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Silva Jardim

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Roteiros do Brasil

Região Caminhos da Mata-Baixa Litorânea

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

O Município de Silva Jardim era inicialmente conhecido como Capivari.
Teve origem em Ipucá ou Sacra Família de Ipucá que está situada à margem do Rio São João entre a Barra de São João e o antigo Indayassú hoje a sede do município de Casimiro de Abreu.
A pequena vila cresceu sendo sua principal ocupação a exploração de madeira e lavoura. No seu crescimento os moradores foram ocupando locais às margens do Rio São João onde se formaram os povoados de Poços das Antas, Correntezas e Gaviões e parte desses colonos seguiu o curso dos rios Capivari e Bacaxá, por dentro do território até as nascentes na Serra das Imbaúbas, formando os povoados de Juturnaíba e Capivari.
Essa formação de povoados ocorreu por volta do século VXIII.
As Freguesias, nessa época, eram formadas em torno de uma igreja e quando a diocese da Sacra Família de Educá foi transferida para São João, deixou esse já desenvolvido povoado sem igreja. Um pedido foi feito ao Bispo Diocesano para a criação de outra freguesia. Dessa forma foi criada a Freguesia de Nossa Senhora da Lapa de Capivari em 9 de Outubro de 1801.
Em 1841 com o constante desenvolvimento do povoado foi criada a Vila de Capivari com território desmembrado de Cabo Frio, tendo sido providenciada a construção de uma Câmara, Cadeia Pública e Cemitério. A Câmara tinha a função das Prefeituras de hoje nas cidades.
As terras para a fundação da cidade foram doadas por Luiz Gomes (provavelmente um fazendeiro) que hoje tem o seu nome relembrado na rua principal da cidade. A cidade viveu desde o começo da lavoura, inicialmente de cana de açúcar e cereais e mais tarde da cultura de café que foi significativa para o desenvolvimento do município.
Capivari possuía bons estabelecimentos comerciais, botica e movimento de porto à margem do Rio São João.
Além da exportação de madeira, havia a existência de minérios variados cuja extração fornecia bons lucros.
A Estrada de Ferro Leopoldina chegou em 1881 e trouxe mais movimento ao município, deixando de ser apenas fluvial o meio de transporte utilizado.muitos outros povoados foram surgindo nessa época em toda a área do Município.
Quando da abolição da escravatura em 1888 e conseqüente falta de mão de obra deu-se um grave abandono dos campos com enorme queda da atividade da lavoura.
Formou-se nessa época um povoado em Juturnaíba (local da grande lagoa) e um outro em Aldeia Velha, que foi formado por grupo de colonos suíços e alemães que tinham vindo inicialmente com o grupo de colonização de Nova Friburgo .
Mas no início do século XX, com suas férteis terras divididas entre pequenos visitantes, seus distritos tinham alcançado uma vida ativa e movimentada. O comércio era intenso e a vida social da cidade era variada e interessante.Duas escolas - uma masculina e outra feminina - ministravam seus ensinamentos com qualidade e seus professores participavam e incentivavam a vida cultural da cidade.
Por volta de 1918 ocorreram tempos difíceis: a gripe espanhola dizimou famílias inteiras na cidade e logo após ocorreu um ataque de gafanhotos, que chegavam em nuvens intensas e destruíam tudo por onde passavam. A cidade custou a se recuperar dessas duas tragédias.
No entanto a passagem da estrada de ferro trazia visitantes e comércio para a cidade e as casas atacadistas tinham um movimento significativo, já que a produção local era considerável e o comércio com a vizinhança - Araruama, Campos etc mantinha o bom movimento.
A cidade experimentou, na década de 20 , um aumento de comércio extraordinário, principalmente em função do comércio de café e cereais.
Como a situação econômico-financeira era boa a situação social também e a cidade promovia muitas festas com bandas de música, serestas e festas folclóricas como o Dia de Reis.
Com a baixa dos preços do café nos anos 30 a região em torno e a própria cidade muito sofreram.
O pároco (que havia derrubado a igrejinha feita na fundação da cidade) não conseguiu completar a igreja que já estava construindo desde 1926 resultando que ela foi completada por missionários americanos apenas em 1950.
Os cidadãos não tinham meios para cooperar com a construção da igreja já que a situação havia se tornado difícil para todos.
Com o agravamento da situação econômica muitos visitantes perderam ou venderam suas terras que passaram para as mãos de grande proprietários, dessa forma extinguindo a vida dos distritos e provocando grande evasão rural.
Havia também casos de malária (impaludismo) que ocorriam no verão e ocasionavam perdas de vida significativas na região.
Com a drenagem dos locais afetados por volta de 1947 e dedetização o problema foi exterminado.
Nos anos 50 foram construídas estradas de rodagem entre os distritos e entre os municípios vizinhos.
A construção da BR-101, que passa a 5km da cidade, tornou a cidade acessível a visitantes e viajantes de muitas outras localidades.
Foi feita mais tarde a barragem da Lagoa de Juturnaíba que abastece de água oito municípios, incluindo Niterói e São Gonçalo, além do saneamento do rio São João.
O nome de Capivari foi trocado pelo de Silva Jardim em 1943 em homenagem ao advogado e republicano Antônio da Silva Jardim, nascido na Vila de Capivari.
Silva Jardim é hoje uma pequena e atraente localidade interiorana com sua bem cuidada pracinha central e a vida calma que tanto atrai o visitante das cidades grandes.
Possui lindas cachoeiras e florestas dignas de serem apreciadas mais de perto em passeios e caminhadas. A Lagoa de Juturnaíba pode oferecer muitas oportunidades de esportes náuticos, além de ter a sua volta simpáticos bares e restaurantes onde o visitante pode passar um bom dia descansando e apreciando a bela natureza a sua volta. É um local também para boas pescarias.
O Poço das Antas, reserva que abriga muitas espécies de animais ameaçados de extinção, é o local onde se encontra o famoso Mico-Leão-Dourado protegido e em franca reprodução.
Silva Jardim é um ponto turístico a ser descoberto e visitado pelos apreciadores da natureza e o turista certamente será bem recepcionado pelo povo gentil, afetuoso e alegre dessa encantadora cidade. 
 

Significado do Nome

Homenagem à Antônio da Silva Jardim, advogado e republicano 

Aniversário da Cidade:

 

Gentílico:

silva-jardinense

População:

21.360 habitantes 

hspace=0 CARACTERÍSTICAS:

CURIOSIDADE:

- A rotina dos moradores de Silva Jardim, na Baixada Litorânea, mudou há pouco mais de um mês, quando foi lançada e começou a circular a primeira moeda social do Estado do Rio de Janeiro, o Capivari. A nova moeda, que é administrada com recursos do município, ganhou a adesão de grande parte da população e passou a financiar o comércio local, provocando um “boom” na economia da cidade.

Em frente aos supermercados, açougues e drogarias, carros de som anunciam as promoções em produtos que são adquiridos com o novo dinheiro. Com faixas e outras publicidades, comerciantes fazem propagandas para atrair mais clientes com capivaris no bolso.

Em alguns casos os descontos chegam a 20% do valor da compra. “Achei a ideia excelente. Isso está revitalizando o comércio de Silva Jardim”, elogiou Sonia Maria Cruz, 42, enquanto fazia compras no supermercado usando seus capivaris.

Muitos comerciantes garantem que o movimento aumentou em até 60% depois da nova moeda.

“Nosso objetivo, em primeiro lugar, é promover a economia solidária, valorizando o comércio local e ajudando o pequeno empreendedor com o microcrédito. Agora, o dinheiro fica aqui no município. Antes, a gente enchia uma lata furada”, explica a secretária municipal de Turismo, Indústria e Comércio (Semtic), Vera Lúcia Brito.

A abertura do Banco Comunitário Capivari (BCC) garante a circulação da moeda desde o dia 16 de novembro. O prefeito Marcello Zelão foi o principal idealizador da iniciativa.

“Os comerciantes e a população aceitaram a moeda, apoiando a iniciativa. Queremos o melhor para o nosso município. O banco é para atender os trabalhadores, as pessoas mais pobres e não para quem tem dinheiro. Vamos mudar a realidade econômica da cidade através das pessoas de menor poder aquisitivo, que não conseguem empréstimos nos bancos convencionais”, disse Zelão, defendendo o micro-crédito para agricultores e outros setores produtivos.

Com cerca de 22 mil habitantes, segundo o último censo do IBGE, a atividade econômica que movimenta Silva Jardim ainda é a agricultura. Numa cidade cuja renda per capita é de um salário mínimo e meio e que muitos moradores ainda compram a crédito no mercado e deixam a dívida anotada em uma ficha para pagar mensalmente, o chamado “pendura”, um banco que abre com a proposta de oferecer crédito a pessoas com esse perfil precisou ser concebido com alguma flexibilidade.

O suporte técnico e a consultoria para a implantação da moeda, que circula apenas no município, foram dados pelo Instituto Palmas, que já implantou moedas sociais em várias cidades brasileiras e administra uma moeda própria, o Palmas, no Conjunto Residencial Palmeira, em Fortaleza (CE).

O Capivari é emitido e administrado pelo BCC. Além de realizar o trabalho de "câmbio", isto é, a troca de reais por capivaris, o banco tem uma linha de crédito para pequenos empreendedores, com o intuito de promover a geração de trabalho e renda no município.

A Moeda Capivari

As cédulas são de cinquenta centavos (lilás), um (verde), dois (salmão), cinco (amarela) e dez (azul) capivaris.

A Semtic preparou, ainda, uma cartilha com 20 perguntas e respostas esclarecendo sobre as dúvidas mais frequentes a respeito da nova moeda.

A circulação do Capivari é amparada pela Lei de Economia Solidária proposta pela Administração Municipal e aprovada pela Câmara em 27/05/2010. A iniciativa conta com a parceria do Banco do Brasil.

O nome da moeda é em virtude de o município de Silva Jardim ter sido inicialmente conhecido como Capivari, que também é o nome do rio que corta o centro da cidade. A escolha do título para a nova moeda, diz a prefeitura, é uma forma de resgate da história do município. Seu significado é "rio que tem capivara", o que também justifica a escolha da gravura que ilustra as cédulas.

Clima:

Subtropical  

Temperatura Média:

21,5º C  

hspace=0 COMO CHEGAR:


Localização:

Baixadas  

Limites:

Araruama, Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Nova Friburgo e Rio Bonito

Acesso Rodoviário:

BR-101 e RJ-116

Distâncias:

Da Capital:

113 km 

Outras:

 

 

hspace=0 TURISMO:

Resumo:


Principais Pontos Turísticos:

Aldeia Velha  

End: Distrito de Aldeia Velha - Aldeia Velha 
Horário: Permanente
Aldeia Velha foi criada por imigrantes suíços e alemães que inicialmente teriam vindo começar uma nova vida em Nova Friburgo e que desceram a Serra dos Órgãos e se instalaram nesse local. Como se sabe, o início da colonização em Nova Friburgo foi difícil e muitas famílias que ali estavam abandonaram as terras doadas e outras deixaram-se ficar no Rio de Janeiro ao saber das dificuldades. Outro grupo escolheu descer a serra e tentar a vida em novas paragens. Ainda hoje encontram-se descendentes desses imigrantes na cidade. A pequena Aldeia Velha conserva muito pouco desse período. Apenas algumas poucas casas coloniais. Mas possui recantos cuja natureza intocada é ideal para passeios e caminhadas, além de lindas cachoeiras que valem uma visita pela beleza e pureza de suas águas e que propiciam banhos refrescantes para o visitante.
 
Lagoa de Juturnaíba  

End: no limite dos municípios de Araruama / Silva Jardim  A lagoa tem aproximadamente 43 Km² de área, com profundidade média em torno de 6m. Com presenças de pequenas ilhas acha-se circundada por sapés, algumas áreas de mata virgem, vegetação rasteira, além de pequenas elevações, sendo de sua área total, circundada por campos de pastagens de gado bovino. Lagoa de água doce, com sua cor variando conforme as estações do ano com temperatura amena em torno de 16 º possuindo 18 Km de extensão navegável. Área de grande atração pesqueira, destacando-se espécies como: robalos, traíras, bagres, sairús, piaus, piabanhas e cascudos, alugando-se barcos para pesca. Junto a represa do DNOS, é proibido qualquer atividade, seja de pesca ou de banhos. Na margem esquerda, localiza-se a velha estação de trem, anteriormente utilizada como recurso turístico; o lugarejo existe há mais de 100 anos.
 
Reserva Biológica de Poço das Antas  

End: BR-101 altura da entrada para o distrito de Quartéis. 
Tel: (22) 2778-1566/ 778-1540 
Horário: Marcação prévia
Em 1974, o Governo Federal criou a Reserva Biológica de Poço das Antas para preservar uma porção da Mata Atlântica costeira e todos os seus animais silvestres, notadamente aqueles ameaçados de extinção como os Micos-Leões-Dourados, Preguiças-de-coleira, Barbados, Jacarés-de-papo-amarelo, Jaguatiricas, Onças-Pardas, Borboletas da praia, Sucuris pico-de-jaca e todas as demais espécies deste ecossistema. Poço das Antas é administrada pelo IBAMA, possui 5.500 hectares e mesmo assim não é suficiente para preservar seu habitante mais ilustre, o Mico-Leão-Dourado. Esta realidade leva o Instituto a necessitar da colaboração de todos os fazendeiros de Silva Jardim e daqueles existentes nos demais municípios da região, para continuar sonhando coma a preservação deste macaquinho dourado que se tornou símbolo da preservação ecológica do Brasil. Instituições como a Associação Mico-Leão-Dourado, Instituto Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Smithsonian Institution, VWF, FEEMA, Zoológico de Frankfurt, Prefeituras de Silva Jardim e de Casimiro de Abreu e outros, vêm trabalhando como parceiros do Ibama nesta atividade e já conseguiram o apoio de inúmeros proprietários que, de forma consciente e participativa, permitem que sejam soltos estes importantes primatas em suas florestas. Associação Mico Leão Dourado (24) 778-1540
 
Rio Pirineus  

End: - Gaviões 
Horário: Visitas permanentes
Pequeno afluente do Rio São João, corre por cerca de 5 km junto a estrada de acesso ao Distrito de Gaviões. Rodeado por árvores de médio porte, bromélias e samambaias, o rio oferece vários acessos nas suas margens. Rio encachoeirado com corredeiras, suas pedras oferecem locais para mergulho e formam pequenas piscinas propícias a banhos. Possui águas frescas e límpidas e é muito procurado nos fins de semana pela população local para piquenique e recreação.
 
Capela de N.S.da Conceição e Cemitério  

End: Distrito de Gaviões - Gaviões 
Horário: Visitação permanente
Capela estilo neoclássico, construída em 1834. Possui imagem de N.S.da Conceição no seu interior e altar em linhas singelas. Sino de bronze forjado com imagens de anjos e brasão imperial, ladeado por 2 sinos menores. Colocados fora da capela, no seu lado direito, abaixo de um pequeno pórtico coberto. Era utilizado para chamar os fiéis para a missa. No lado esquerdo da igreja pequeno coreto, cuja parte inferior servia para guardar animais que seriam leiloados nos dias de festas religiosas. Base plana no lado direito da capela para colocação do cruzeiro (que não se encontra mais no local). Atrás da igreja, cemitério do século XIX onde foram enterrados membros das famílias de maior prestígio do local. Em estado precário possui ainda lajes em mármore com os nomes dos seus ocupantes entalhados e grade trabalhada ao seu redor. Esse pequeno conjunto arquitetônico, no alto de uma colina, apesar de singelo na sua dimensão, é representativo do período cafeeiro tanto pelo estilo como pelo período. Outro fato interessante é que as famílias mais importantes desse pequeno distrito eram enterradas atrás da pequena capela e os demais moradores eram enterrados no cemitério que fica logo adiante numa outra colina.
 
Advogado Antônio da Silva Jardim  

Antônio da Silva Jardim, advogado e republicano, nasceu na Vila de Capivari em l8 de Agosto de 1860. Seu pai Gabriel da Silva Jardim era um modesto professor e lecionava em seu próprio sítio. Foi enviado para Niterói para que pudesse estudar no Rio de Janeiro onde foi aluno inicialmente no Colégio Silva Pontes. Mais tarde matriculou-se no Mosteiro de São Bento onde estudou português, francês, geografia e latim. Funda nessa época com outros estudantes um jornal estudantil denominado O Lábaro Literário onde inicia sua vida política e sua luta pela liberdade. Estudando com dificuldades financeiras, já que seu pai não possuía recursos para sustentá-lo, muda de residência e de escola matriculando-se no Externato Jasper. Procura trabalho para poder pagar seus estudos e depois de alguns empregos menores é chamado para trabalhar no próprio externato onde estudava. Parte para São Paulo quando o pai envia-lhe o dinheiro necessário e vai estudar na Faculdade de Direito de São Paulo. Logo entra no clima político da faculdade onde as idéias republicanas e a campanha abolicionista já faziam parte de debates no parlamento. Envolve-se completamente na Campanha pela República chegando a vender sua banca de advogado e dissolver sua sociedade com Martim Francisco. Sua vida se dirige para os comícios em prol da república e viagens constantes entre os estados de Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Teve todas as experiências possíveis em sua defesa da república: foi aclamado, foi apedrejado, perseguido e elogiado. Sua saúde - desde a infância, por causa do impaludismo, sempre frágil, se ressentia dessa vida agitada, mas não impedia sua constante atividade política. Com a proclamação da república o exército que não se sentia ligado aos civis que tanto haviam lutado por sua proclamação, deixou-o de lado. Candidatou-se ao Congresso no Distrito Federal e foi derrotado. Decidiu então retirar-se da política e viajar para o exterior para descansar, clarear as idéias, conhecer gente nova e novos lugares. Visita Pompéia, na Itália e quer visitar o Vesúvio. Apesar de ser avisado de que o vulcão poderia entrar em erupção a qualquer momento, decidiu subir e examinar a cratera. Ao querer ver a erupção de perto foi tragado por uma fenda que se abriu na cratera do vulcão. Morreu aos 31 anos de idade. 

hspace=0 EVENTOS:

Calendário de Janeiro a Dezembro:


 

hspace=0 Informações Úteis:

PREFEITURA MUNICIPAL DE SILVA JARDIM

E-mail: gabinete@silvajardim.rj.gov.br

Telefones: (24) 2668-1138 / 1704 

Sites: http://silvajardim.rj.gov.br

SUB-PREFEITURA:

E-mail:

Telefone:

INFORMAÇÕES AO TURISTAS:

Terminal Rodoviário de Silva Jardim:
     
Rua Luiz Gomes, s/nº - Centro
SAC: (21) 2717-0505

ENDEREÇO DO SITE OU PORTAL DA LOCALIDADE:

E-mail:

Telefone:


CARTÓRIOS: CIVIL, IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS, OUTROS:

OFICIO DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS 1º E 3º DISTRITOS:

Rua Luiz Gomes,399 - Bairro: Centro    
Silva Jardim - RJ CEP: 28820-000 

Telefone: (21) 9954-5055 
 
Horários:
De 2ª a 6ª feira, das 9h às 18h.
 
Área Abrangência:
Registro Civil 1º e 3º Distritos.
 
Atribuições:
Nascimentos, Casamentos, Óbitos, Interdições e Tutelas, Notas

CARTÓRIO ELEITORAL:

E-mail:

Telefone:

OUTRAS INFORMAÇÕES DE TELEFONES E E-MAILS:

HOSPITAIS:

CORPO DE BOMBEIROS: 193

DELEGACIA DE POLÍCIA:

OUTROS:

E-mails e telefones:

Sites: http://pt.wikipedia.org

http://portal.mj.gov.br

http://www.gazetadopovo.com.br

PESSOAS ILUSTRES NASCIDAS NA LOCALIDADE:

- Dentre os nascidos em Silva Jardim, destacamos o poeta Casimiro de Abreu, nascido na Fazenda da Prata, de propriedade de sua mãe, em Correntezas

- A atriz Zezé Macedo

- O artilheiro Jorge Pinto Mendonça

- Os ilustres cidadãos Saturnino Duarte Silveira e João Duarte Silveira, e o próprio Antônio da Silva Jardim, cujo nome batiza o município. 

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS DA LOCALIDADE:


 

 


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