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Roteiros do Brasil

Região Baía de Todos os Santos

 

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

A Cidade do Salvador somente poderá ser entendida na sua real importância se, começando com a sua história, sentirmos as razões da sua implantação, em 1549 como episódio bem maior e bem mais abrangente do que uma simples solução para a má sorte do donatário da capitania da Bahia.
Somente vendo a escolha do sítio a meio caminho obrigatório das rotas entre a Europa consumidora e o Oriente produtor como solução óbvia; somente identificando a fortaleza e povoação grande e forte, implantada por Thomé de Souza, no seu papel de base para o apoio da navegação abaixo da linha do equador; somente encontrando as sobrevivências medievais e os afloramentos da idade moderna nos partidos de urbanismo e de arquitetura que formaram suas primeiras ruas e casas, poderemos senti-la no seu primeiro século de vida.
Todavia, ainda não se tinham passado cem anos da fundação da cidade e novos fatores vieram se agregar à sua importância original: nas margens da baía, que foi fator decisório para que aqui se fundasse a Capital do Atlântico-sul identificaram-se as melhores terras para o apoio da agroindústria do açúcar. E o núcleo de suprimentos, reparos e socorros das frotas da Índia e de Macau foi acrescido da condição de ser a grande doca do embarque da produção do Recôncavo, que não parava de crescer, ao tempo em que era, também, o grande portão de entrada no Brasil de todo o acervo incalculável e inapreçável dos valores transferidos da África para este outro lado do mar.
Lutas contra o invasor holandês; inícios de um nativismo consciente e militante; fixação e desenvolvimento de um modelo cultural, único e tudo começa ali. Éramos uma cidade do Brasil e no Brasil. Éramos um bairro europeu transplantado para o trópico e, também, ao mesmo tempo e no mesmo espaço, a maior concentração africana fora da África. Assim andamos, assim temos andado na história. No século XVIII a riqueza se fixou, a cidade se engrandeceu. Seus grandes monumentos, que são os testemunhos desta grandeza, foram construídos por uma gente que se auto-construíra, que se auto-afirmara.
Os grandes templos, os grandes solares, os edifícios públicos ( e entre estes, destaque para a Casa-de-Câmara-e-Cadeia) marcam o tempo e a sociedade que os construíram A base do século XVI era, agora, a grande metrópole do século XVIII. Nem o século XIX, com todas as dificuldades que teve o Brasil de acompanhar o passo das transformações tecnológicas e econômicas, diminuiu a importância da Cidade do Salvador. Perdemos, é verdade, desde 1763, a condição de capital da colônia portuguesa na América. Nem por isto deixamos vaga a condição de liderança no processo político e econômico. Haja vista a presença fundamental da Bahia no processo da Independência.
Agora, 456 anos depois daquele momento decisivo que foi o da fundação de uma cidade na costa americana do Atlântico Sul, os compromissos permanecem e continuam mais densos. A fortaleza e povoação grande forte que foi o compromisso cumprido por Thomé de Souza, e sua gente, esta muito próxima dos três milhões de habitantes, com todos os desafios que, daí, decorrem. Desafios que a todos cumpre vencer, tanto quanto aqueles homens mandados por D. João III venceram os muitos que encontraram na sua tarefa. 

Significado do Nome

 

Aniversário da Cidade

29 de Março  

Gentílico:

soteropolitano(a)

População:

2.676.606 habitantes  

hspace=0 CARACTERÍSTICAS:

As Ruas do centro histórico de Salvador transportam o turista para os primórdios da História do Brasil. Profundos conhecedores da cultura local os guias turísticos explicam como desenvolveu-se a colonização da primeira cidade do país.
A natureza foi pródiga na criação das suas belezas ao longo de 50 quilômetros de praias e parques ecológicos.
Formado por brancos negros e índios seu povo mestiço é alegre criativo musical herdeiros de rico folclore e manifestações culturais.
A cidade é considerada a capital cultural do país berço de grandes nomes nas diversas manifestações artísticas com destaque nacional e internacional. A atividade cultural e o turismo têm sido reconhecidos pelo governo como importantes geradores de emprego e renda impulsionando as artes e preservação dos patrimônios artístico e cultural. 

Gastronomia

Os índios plantavam mandioca e milho com que fabricavam pirão beijus e bebidas fermentadas para acompanhar peixes e caça. Os portugueses chegaram trazendo sardinha bacalhau os cozidos de carne de boi com legumes e os doces finos. Com a vinda dos negros a cozinha colonial conheceu a pimenta malagueta o quiabo e o azeite de dendê. Da mistura dos hábitos alimentares dessas três etnias nasceu a culinária baiana que reúne quase 50 tipos de pratos diferentes. Boa parte dessa diversidade porém se deve à cultura africana e principalmente à religião do Candomblé. Iguarias famosas como o acarajé caruru mungunzá e bobó de camarão entre outras são adaptações da comida sagrada dos orixás.
Desde o século XVI chegavam à Bahia levas de escravos de diversas regiões da África. Uma vez vendidas nos pregões que aconteciam na área onde hoje é o Mercado Modelo as negras eram levadas até a cozinha da casa grande onde conheciam o açúcar o sal alho limão arroz as carnes de boi e galinha apreciadas pelas senhoras além do milho e do feijão já consumido pelos índios. Em contrapartida apresentavam ao paladar lusitano o gengibre o inhame e receitas que aproveitavam ingredientes como amendoim e banana.
Vivendo na cozinha elas começaram a adaptar as comidas de Orixá ao gosto dos patrões e a misturar os ingredientes disponíveis. Segundo a pesquisadora Arany Santana da Casa do Benin as escravas descobriram que podiam realçar o sabor dos pratos se colocassem dendê em quase tudo desde as moquecas até a galinha de xinxim passando pelo caruru dos ibejis orixás gêmeos - São Cosme e São Damião no sincretismo com a religião Católica. O azeite que sobrava virava farofa pura ou misturada com banana da terra frita. Usando leite de coco elas temperavam ensopados moquecas e escabeches o bagaço virava cocada branca ou preta quando era misturada com melaço de cana ou rapadura. O caldo que sobrava do cozido português podia ainda ser misturado com a farinha de mandioca dos índios e virar um suculento pirão.
Entre as comidas de orixá adaptadas o amalá iguaria feita com quiabos inteiros não agradou ao paladar do colonizador. As escravas então picaram tudo e misturaram com camarão seco amendoim e castanha inventando o caruru um dos pratos mais famosos da culinária baiana. Juntando arroz moído com carne de charque elas criaram o arroz de Haussá. O mungunzá muito apreciado por Oxalá o pai de todos os Orixás também agradou as sinhás assim como os bolinhos de puba cuscuz e mingaus. O ipetê comida de Oxum virou bobó de camarão e o akará de Xangô e Iansã virou o acarajé explica Arany Santana.
Nem todos os pratos da culinária baiana tiveram origem das misturas que as africanas faziam na cozinha da casa grande. A historiadora de costumes Hildegardes Vianna no livro A Bahia já foi assim revela que quando o gado era abatido somente a carne nobre era separada para o consumo dos senhores enquanto a carcaça e as vísceras eram dadas aos escravos. Da criatividade dos habitantes da senzala surgiram a feijoada o mocotó e o sarapatel três pratos tão famosos quanto os que levam azeite de dendê. 
Nos mercados populares de Salvador é possível encontrar barracas onde são vendidos os pratos típicos da senzala. No mercado das Sete Portas existe a tradição desde que ele foi inaugurado nos anos 40 de comer mocotó sexta-feira à noite. Nos restaurantes do Mercado Modelo é possível encontrar tanto o sarapatel quanto as moquecas e frigideiras. Na feira de São Joaquim e nos mercados de São Miguel e Santa Bárbara encontram-se barracas onde são vendidos diversos pratos da culinária baiana. Nas praias também são encontrados pratos típicos como os escaldados de caranguejo e ostra. Em áreas da cidade como o Pelourinho e a orla marítima concentram-se os restaurantes de comida típica com uma grande variedade de pratos à base do azeite de dendê.
Mas nem só de moqueca vive o baiano. Quem vem a Salvador também encontra uma infinidade de restaurantes de cozinha internacional como a italiana japonesa chinesa francesa mexicana e árabe entre outras. A cidade também possui diversos restaurantes de comidas regionais com destaque para os de culinária mineira e sertaneja.

Clima:

Quente e úmido tipicamente tropical. 

Temperatura Média:

25,5º C  

hspace=0 COMO CHEGAR:

Partindo de Aracaju: BR-101, fazendo o prolongamento com a BR-110 ou com a Linha Verde BA-99
Partindo de Vitória: BR-101, fazendo o prolongamento com a BR-324- litoral
Partindo do Rio de Janeiro : BR-116 (Rio-BAhia), fazendo o prolongamento com a BR-324

Localização:

Cidade Histórica Litorânea- Capital do Estado da Bahia 

Limites:

Lauro de Freitas, Simões Filho, Caldeias e Oceano Atlântico 

Acesso Rodoviário:

BR-101, BR-110, BR-324 e  BR-116  

Distâncias:

Da Capital:

1.531 km de Brasília  

Outras: 

 

hspace=0 TURISMO:

Resumo:

Principais Pontos Turísticos:

Mercado Modelo

Construído em 1861, abrigava a antiga Alfândega, foi reconstruído após incêndio de 1984.
Pça. Cairu (Cidade Baixa). 

Elevador Lacerda 

Construído em 1930, tem 72 metros de altura e liga a Pça. São Tomé de Souza (Cidade Alta) com a Pça. Cairu (Cidade Baixa). Vista privilegiada para a Baía de Todos os Santos.

Pelourinho

A melhor opção para conhecer todos os arredores do Pelourinho é visitar as atrações a pé. Existem estacionamentos para se deixar os carros nos arredores.

Solar do Unhão

Construção do século XVII. Abriga o Museu de Arte Moderna e contém obras de Di Cavalcanti, Tarcila do Amaral, Cândido Portinari, entre outras. Possui ainda o Parque das Esculturas(ver detalhes mais abaixo).
Av. do Contorno
Fone: (71) 329-0660

Paço Municipal 

Construção do século XVI.
Pça. Tomé de Souza.
Fone: (71) 320-0100

Palácio Rio Branco

Construído em 1919. Memorial dos governadores baianos
Pça. Tomé de Souza.
Fone: (71) 322-7255

Antiga Faculdade de Medicina

Primeira instituição de ensino de Medicina do país. Foi criada em 1808 por D. João VI. Em suas instalações funcionam hoje vários museus.

Forte de Monte Serrat 

É considerado uma das melhores obras militares do Brasil Colônia, construído entre os séculos XVI e XVII. Do forte pode-se avistar a paisagem da Baía de Todos os Santos, da ilha de Itaparica e da Cidade Baixa. Atualmente é sede do Museu de Armaria, criado em 1993 pelo Comando da VI Região Militar.
R. Sta. Rita Durão (Ponta de Monte Serrat) – Tel: 313-7339. 

Forte de Santo Antônio da Barra 

Abriga também o Museu Hidrográfico de Salvador(Museu Náutico da Bahia) e o
Farol da Barra.
Tel: 245-0539. 

Forte de São Diogo 

O Forte de São Diogo, localizado no Porto da Barra, foi construído no século XVII e atuou belicamente em maio de 1638, por ocasião da invasão holandesa, quando Maurício de Nassau enviou a sua frota contra a cidade.
Porto da Barra

Forte de São Pedro 

Construído no século XVIII. Fica próximo ao Campo Grande, teve importante função na defesa da cidade.
R. Gamboa de Cima – Tel: 321-9588.

Forte da Lagartixa (Santo Alberto)

Forte de Santo Alberto, mais conhecido como Forte da Lagartixa, na avenida Jequitaia - Cidade Baixa, foi construído na primeira metade do século XVII e desempenhou papel importante nas invasões holandesas, entre 1624 e 1638.
R. Frederico Pontes (Calçada) – Tel: 326-0215. 

Forte de Santa Maria 

Construção do século XVII
Localizado na Av. 7 de Setembro - Porto da Barra
Tel: 235-2479. 

Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia

Construída no período 1739 -1773
Memorial Irmã Dulce e Museu de Arte Sacra Monsenhor Aquino Barbosel
Lg. da Conceição da Praia (Cidade Baixa)
Tel: 242-0545.

Igreja de Santa Teresa

Construção de 1697 – Altar-mor de prata, Museu de Arte Sacra
Rua do Sodré, 276
Tel: 243-6110. 

Igreja do Senhor do Bonfim 

Construída no período entre 1745 e 1772.
É aqui que se faz a lavagem do Bonfim, uma quilométrica procissão, com todos vestidos de branco, entre a igreja da Conceição e a do Bonfim, no alto da Colina Sagrada. Fazendo jus à máxima de que quem tem fé vai à pé, a cada ano cerca de 800 mil pessoas garantem a grandiosidade desse evento religioso. Ao chegarem, baianas vestidas tipicamente despejam seus vasos com água de cheiro no adro da igreja e sobre as cabeças dos fiéis, num ritual de fé e esperança.
Lg. do Bonfim – Tel: 312-0196. 

Convento de São Francisco

Construção do século XVIII – Interiores revestidos de ouro, jacarandá, azulejos portugueses, com pinturas barrocas impressionantes.
Rua Padre Anchieta
Tel: 322-6430. 

Catedral Basílica

Construída entre 1566 e 1656 – Local de ordenação do Padre José de Anchieta, possui vários estilos.
Terreiro de Jesus
Tel: 321-4573. 

Ordem Terceira de São Francisco

Construção de 1703 – Sua fachada de pedra de cantaria cinzelada é única no Brasil. Museu de Arte Sacra.
Rua Inácio Accioly
Tel: 321-6968. 

Mosteiro de São Bento

Construção de 1581 – Museu de Arte Sacra. Esculturas de Frei Agostinho.
Largo de São Bento
Tel: 322-4744. 

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Construção do século XVIII – Fachada em estilo Barroco e Rococó, foi construída por escravos e negros livres.
Largo do Pelourinho
Tel: 326-9701. 

Ordem Terceira do Carmo

Construção de 1636 – Estilo Neoclássico. Museu de Arte Sacra com um órgão de tubos de origem francesa e uma imagem em cedro do Senhor Morto.
Largo do Carmo
Tel: 242-7954. 

Igreja de Santo Antônio da Barra

Construção de 1560
Av. 7 de Setembro - Ladeira da Barra
Tel: 336-9042. 

Igreja do Carmo

Construção de 1723 – Frontal de Prata Maciça. Museu de Arte Sacra.
Esteve fechada para reforma. Confirmar horários de visitação.
Largo do Carmo
Tel: 242-0182. 

Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem

Construção de 1741 – Possui imagem de Bom Jesus dos Navegantes.
Largo da Boa Viagem - Boa Viagem
Tel: 314-1800. 

Museu de Arte Moderna

Obras de Di Cavalcanti, Portinari e Mário Cravo, entre outros
Av. do Contorno
Tel: 243-6174. 

Museu Afro-Brasileiro

Obras e objetos de cultos a Orixás.
Na Antiga Faculdade de Medicina
Tel: 321-0383. 

Museu de Arqueologia e Etnologia

Peças de sítios arqueológicos da Bahia e do Alto Xingu.
Na Antiga Faculdade de Medicina
Tel: 321-3971. 

Museu Memorial da Medicina

Na Antiga Faculdade de Medicina
Tel: 321-0383. 

Museu Carlos Costa Pinto

Mobiliários, pratarias, cristais, porcelanas, tapeçarias, telas, peças sacras, dos séculos XVII a XIX.
Av. 7 de Setembro, 2490 - Vitória
Tel: 336-6081. 

Museu de Arte da Bahia

Mobiliários, pinturas, porcelanas chinesas, peças sacras, dos séculos XVIII a XIX.
Av. 7 de Setembro, 2340 - Vitória
Tel: 336-9450.

Museu de Arte Sacra

Antigo Convento das Carmelitas descalças . Grande acervo, principalmente de objetos barrrocos.
R. do Sodré, 276
Tel: 243-6310. 

Museu Abelardo Rodrigues

Possui o maior acervo de arte sacra do Brasil(em uma coleção particular).
R. Gregório de Matos, 45 - No Solar do Ferrão.
Tel: 320-9383. 

Museu Geológico do Estado

Av. 7 de Setembro, 2195 - Vitória
Tel: 336-6922. 

Museu de Arte Antiga e Popular Henriqueta M. Catharino

Fundado em 1938, as visitas são guiadas. Na parte de Arte Antiga, apresenta mobiliário, gravuras e imagens sacras, peças de vestuário e bordadas com cabelos. Na parte de Arte Popular apresenta artesanato português e nordestino e coisas curiosas como as pulgas-vestidas.
R. Monsenhor Flaviano, 2 - Politeama de Cima
Tel: 329-5522. 

Museu das Portas do Carmo

Veja uma parte das antigas muralhas(século XVII)  que protegiam a cidade dos invasores, com seus canhões e armas.
Largo do Pelourinho
Tel: 321-5502. 

Casa de Rui Barbosa

Lá encontram-se objetos pessoais, manuscritos, biblioteca
Rua Rui Barbosa, 12
Tel: 241-1602. 

Fundação Casa de Jorge Amado

Lá encontram-se fotos, objetos pessoais, etc.
Largo do Pelourinho, 51
Tel: 321-0122. 

Parque das Esculturas

Do Museu de Arte Moderna da Bahia - localizado na Avenida Contorno, tem uma visão privilegiada da Baía de Todos os Santos. Projetado para abrigar atividades culturais e de lazer, o parque é totalmente integrado ao Museu de Arte Moderna da Bahia, localizado no Solar do Unhão, e exibe 21 peças assinadas pelos mais importantes artistas locais, de expressão internacional, como Carybé, Mário Cravo, Carlos Bastos, Calasans Neto, Rubem Valentim e Tati Moreno, entre outros. Carybé foi o responsável pelo projeto de um grande painel de concreto, localizado na parte final do jardim e do portal de entrada, todo em ferro e com desenhos de animais e frutas, representando o sol e símbolos do candomblé. 

Parque Costa Azul 

Situa-se em frente ao mar, próximo ao Jardim de Alá. Os 55 mil metros quadrados que antes eram ocupados com as ruínas do Clube Costa Azul foram transformados em uma área voltada para o esporte, a cultura e o lazer, revitalizando aquele trecho da orla. Aí, o visitante dispõe de uma grande infra-estrutura, com quadras esportivas, equipamento para exercícios físicos, play-grounds com bicicletários, ciclovias, pista de cooper, calçadões, um anfiteatro ao ar livre com capacidade para 600 pessoas e quatro restaurantes, com opções de comidas internacionais, típicas, massas ou carnes.

Parque Metropolitano de Pituaçu

Situado na orla, um pouco adiante na direção de Itapuã, tem 425 hectares, com um cinturão de Mata Atlântica, e recebeu uma infra-estrutura que permite, ao mesmo tempo, o uso pela população e a preservação do espaço, que é a maior área verde de uso público de Salvador. Quem o visitar, com certeza, não irá se arrepender. Também faz parte do Parque a lagoa de Pituaçu, que se assemelha a um trevo com um espelho d’água de 200 mil metros quadrados. Para os passeios na lagoa foi instalado um pier com pedalinhos, o que dá um colorido diferente ao cenário. Uma ciclovia de 18 km garante exercício saudável e um play-ground com equipamentos de lazer para a criançada compõe um ambiente agradável e harmônico. Para completar a infra-estrutura, existe um esquema especial de segurança, formado pela Companhia de Polícia de Proteção Ambiental. São 60 homens, atuando em regime integral, nas áreas de lazer, munidos de equipamentos de comunicação, patrulhando sobre cavalos, jipes e motocicletas.
Acesso pela Av. Pinto de Aguiar (Pituaçu) – Tel: 231-7413. 

Parque do Abaeté

Ocupando uma área de 400 hectares, é outro importante pólo de lazer ecológico de Salvador, reunindo uma série de atrativos, naturais e culturais, muito procurados pelos baianos. Localizada em Itapuã, a Lagoa do Abaeté é uma atração à parte, pelo encantamento visual que desperta no visitante. Famílias e grupos de amigos costumam freqüentar o parque, fazer caminhadas pelas dunas de areia alva e finíssima, promover serenatas, ou reunir-se nos diversos bares e restaurantes do local. Um dos equipamentos mais importantes instalados no Parque do Abaeté é a Casa da Música, onde estão reunidos documentos que contam a história da música baiana e, exposta, no hall de entrada, a fobica, utilizada por Dodô e Osmar na criação do trio elétrico, decorada como na época.
Acesso pela Av. Dorival Caymmi (Itapoã).
Tel: 285-0467

Parque do Dique do Tororó

Situado próximo ao Centro, repleto de atrações, transformando-se num importante espaço de lazer, relax e contemplação.. O Dique é uma lagoa, situada na área central da cidade, próxima ao Estádio Otávio Mangabeira - totalmente despoluída – que ganhou vida nova e abre-se ao esporte, o lazer e a cultura. Possui um anfiteatro ao ar livre, espaços comunitários, raias para a prática de remo, decks para pesca e piers para pequenas embarcações. Um centro de atividades abriga dois restaurantes, praça de eventos com palco flutuante, cinco play-grounds e pista de cooper.
Possui esculturas de metal de Tati Moreno, denominadas de Orixás.

Praia de Itapoã 

Eternizada por Toquinho e Vinícius de Morais, lá encontram-se entre outras atrações o Projeto Tamar, coqueiros, farol, Lagoa do Abaeté – Prq. Metropolitano do Abaeté.

Praia do Flamengo

Coqueiros, dunas, recifes. Própria para a prática do Surfe. 

Praia Stella Maris

Própria para a prática do Surfe. 

hspace=0 EVENTOS:

Calendário de Janeiro a Dezembro:

 Janeiro

03 a 06 - Reis - Festa da Lapinha

- Lavagem do Bonfim - Segunda 5ª Feira de Janeiro. Uma quilométrica procissão, com todos vestidos de branco, entre a igreja da Conceição e a do Bonfim, no alto da Colina Sagrada. Fazendo jus à máxima de que quem tem fé vai à pé, a cada ano cerca de 800 mil pessoas garantem a grandiosidade desse evento religioso. Ao chegarem, baianas vestidas tipicamente despejam seus vasos com água de cheiro no adro da igreja e sobre as cabeças dos fiéis, num ritual de fé e esperança.

- São Lázaro - Último Domingo

 Janeiro/Fevereiro

- Regata de Saveiros João das Botas

 Fevereiro

02 - Iemanjá - É nesta data que os adeptos do candomblé homenageiam a Rainha do Mar, simbolizada numa sereia. A festa acontece no bairro do Rio Vermelho, uma poderosa manifestação de fé na força da Mãe d’Água, que tem seu desdobramento profano nas barracas padronizadas, onde a crença se transforma em samba. Vale a pena deixar ali uma oferenda para Iemanjá, acompanhada de um pedido.

- Lavagem da Igreja de Itapoã - 15 dias antes do carnaval.

- Lavagem da Igreja de Nossa Senhora da Luz

 Fevereiro/Março

- Carnaval - O grande clímax festivo da Bahia é mesmo o Carnaval, um delírio de massas que já se estende por sete dias, desde a quarta-feira até a manhã da quarta-feira de Cinzas. A maior festa do mundo em participação popular, que toma toda a cidade de foliões - fantasiados e pulando como pipoca atrás dos trios independentes, ou vestidos nos abadás e becas de seus blocos preferidos -, rumo aos diversos circuitos carnavalescos. Há o circuito central, do Campo Grande à Praça Castro Alves; outro, na orla, sentido Barra-Ondina; e o mais tradicionalista, do Pelourinho à rua Chile, no Centro Histórico. Neste circuito, o forte é a música das bandinhas de sopro e percussão, os blocos afros, afoxés e os fantasiados e, nos demais, desfilam os grandes blocos, com seus possantes trios elétricos, uma criação dos baianos Dodô e Osmar que virou mania em todo o Brasil.

 Março

29 - Fundação da Cidade

 Junho

- 2ª quinzena - - Bênção do Olodum - Ensaio da banda no Lg. Tereza Batista – Pelourinho – Todas as terças, das 18hs às 23hs.

 Julho

02 - Independência da Bahia

 Setembro

27 - São Cosme e São Damião

 Novembro

23/25 - Dia da Baiana

 Dezembro

04 - Santa Luzia

- Santa Bárbara
 
- São João

 Novembro a Dezembro

29 a 08 - Nossa Senhora da Conceição  

hspace=0 INFORMAÇÕES ÚTEIS:

PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR

E-mail: prefeito@pms.ba.gov.br

Telefones: (71) 3173-8700

Sites: http://www.salvador.ba.gov.br/

SUB-PREFEITURA:

E-mail:

Telefone:

INFORMAÇÕES AO TURISTA:

Terminal rodoviário Cinco Estrelas

Rua do Paquistão, s/nº
Telefone: (71) 3246-4025

ENDEREÇO DO SITE OU PORTAL DA LOCALIDADE:

E-mail:

Telefone:

CARTÓRIOS: CIVIL, IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS, OUTROS:

1º TABELIONATO DE NOTAS:

E-mail:

Telefones: (71) 3326-0653 / 3241-0546

Sites: http://portal.mj.gov.br/

CARTÓRIO ELEITORAL:

E-mail:

Telefone:

OUTRAS INFORMAÇÕES DE TELEFONES E E-MAILS:

CORPO DE BOMBEIROS: 193

Hospital Aliança
Av. Juracy Magalhães Jr. 2096 - Rio Vermelho
Tel: (71) 350-5600.

Hospital Geral do Estado
Av. Vasco da Gama
Tel: (71) 357-4011.

Hospital Jorge Valente
Av. Garibaldi, 2135 - Rio Vermelho
Tel: (71) 203-4333.

Hospital Português
Av. Princesa Isabel, 2 - Barra
Tel: (71) 203-5555.

Hospital Santa Isabel
Praça Cons. Almeida Couto, 500 - Nazaré
Tel: (71) 243-7599.

OUTROS:

E-mails e telefones:

Sites: www.cnm.org.br

www.salvador.ba.gov.br

www.citybrazil.com.br

http://pt.wikipedia.org 

PESSOAS ILUSTRES NASCIDAS NA LOCALIDADE:

 

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS DA LOCALIDADE: 

 

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