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São João da Barra

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Roteiros do Brasil

Região Costa Doce

 

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

Foi a partir de 1630, com a chegada de um grupo de pescadores de Cabo Frio, que se iniciou efetivamente a povoação do Norte Fluminense. Com a morte da mulher do pescador Lourenço do Espírito Santo, este se retira do pontal da barra – onde hoje se localiza Atafona – indo fixar residência mais para o interior num pequeno elevado de areia junto ao rio Paraíba do Sul. Após construir sua pequena cabana de palha Lourenço logo foi seguido por outros pescadores, dando eles início a construção de uma pequena ermida em louvor a São João Batista.
Durante muitos anos o pequeno povoado pouco se modificou, sendo que já em 1644 era a capela de São João confirmada pelo prelado D. Antônio de Maris Loureiro, época em que se delineavam os contornos do pequeno arraial contando com algumas casas, todas de palha, situação que vai perdurar até a elevação do povoado a categoria de Vila em 1676. Segundo o historiador Fernando José Martins. Ainda segundo Martins, a população da recém criada Vila era de aproximadamente 30 pessoas que ele relaciona a sua obra.
Dedicando-se à pesca, a algum transporte de mercadorias, criação de gado vacum e cavalar e ao início da cultura de cana, foi que viveu durante o século XVII  a gente dessa terra. Por essa época, foram abertas a Rua da Boa Vista, a única que existiu durante muitos anos e a Rua Direita, inicialmente chamada, de Rua do Caminho Grande e que servia para os moradores da barra para virem às missas e negócios na vila.
Como o alvorecer do século XVIII, tomou importância o transporte fluvial entre a vila de Campos e vizinhança com o porto da Bahia, para onde seguia toda a produção açucareira, via São João da Barra. Isto fez crescer a entrada e saída de embarcações em nosso porto, com isso iniciando um pequeno desenvolvimento urbanístico na vila, que passa a contar com um maior contingente populacional.
Neste período é intensa a vinda de portugueses para a vila, e consequentemente um maior número de casas. Neste século houve a abertura de novas ruas como a Rua do Rosário aberta em 1774, a do Passos em 1778, com o nome de Rua São Benedito, a do Sacramento em 1792 e a da Banca, que formava a parte de frete da vila em relação à barra. São dessa época as melhorias na Igreja Matriz e na Casa da Câmara e Cadeia Pública que foram reformadas sendo construídas de pedra e cal com suas respectivas cobertura de telhas confeccionadas na única olaria existente.
Com o crescimento da vila, surgem novas devoções religiosas e dessa forma o século XVIII vê nascerem às irmandades do Santíssimo Sacramento e Senhor dos Passos, anterior a 1730, época em que se inicia a construção de sua capela anexa à igreja matriz, e a de Nossa senhora do Rosário em 12 de outubro de 1727, também logo erguendo junto à matriz uma capela para a mãe de Deus. Data de século o início da devoção de São Benedito que teve sua irmandade criada e posteriormente em 1816 iniciadas as obras de sua igreja.
Era por essa época muito pobre a vila de São João Batista da Barra, fato que se pode verificar em documentos transcritos por Fernando J. Martins, e em 1750 o Senado da Câmara determina através de decreto, que sejam providenciadas alfaias decentes para a acomodação das autoridades que visitassem a vila por ocasião das correições. Também em 08/12/1751 outro decreto determina que não mais se construam no perímetro urbano casas cobertas de palha, o que denota um melhoramento urbanístico na vila.
Contudo era ainda a vila muito pobre, conclusão tirada pela descrição do Capitão Manoel Martins do Couto Reys que em 1785 assim descreve a vila: “He muito pobre e pouco populosa: está situada tão bem em huma planície sobre áreas na margem do Paraíba. Distante de sua barra, pouco mais de meya legoa. Contém dentro em si 111 fogos unicamentea tem dos que se manifestão nos seus lugares exteriores.” É ainda Couto Reys quem nos informa que neste mesmo período havia neste número de fogos 31 casa cobertas de palha e 80 de telha das quais cinco são ocupadas com pequenas lojas e dois com tabernas. Dessa forma vai andando a vila que conhecerá progresso e notoriedade com início do século XIX.
O alvorecer do século XIX trouxe para o Brasil a Família Real e com ela todo um entourage palaciano que acomodada no Rio de Janeiro necessitava de gêneros diversos. São João da Barra, que já vinha se dedicando ao comércio dessa região com aquela cidade passou a suprir as necessidades da recém instalada Corte.
Se o comércio se intensificou, melhoraram as condições financeiras dos habitantes que, por conseguinte também melhoraram seus costumes e hábitos.
Aos poucos a vila foi conquistando melhorias; novas irmandades formaram criadas, como a de São Benedito, São Miguel e Almas, e a Ordem Terceira de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte e São Pedro, além das devoções de Nossa Senhora das Dores e Nossa Senhora da Penha, na Barra , foram abertas escolas públicas e particulares, prédios vistosos e elegantes construídos, os Jovens das principais famílias mandados para Universidades, sociedades musicais e dramáticas inauguradas. De forma que visitando a Vila em 1847 o Imperador D. Pedro II não teve dúvidas que o progresso visto era sinal que a vila merecia ser elevada a cidade, o que fez através de decreto datado em 17 de Junho de 1850.
Econômica e socialmente, São João da Barra alcançou seu apogeu neste período o que atesta a descrição do Almanaque Laemmeth “... A cidade edificada à margem direita do Rio Paraíba (...) tem 804 casas entre as quais 46 sobrados de um ou dois andares; destas casas são habitadas 758, dividindo-se em 19 ruas, 39 becos e travessas e seis praças. Tem 4.790 habitantes, dos quais 2.623 do sexo masculino e 2.167 do sexo feminino. As ruas e praças são apenas calçadas nos passeios junto às casas, mas o terreno é todo arenoso e enxuto...”.
Foi neste século que inauguraram, com o auxilio do imperador, a Santa Casa de Misericórdia; a Usina Barcelos, propriedade do barão de mesmo nome; duas Companhias de Navegação; uma Companhia Agrícola; uma Companhia de Cabotagem; a Companhia da Valla Navegável do sertão de Cassimbas; a Sociedade Beneficente dos Artistas, que construiu em 1902 o Teatro São João; a Sociedade Marítima Beneficente; a Sociedade Musical e Carnavalesca Lira de Ouro e a Banda Musical União dos Operários, sucessora da extinta Lira de Ferro, fundada anteriormente e a loja Maçônica Capitular Fidelidade e Virtude, datada de 24 de março de 1839.
O progresso que alcançou a cidade por essa época fez instalarem-se os vice-consulados de Portugal, Espanha, Baviera e Paises Baixos, que cuidavam dos interesses desses países em seu comércio com São João da Barra.
As Escolas aumentaram em número e qualidade, hotéis foram abertos, bilhares, padarias, alfaiatarias, barbearias, ferrarias, funilarias, tornearias passaram a funcionar movimentando o comércio da cidade que chegou a contar com Tipografias, e Relojoeiros, Poleeeiros, Açougues; 60 Lojas de Tecidos, mais de 50 de Secos e Molhados, Seleiros, Agência de Aluguel de Carros, Agências de Serviços Fúnebres, Despachadores de Embarcações, Boticários, Sapatarias, Estaleiros de Construção Navais, Fogueterias, Marcenarias, Olarias, Fábricas de Charutos, Cigarros e Licores, Lojas de Maçames e Tintas, Fotógrafos e Retratistas, Bilhares, Oficinas de Calafates e Trapiches.
A navegação de cabotagem, os navios a velas e a vapor movimentavam o Porto Sanjoanense que se desenvolvia paralelamente ao crescimento da cidade que começou a receber Portugueses de diversos pontos da metrópole. É neste, que chegaram aqui os Nunes Teixeiras, os Ribeiros de Seixas, Os Lobato, Cintra, Melo, Lisboa, Pinto da Costa, os Moreira, os Carrazedo, Souza e Neves, Tinoco, Gomes Crespo, Souza Valle, Costa Araújo, Mattos Alecrim, Pavão, Maia da Penha, Motta Ferraz, Macedo, Ferreira de Azevedo, Costa Cobra, Rebola, Lopes, ou seja, os principais troncos das famílias que hoje povoam a cidade.
E foi dessa forma que o progresso se instalou durante o século XIX dando-lhe prestígio e notoriedade. Mas o iníciar do século XX, mais precisamente em 1918, após a venda da Companhia de Navegação, e com a abertura da navegação de cabotagem a navios estrangeiros, fez todo esse progresso desmantela-se qual Castelo de Areia. Do progresso, São João da Barra conheceu a ruína que só não foi total pelo surgimento da Indústria de Bebidas Joaquim Thomaz de Aquino Filho, sustentáculo da economia sanjoanense por todo este século que termina. E só agora com advento do Petróleo, o desenvolvimento retorna a Cidade de São João da Barra, 150 anos após a criação da Cidade.

Gentílico


Significado do Nome

 

Aniversário da Cidade

17 de Junho

População

35.595 habitantes

hspace=0 CARACTERÍSTICAS:

São João da Barra conta com diversas praias turísticas, traz ao turísta muito lazer e diversão. Suas férias serão inesquecíveis.

Clima 

Tropical

Temperatura Média

25º C

hspace=0 COMO CHEGAR

Localização

Norte Fluminense

Limites

Campos dos Goytacazes e São Francisco de Itabapoana

Acesso Rodoviário

Saindo do Rio de Janeiro 
Saindo da Ponte Rio-Niterói, seguir pela Rod. Niterói-Manilha (BR-101) até o município de Campos dos Goytacazes. Pegar a BR-356 (S. João da Barra - Muriaé) e seguir até o centro do município de São João da Barra. 

Distâncias:

Da Capital:

267 km

Outras:


hspace=0 TURISMO:

Resumo:

São João da Barra tem o mais luxuoso e belo carnaval do interior do Estado do Rio de Janeiro. Suas opções de lazer e prazer incluem roteiros históricos, ecológicos, culturais em meio a uma geografia privilegiada em um dos mais ricos e variados quadros naturias formados por lagoas, rio e mar.
O Turismo Sanjoanense tem sabor de lendas e a magia que envolve está nas parias, ruas, praças, avenidas e no coração de cada pessoa. São João da Barra convida você para conhecer e saber porque aqui tudo é mais prazer.

Principais Pontos Turísticos

Cachoeira de São Romão 
 
Queda dágua com várias piscinas naturais, próprias para banho. Situada no meio da Mata Atlântica. Para chegar até as piscinas naturais necessita-se passar por uma trilha de rica vegetação.

Igreja Matriz de São João Batista 

Construída em 1630, incendiada em 1882, sofreu várias reformas, sempre mantendo suas linhas originais em formato de cruz
 
Praia de Atafona

Geografia exuberante, encontro do rio com o mar, formando o segundo maior delta do país, manguezais, pesca abundante, povo hospitaleiro, ideal para turismo ecológico e de aventura, além do terceiro clima medicinal do mundo com areias monazíticas e alta concentração de iodo no mar

Praia de Chapéu de Sol

Mar muito tranquilo, um dos melhores pontos do litoral para pesca de linha, próximo do balneário e camping, mas ambiente naturalmente energizado, reconhecido pelo medium Chico Chavier, estimulando fenômenos de cura e aparição de OVNIs

Praia de Grussaí

Mar e lagoa, grande concentração de jovens, quiosques, bares, restaurantes, intensa programação de verão, competições esportivas, ambiente descontraído, dezenas de pousadas, clube social, e SESC mineiro o maior Centro de Turismo, Convenções e Lazer do país

Praia de Iquipari

Santuário ecológico com mar e lagoa, totalmente livre de poluição, protegido por lei ambiental, flora e fauna exuberante de plantas e animais nativos, grande concentração de camadas de camarões e siris, reserva de mata atlântica totalmente preservada, muito procurada para passeios a pé, em pequenas embarcações e prática de esportes náuticos.

Praia do Açu
 
Praia com extensão aproximada de 10 km e largura em torno de 25 m, limita-se com o Município de Campos. A vegetação local é rasteira, destacando gramíneas e a salsinha da praia, característica da região e muito utilizada para fazer batida. Antes de se chegar a praia, encontra-se uma área de mangue onde é possível pescar caranguejo e siri. Suas águas possuem temperatura amena e coloração barrenta, atribuída ao vento que sobra sul e mistura as águas do rio Paraíba do Sul com as do Oceano Atlântico por um longo trecho da costa do Estado do Rio de Janeiro. Areia de granulação grossa e cor amarela, apresenta inúmeras conchas e casca de mariscos. Predomina a paisagem natural, onde destacam-se a proximidade com a Barra do Açu e Praia de Iquipari, onde só é possível ir de bugre pelas suas areias e entre algumas casas residenciais.

Ruínas da Ponte Velha 
 
Situa-se, sobre o Rio São João que nasce em Cachoeiras de Macacu atravessa o município de Silva Jardim e Casimiro de Abreu, vindo desaguar em Barra de São João, onde encontra-se a Ponte Velha em ruínas. Construída na primeira metade deste século, pela Estrada de Ferro Maricá em 1942 com proposta de transporte ferroviário que ligaria Maricá-Rio Dourado.(quando não foi completado o percurso, os trilhos não chegaram a ser colocados na Ponte. A Estrada Ferroviária foi feita com trilhos somente até Campos Novos-Cabo Frio. Assim como fazia parte do projeto uma Estação Ferroviária em Barra de São João, que chegou a ser construída na Avenida Maricá.) Em 1942 iniciou-se o uso como Ponte Rodoviária, não suportando por muito tempo, por não ser apropriada ao uso rodoviário vindo a ruir e ser condenada aproximadamente em 1959. Tendo assim a inauguração da Ponte Rodoviária atual, em 1961. Após a condenação, a Ponte Velha foi usada somente por pedestres e pescadores, sendo interrompida efetivamente quando, naturalmente, tombou a vão central, na década de 70. Atualmente a Ponte Velha é considerada como ponto turístico de Barra de São João, pelo visual que se tem de sua arquitetura banhada pelo Rio São João, compondo um quadro de rara beleza, no cenário naturalmente atraente, que é Barra de São João.
 
Antiga Casa de Câmara e Cadeia

O prédio está situado em rua tranqüila, tendo à direita o Rio Paraíba do Sul e a Ilha do Lima, à frente, a Igreja Matriz de São João Batista e aos fundos, uma pequena área arborizada. A Cadeia foi inaugurada em 1797. Porém, as obras da primeira Casa de Câmara e cadeia foram concluídas em 1709 pelo construtor Antônio Fernandes da Silva. Era, no entanto, ainda coberta de palha, e já se achava praticamente destruída em 1724, época em que os documentos da Câmara ficaram guardados na residência do vigário Gabriel Pereira de Araújo. Posteriormente, em 1736, foi construído um sobrado para servir de Casa da Câmara e Cadeia, mas ainda de construção rústica e paredes de madeira, sem a necessária segurança, a obra essa levantada pelo carpinteiro Constantino Soares. As iniciativas para a construção do atual e centenário prédio da Cadeia Pública foram iniciadas em 1781, mas a pedra fundamental somente foi colocada em 04 de abril de 1794. A inspeção da obra coube ao escrivão João Baptista Pinto de Sá Costa tendo sido traslados os presos, durante a construção, para o primeiro açougue da vila. Desde então, o prédio mantém suas características originais. Possui janelas com três fileiras de ferro bem grosso na parte inferior, onde funcionava a cadeia.

Canhão da Rainha

O atrativo encontra-se em frente a prefeitura e a Câmara Municipal de São João da Barra. O canhão está situado em uma pequena praça gramada, arborizada, com bancos e tendo ao fundo um campo de futebol. Margeando esta praça, o Rio Paraíba do Sul. Na mesma direção do antigo canhão estão plantadas várias Palmeiras Imperiais. O antigo canhão foi achado em 1840 no sertão de Cacimbas. Teria pertencido ao donatário Pedro de Góes da Capitania Paraíba do Sul. Um perito, A.P. de Bellegarde, examinando-o, concluiu tratar-se de uma peça de artilharia da época manuelina, provavelmente do fim do século XV e início do século XVI. É, portanto, um dos mais antigos canhões coloniais brasileiros. O canhão é de ferro maciço e possui uma roda também maciça. Encontra-se em um pedestal de pedra, com altura aproximada de 1,50m. Em seu pedestal existem duas tabuletas com as marcações de datas das enchentes do Rio Paraíba do Sul, uma delas data de 14 de janeiro de 1966 com altura aproximada de 40cm, e a outra, de 09 de abril de 1975 com altura aproximada de 70 cm. Esta última foi uma das maiores já ocorridas na região.
 
Casa da Cultura/Antigo Grupo Escolar Alberto Torres

O lote está situado na confluência das ruas dos Passos e Coronel Teixeira, limitando-se aos fundos com a rua Dr. João Manuel, próximo à Praça São João Batista. A edificação possui implantação no lote urbano própria à segunda metade do século XIX, alinhada à calçada e com afastamento lateral O prédio tem sua construção provavelmente anterior à instalação do Colégio. O Grupo Escolar Alberto Torres foi inaugurado em 12/12/1922 pelo Presidente do Estado, Exmº. Sr. Raul de Moraes Veiga, e funcionou com este uso por quase cinqüenta anos. Desativado em 1970 devido a precariedade da conservação e a incompatibilidade com as necessidades de espaço, o edifício vem sendo subtilizado como depósito da Prefeitura e atelier para guardar a confecção das decorações carnavalescas. O prédio foi tombado pelo INEPAC em 03/01/1979, pelo processo nº E-03/16.510/1978. Trata-se de uma edificação tipo chalet, ao gosto romântico, típico do último quartel do século XIX, com elementos decorativos que denotam apuro formal e construtivo. O edifício é constituído de um único corpo de dois pavimentos, com planta retangular. Uma escada lateral de cantaria com guarda-corpo em serralheria serve de acesso ao segundo pavimento. Sua fachada principal é vazada por oito janelas de vergas retas, guarnecidas por esquadrias de vidro e venezianas. O pavimento superior possui quatro janelas, com sacada corridaem serralheria. No tímpano, um óculo central coroa a frontaria. Na fachada voltada para a Rua Coronel Teixeira abrem-se vinte e quatro janelas de vergas retas com esquadrias de vidro e veneziana, sendo que no segundo pavimento três janelas abrem-se para a sacada. O sobrado tem cobertura em duas águas (telhas francesas), tipo chalet, ornado com lambrequins. O prédio encontra-se em péssimo estado de conservação, com problemas de infiltração.
 
Rua das Palmeiras
 
Alameda de palmeiras imperiais plantadas para comemorar a visita do Imperador D. Pedro II 1847.

Igreja da Nossa Senhora da Boa Morte

Construída em 1847 pelo traficante de escravos Joaquim Thomaz de Faria, para aqui se venerar a imagem da Santa de rara eleza, vinda da Bahia de 1802

Igreja de São Benedito

A Igreja está localizada à Praça São Benedito, arborizada, com canteiros e bancos, fazendo parte do seu entorno o Colégio Senecista São João da Barra, à esquerda, e casas comerciais e residenciais. A Igreja foi fundada em 1839. Porém, muito antes da edificação da Igreja de São Benedito, já existia em São João da Barra, desde cerca de 1730, uma confraria de devotos do Santo Antônio dos Negros, cuja imagem, da época dos jesuítas, feita em pedra sabão, encimava um dos altares da Matriz. Atualmente, esta imagem encontra-se em um altar secundário da Igreja. Em 985, o resplendor original de São Benedito foi roubado, juntamente com o de Santa Efigênia e São Benedito Pequeno. Essa confraria ou irmandade comprou, em 1816, um sítio alagadiço na chamada Restinga da Velha Barbosa, em cuja parte mais alta e seca deu início, em 13 de fevereiro de 1820, à construção de um edifício provisório para servir ao corpo da igreja. Sua conclusão em alvenaria, com sólidas paredes de pedra e cal, foi efetivada em dezembro de 1839. Neste ano, o Santo dos Escravos foi solenemente conduzido para sua sagrada casa. Duas importantes reformas foram feitas neste templo: a primeira em 1853 e a segunda em 1956, porém a igreja mantém suas características originais. A fachada principal da igreja de São Benedito apresenta porta em folha dupla de madeira almofadada, com verga semi-curva. Na altura do coro, três janelas com esquadrias encaixilhadas de vidro. Ainda na fachada, estereotomia aparente, sugerindo colunas que ladeiam a porta de entrada principal. Coroando o corpo principal, frontão encimado por cruz.

Igreja de São João Batista

Faz a parte do seu entorno a Praça de São Pedro, arborizada, com canteiros e bancos e um cruzeiro iluminado à noite, o Rio Paraíba do Sul e casas residenciais e comerciais. A Igreja do padroeiro dos pescadores é de construção bem mais recente que as outras igrejas da região. Não foi possível obter dados precisos acerca do ano de sua ereção, mas há indícios de que esta foi erguida por volta de 1885, no antigo Largo de D. Pedro II, e sua pedra fundamental lançada em 27 de outubro de 1868. Seu construtor foi o Sr. Emanuel Francisco de Almeida, que mandara construir o templo para nele ser sepultado, juntamente com sua esposa. A Imagem de São Pedro, que ilustra o templo, em tamanho natural, é cópia fiel da que existe no Vaticano. A Irmandade da Igreja é responsável pela substituição do piso da Igreja, pela construção de uma torre de 6 metros e por outra inovações na década de 40, dirigidas pelo Sr. Waldemiro Ferreira. A fachada principal da Igreja de São Pedro apresenta porta em folha dupla de madeira almofadada com verga semi-curva, sobreverga com desenhos e molduras em cantaria.

Igreja de São Pedro

Faz a parte do seu entorno a Praça de São Pedro, arborizada, com canteiros e bancos e um cruzeiro iluminado à noite, o Rio Paraíba do Sul e casas residenciais e comerciais. A Igreja do padroeiro dos pescadores é de construção bem mais recente que as outras igrejas da região. Não foi possível obter dados precisos acerca do ano de sua ereção, mas há indícios de que esta foi erguida por volta de 1885, no antigo Largo de D. Pedro II, e sua pedra fundamental lançada em 27 de outubro de 1868. Seu construtor foi o Sr. Emanuel Francisco de Almeida, que mandara construir o templo para nele ser sepultado, juntamente com sua esposa. A Imagem de São Pedro, que ilustra o templo, em tamanho natural, é cópia fiel da que existe no Vaticano. A Irmandade da Igreja é responsável pela substituição do piso da Igreja, pela construção de uma torre de 6 metros e por outra inovações na década de 40, dirigidas pelo Sr. Waldemiro Ferreira. A fachada principal da Igreja de São Pedro apresenta porta em folha dupla de madeira almofadada com verga semi-curva, sobreverga com desenhos e molduras em cantaria. Na altura do coro, três portas em folha dupla de madeira, encaixilhadas de vidro, verga semi-curva, balcão de gradil de ferro batido. Coroando o corpo principal, frontão encimado por cruz.

Igreja Nossa Senhora da Penha

A Igreja de Nossa Senhora da Penha tem à sua esquerda o Rio Paraíba do Sul, próximo da sua junção com o mar, à direita, o coreto, um terreno baldio e mais adiante, a Praça Nossa Senhora da Penha. À sua frente, a Avenida Nossa Senhora da Penha com casas residenciais e bares. A construção do atrativo data de 1881. Sabe-se que a Igreja foi erigida em terreno doado pela Sra. Francisca de Barreto de Jesus Faria, segundo escritura datada de 09 de janeiro de 1857, para Irmandade em louvor à Santa. Deu-se a construção do templo logo em seguida, tendo sido, ele construído, talvez por cima do aterro da primeira casa levantada à margem do Rio Paraíba do Sul pelo ano de 1622. Uma enchente do Rio Paraíba, em 1906, ameaçou seriamente a igreja. Salvou-a iniciativa presidencial de colocar junto aos fundos da igreja em uma brecha rasgada pela corrente do rio, o velho casco de navio Aquidabã. Foi a solução: o canal que o rio estava abrindo, obstaculado pelo anteparo, desviou-se em sentido noroeste, rumo à foz. O atrativo, que está situado em pequena elevação, apresenta na fachada principal, em seu eixo central de simetria, no térreo, porta em folha dupla de madeira e verga em arco pleno. Na altura do coro, janela em verga com arco pleno, com esquadrias de caixilhos de vidro colorido. Acima desta , torre sineira balaustrada, com janela tipo veneziana e sobre esta, o campanário.

hspace=0 EVENTOS:

Calendário de Janeiro a Dezembro:

 

hspace=0 INFORMAÇÕES ÚTEIS:

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DA BARRA

E-mail:

Telefones: (22) 2741-7878

Sites: http://www.sjb.rj.gov.br/

SUB-PREFEITURA:

E-mail:

Telefone:

INFORMAÇÕES AO TURISTA:

Telefones: (24) 2741-1689

Terminal Rodoviário Novo Rio:

Av. Francisco Bicalho, 01 - Santo Cristo
Telefone: (21) 3213-1800
Rio de Janeiro-RJ
Funcionamento 24 horas 

ENDEREÇO DO SITE OU PORTAL DA LOCALIDADE:

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Telefone:

CARTÓRIOS: CIVIL, IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS, OUTROS:

OFÍCIO DO REGISTRO CIVIL E TABELIONATO DE NOTAS:

E-mail: cartorio5distritosjdabarra@gmail.com

Telefones: (22) 2741-9844

Sites: http://portal.mj.gov.br

CARTÓRIO ELEITORAL:

E-mail:

Telefone:

OUTRAS INFORMAÇÕES DE TELEFONES E E-MAILS:

HOSPITAIS: (22) 2741-1272

CORPO DE BOMBEIROS: 193

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