missão de colocar o acervo da criação cultural ao alcance dos trabalhadores da indústria, e de forma ampla da sociedade do Distrito Federal, integrando-os ao mundo da invenção estética e do fazer artístico por meio de espetáculos, eventos, cursos, workshops e oficinas nas áreas de teatro, cinema, música, dança, artes plásticas e literaturas.

Dispõe:

um Cine-Teatro com 478 lugares
camarins com 50 lugares (masculino/feminino)
sistema de som e luz de última geração
Foyer integrado à Sala de Exposições (150m²)
Café / Bomboniére
Duas salas de Multiuso (180m² total) para atividades diversas de cunho eventual ou permanente.
Endereço completo: QNF 24 Área Especial s/n – Taguatinga Norte (dentro do SESI de Taguatinga Norte).

MUSEU DE ARMAS

Começou no Rio Grande do Sul, na década de 10, precisamente em Porto Alegre, com o imigrante italiano GIACCOMO ZATTI, que na época tinha um pequeno comércio. Giaccomo trocava mercadoria por armas e as colecionava. Depois de um certo tempo foi passando a coleção para seu filho, ARLINDO PEDRO ZATTI. A primeira arma que este recebeu de presente foi um revólver marca SMITH WESSON, de calibre 32 e retrocarga, quando ele tinha apenas 13 (treze) anos de idade. Arlindo ficou entusiasmado com a coleção que lhe foi confiada e deu-lhe continuidade. Tornou-se também um grande caçador de animais ferozes, tais como onças, javalis, cobras e jacarés. No comércio herdado do pai, expunha suas armas. Depois montou o acervo em seu apartamento e o abriu à visitação pública, tendo recebido ilustres autoridades de nosso país, dentre os quais o ex-presidente CASTELO BRANCO. No final da década de 70, o Sr. Arlindo Pedro Zatti, não tendo mais como zelar pela coleção, vendeu-a ao Governo do Distrito Federal, durante a gestão do Governador Hélio Prates, estabelecendo como condição que o acervo deveria ficar exposto ao público da capital, pois seu grande objetivo era divulgar a história das peças que adquiriu com grande esforço durante 50 anos de sua vida.Somente no Governo José Ornelas, em 1983, a coleção foi denominada Museu.
O museu foi primeiramente montado no Palácio do Buriti, em seguida na Academia de Bombeiro Militar do DF e posteriormente no Instituto Histórico e Geográfico do DF, onde ficou fechado por algum tempo, à procura de quem pudesse assumir sua guarda.
A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio do Dr. Valdemar Gomes Ribeiro, mostrou interesse em adquirir o acervo, o que foi feito logo em seguida. Em junho de 1991, o museu foi transferido para a Academia de Polícia Civil, onde foi precariamente alojado.    Recursos levantados com o empenho de Policiais Civis, e o apoio das associações AGEPOL E ADEPOL, e da Empresa Taurus do Brasil, possibilitaram a adequação de uma ampla sala na APC, que foi inaugurada em 18 de dezembro de 1994, com o objetivo de manter permanentemente em exposição o acervo do Museu de Armas, que foi ampliado de 1.365 para quase 2.000 peças, com grande quantidade de tipos e fabricação de diversos países. Algumas delas possuem grande valor histórico e cultural, tendo pertencido a ilustres personagens, tais como Duque de Caxias, Ex-Presidente Getúlio Vargas, D. Pedro II, General José Antônio Flores da Cunha, Marechal Luiz Osório, etc.
O Museu de Armas faz parte do guia Turístico de Brasília e proporciona um verdadeiro passeio pelos séculos XV a XX.   Já foi visitado por 21.627 (vinte e um mil, seiscentos e vinte e sete) pessoas.

Teatro da Praça

O Teatro da Praça  foi inaugurado em 1996 e é fruto de um convênio feito entre a Administração Regional de Taguatinga e a Fundação Cultural do DF. Atualmente, com a extinção da  Fundação e absorção de sua estrutura pela Secretaria de Cultura pela 1ª vez o teatro passa a ser administrado pela Administração de Taguatinga, através de uma gerência do teatro, que permita que o teatro receba os devidos cuidados.
Foi feita atualmente, uma reforma na calçada da via pública em frente as entradas da biblioteca e do teatro e dentro das dependências da EIT, de forma à criar uma praça pública de uso de todos.
 
Teatro Yara Amaral

A História do Teatro Rola Pedra

Teatro Rola Pedra foi um desdobramento dos primeiros eventos culturais acontecidos na época e se chamava assim não devido ao grupo de rock The Rolling Stones, o que muitos pensavam, mas, principalmente, devido à dinâmica que se propunha. Como dizia o velho ditado: pedra que rola não cria limo. Seria um espaço sempre adaptado, como a pedra polida que sempre está em processo de modificação. Pela concepção original uma pessoa que adentrasse ao Teatro sairia diferente o que realmente acontecia. Elas não sairiam cruas mas dispostas a desenvolver-se e crescerem posteriormente.
A idéia de se fazer um local propício para as artes em geral surgiu através de um grupo de amigos que tinham a intenção de abrir um teatro. Os amigos Zé Maria (ex guitarrista da banda 5 Generais), Marco Antônio Ferreira (o Marcos AA, também ex baterista dos 5 Generais), Fernandez e demais amigos de algumas bandas viviam as mesmas preocupações e, após participarem das primeiras FACULTAS pensaram assim: vamos fazer um teatro.
Juntaram uma grana e alugaram um espaço (loja) ao lado do restaurante Fornassa, na C-1 onde construíram um meio anfiteatro, tipo teatro de bolso. Era 6 de abril de 1984 quando teve início um dos mais importantes espaços culturais de Brasília por onde passaram figuras famosas da música, artes plásticas e cênicas, entre outros. Os proprietários realizavam de tudo um pouco e o Fernandez, principalmente, tomava conta das produções artísticas.
No Teatro Rola Pedra havia um mural permanente para exposições onde fotografias, matérias jornalísticas diversas e sobre cultura eram colocadas. Também, haviam oficinas de teatro, shows de MPB a apresentações de punk rock de Brasília com grupos como a Plebe Rude, ainda no início de carreira.
O Teatro Rola Pedra teve expoentes importantes da música de Brasília na área do rock onde grupos como a Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude, Detrito Federal, 5 Generais, Sobrinhos de Capone, Banda Anima Verba, Elite Sofisticada, Escola de Escândalo, Finis Africae, Clones de Ludwig, entre vários outros se apresentaram em seu palco quase sempre para um público cativo e animado.
Em sua inauguração, durante uma semana de eventos, tiveram apresentações como das ainda desconhecidas Legião Urbana, Capital Inicial, Detrito Federal, grupos de teatro como o Veredas (de Góia), entre outras atrações.
A quantidade de bandas de rock e grupos musicais que se apresentaram no Teatro Rola Pedra podia ser medida em dezenas e dezenas onde, também, em outras áreas culturais como na mímica com Miquéias Paz, no teatro com o Grupo Retalhos de Zé Regino e o próprio Miquéias, no seguimento da Música Popular Brasileira (MPB) com nomes como Téo Gomes, Paulinho Pedra Azul, Cássia Eller, entre outros, com os trabalhos de Humberto Pedrancini, Plínio Marcos, a participação do grupo dos 8 artistas plásticos do eixo Taguatinga/Ceilândia (Omar Franco, Anselmo Rodrigues, Toninho de Souza, entre outros) todos esses artistas em começo de carreira trilharam seus caminhos tendo passado pelo palco e espaço do Rola Pedra.
O Teatro Rola Pedra foi um ensaio das iniciativas individuais e coletivas de um grupo heterogêneo de artistas que buscavam naquele momento garantir a sobrevivência de sua arte. Como marco histórico foi importante anfitrião e incentivador da carreira de vários deles que se comprovaram competentes. Foi um divisor e marco histórico na vida de muitas pessoas onde fomentou cabeças e direcionou profissões. A partir dessas iniciativas é que Zé Regino se profissionalizou virando diretor teatral, Miquéias Paz elevou sua arte como mímico e foi visto por todos na rampa do Congresso e até Plínio Marcos ali se apresentou.
O Teatro Rola Pedra durou até meados de 1986.

Caixa dágua

Foi construída em fins de 1959. A Caixa dágua de Taguatinga, a princípio foi planejada para o subsolo, chegando a ser feita a escavação correspondente, mas o projeto foi abandonado ao ser constatado que a altura não era suficiente em relação as áreas a serem abastecidas.
Nova projeção foi realizada às pressas, no sentido vertical, escorada por quatro colunas e redonda. Não demorou muito e um erro de cálculo (ou talvez uma infiltração na sua base) provocou uma ligeira inclinação, que se acentuava com o passar do tempo.
Assim, antes de servir a cidade, a Caixa dágua foi esvaziada, como medida preventiva ficando desativada.
Ficou famosa e tornou-se um símbolo de Taguatinga em função de sua privilegiada localização bem na entrada da cidade e continuando, assim, até ser demolida. 

Relógio da Praça Central

Foi tombado como patrimônio cultural e artístico do Distrito Federal, pelo Decreto nº 11.823, de 18/09/89.  O relógio foi uma doação do presidente da Citizen Watch Co., Dr. Eiichi Yamada, por ocasião de sua visita a nossa cidade em 22.08.70.
O autor do projeto foi o engenheiro Adail Dalla Bernardina e o construtor o engenheiro Roper de Souza Nogueira.
O relógio foi inaugurado no dia 22.12.70, possui aproximadamente 15m de altura de secção transversal hexagonal. Abaixo do topo sobressai o relógio com 4 faces apoiado em estrutura também de concreto em forma quadrada.
 

hspace=0 EVENTOS

Calendário de Janeiro a Dezembro:  

 

hspace=0 INFORMAÇÕES ÚTEIS:

REGIÃO ADMINISTRATIVA - DF - TAGUATINHA RA III

E-mail: admregional@taguatinga.df.gov.br

Telefones: (61) 3451-2500 

Sites: http://www.taguatinga.df.gov.br/

SUB-PREFEITURA:

E-mail:

Telefone:

INFORMAÇÕES AO TURISTA:

Terminal Rodoviário do Distrito Federal

Marco zero, s/nº

Telefone: (61) 3363-2281

EMPRESAS DE ÔNIBUS DA REGIÃO:

Terminal Rodoviário de Brasília

- Real Expresso

Telefone: (61) 2106-7100

- Expresso Guanabara S/A

Zona Industrial, Guará

Telefone: (61) 3234-5830

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