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Petrópolis

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Roteiros do Brasil

Região


 

 

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

A História de Petrópolis começa há mais de 150 anos, pois servia de passagem entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em 1822, D. Pedro I, viajando em direção à Vila Rica, Minas Gerais, buscar apoio ao movimento da nossa Independência, encantou-se com a Mata Atlântica e o clima ameno da região serrana. Hospedou-se na Fazenda do Padre Correia e chegou a fazer uma oferta para comprá-la. Diante da recusa da proprietária, D. Pedro resolveu comprar, por 20 contos de réis, a Fazenda do Córrego Seco, pensando em transformá-la um dia no Palácio da Concórdia. A crise política sucessória em Portugal e a insatisfação interna foram determinantes para o seu regresso à terra natal, onde ele viria a morrer sem voltar ao Brasil. A Fazendo do Córrego Seco foi deixada como herança para seu filho, D. Pedro II, que nele construiria sua residência favorita de verão. A construção do belo prédio neoclássico, onde funciona atualmente o MUSEU IMPERIAL, teve início em 1845, e foi concluída em 1862. Para dar início à construção, D. Pedro II assinou um decreto em 16 de março de 1843, criando Petrópolis. Petrópolis abriu os braços para imigrantes alemães, italianos e portugueses, entre outros sob o comando do engenheiro Júlio Frederico Koeler, começaram a levantar a cidade, construir o Palácio e colonizar a região.. Os alemães tiveram participação fundamental na construção da primeira estrada de ferro brasileira, em 1854, obra do Barão de Mauá, ligando o Porto de Mauá à Raiz da Serra, facilitando, assim, o acesso a Petrópolis. A primeira estrada de rodagem brasileira, inaugurada em 1861, liga Petrópolis a Juiz de Fora, MG. Seu nome: União e Indústria, pela qual você tem, hoje, acesso a recantos inesquecíveis.

Significado do Nome

Cidade de Pedro

Aniversário da Cidade

16 de Março

Gentílico

petropolitano

População

296.044 habitantes

hspace=0 CARACTERÍSTICAS:

Município histórico da Região Serrana, conhecido como a Cidade Imperial, Petrópolis é a Cidade que mais conserva a história do Período Imperial Brasileiro. Foi capital do Estado durante 9 anos (1894-1903) e nessa se construiu a 1ª Estarada de Ferro do Brasil, a Leopoldina Railway, que a ligava ao Porto de Mauá, e a Imperial Fábrica de Cerveja Nacional, a primeira cervejaria do País. Em 1898 passou a se chamar Cia. Cervejaria Bahemia, que deu origem a cerveja mais antiga do Brasil. Hoje a fábrica pertence a Antártica, mas a cerveja bohemia não parou de ser fabricada. Os descendentes da Família Imperial, os Orleans a Bragança ainda vivem na Cidade. Possui clima refrescante e o dense nevoeiro chamado ruço, que cobre a cidade com grande rapidez, porém sofre, principalmente nas épocas de chuvas, deslizamentos provocados tanto por causas naturais como por ação humana. Atualmente representa o que de mais sofisticado existe em matéria de gastronomia e hotelaria, o Vale dos Gourmets, no Distrito de Itaipava, que concentra os melhores restaurantes da regiõ, uma intensa vida noturna com boates, restaurantes e bares, além de shopping centers, lojinhas típicas, ateliês com variado artesanato, pousadas e antiquários. Seu padroeiro é São Pedro de Alcântara.

Clima 

Ameno no verão e frio no inverno

Temperatura Média

20° C

hspace=0 COMO CHEGAR

Saindo do Rio de Janeiro, deve-se seguir a Linha Vermelha até a Rodovia Washington Luis (BR 0-40), sempre olhando as indicações para Petrópolis.

Saindo de São Paulo, são 463 km de distância, vindo pela Rodovia Presidente Dutra e, em seguida, BR-040.

Localização

Município da Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro

Limites

São José do Vale do Rio Preto, Teresópolis, Magé, Guapimirim, Duque de Caxias, Miguel Pereira, Paty do Alferes, Paraíba do Sul e Areal.

Acesso Rodoviário

Linha Vermelha até a Rodovia Washington Luis (BR 0-40)

Distâncias:

Da Capital:

65 km

Outras:


hspace=0 TURISMO:

Resumo:

Principais Pontos Turísticos

Catedral de São Pedro de Alcântara

Construção em estilo neogótico  francês do século XVIII, teve a sua pedra fundamental lançada em 1884, sob o patrocínio de D. Pedro II e da princesa Isabel. Foi executada em alvenaria de pedra aparelhada e apresenta obra de cantaria de granito.

No seu interior existem obras esculpidas em mármore de Carrara, destacando-se a Capela Imperial que está situada à direita na entrada principal da Catedral, em mármore, ônix e bronze onde está o sepulcro com relíquias dos Santos Mártires, São Magno, Santa Aurélia e Santa Thecla.

No local existem pertences e fragmentos de sítios caros a D. Pedro II, como por exemplo a cruz central, que é de granito preto da Tijuca. No centro da capela está a lápide de mármore de Carrara, pesando quase três toneladas, com as estátuas jacentes do Imperador D. Pedro II e Dona Teresa Cristina. Ao fundo, nas laterais, as estátuas jacentes da Princesa Isabel e do Conde D’Eu.

Em frente à Capela Imperial encontra-se o batistério com a pia batismal proveniente da antiga Igreja Matriz (1848). O padroeiro da igreja é São Pedro de Alcântara, venerado como protetor da monarquia, instituído por D. Pedro I como patrono do Império Brasileiro. Sua festa é celebrada no dia 19 de outubro e não deve ser confundida com a de São Pedro Apóstolo, festejado no dia 29 de junho.

D. Pedro II - O último Imperador do Brasil

Ajustado aos pilares de elevação da torre acha-se o órgão projetado e construído no Rio de Janeiro pelo artista Guilherme Berner (introdutor da indústria do órgão no Brasil). Foi doação feita pela Sra. Olga Rheingantz de Porciúncula. funciona por sistema eletropneumático e é acionado por um grupo motor-ventilador-dínamo de 2HP. Todo mobiliário do templo é de época, trabalhado a mão em jacarandá. Em frente a Capela Imperial encontra-se o batistério. A simples pia batismal é proveniente da antiga Igreja Matriz (1848). O tampo de bronze é moderno (1934), já que o original no transporte para a nova igreja caiu e quebrou. Ao lado do batistério há uma imagem de Santo Antônio dos Pobres, esculpida por Denis Cross.

O padroeiro escolhido para a Catedral foi São Pedro de Alcântara, venerado como protetor da monarquia e que fora instituído  como patrono oficial do Império Brasileiro por D. Pedro I.  Sua festa é celebrada no dia 19 de outubro e ele não deve ser confundido com São Pedro Apóstolo, festejado no dia 29 de junho.

Endereço:Rua São Pedro de Alcântara, 60 – Centro
Telefone:24 2242-4300 - Fax - 24 2242-4300
Visitação: Diariamente de 8h às 12h e das 14h às 18h

Centro de Cultura Raul de Leone

Inaugurado em 31 de janeiro de 1977 pelo, então prefeito, Sr. Paulo José Alves Rattes. Foi projetado pelos arquitetos, Edmundo Lustosa e César Miggliacci. Inicialmente denominado Centro Cultural Alceu de Amoroso Lima, abriga a Biblioteca Municipal de Petrópolis e suas atividades correlatas. Com a criação da Secretaria Municipal de Cultura em 1983, a biblioteca passou a fazer parte da estrutura da Secretaria que se instalou, então no prédio.

O Centro incorporou a partir desta data, diferentes atividades culturais, tais como: cinema, teatro, música, artes plásticas e populares, além da biblioteca, que através do decreto de nº 52 de 09 de setembro de 1983 passou a chamar-se Tristão de Athaíde.

Com espaços para exercer  atividades culturais, o Centro de Cultura conta também com uma biblioteca. O acervo chega a 120 mil volumes. Além disso,  as galerias Aloísio Magalhães e Van Dijk apresentam exposições de pintura, escultura e fotografia. Já a sala Guiomar Novaes, com capacidade para 200 pessoas, tem sido palco de eventos promovidos pela Fundação de Cultura e Turismo e por outras entidades culturais petropolitanas. Há ainda a sala de projeção Humberto Mauro, com para capacidade 90 pessoas.

O Centro de Cultura hoje denominado Raul de Leoni, dedicado ao poeta que foi presidente da Academia de  Petropolitana de Letras, abriga ainda atividades didáticas como cursos de pintura e música. Dairamente, o espaço recebe cerca de 300 visitantes.

Endereço: Praça Visconde de Mauá, 305 – Centro
Telefax: 24 2247-3747
Visitação: Espaços culturais - segunda a Sábado das 13h às 19h.
Biblioteca: segunda a sexta-feira de 8h às 18h30min - sábado de 8h às 12h.

Matriz Sagrado Coração de Jesus

Missa dominical, às 10h, com o coral Canarinhos de Petrópolis ou coral convidado.

Foi inaugurada em 1874 sob os cuidados do Padre Teodoro Esch e sua construção está inseparavelmente ligada à presença dos colonos alemães. Foram eles que a fizeram para que lhes servisse de lugar de culto e reuniões. A partir daí, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus passou  a fazer parte da história franciscana e da história pastoral de Petrópolis.

Endereço: Rua Montecaseros, 95 - Centro
Telefone: (24) 2242-6915
Visitação: Todos os dias, das 8h às 12h e das 14h às 18h

Mosteiro da Virgem

Abriga uma comunidade contemplativa de Beneditinas, fundada em 1925, em Roma. Segue a regra de São Bento, pai dos Monges do Ocidente.

Após a morte de sua fundadora, a comunidade decide vir para o Brasil, em 1932. Foi transferida do Rio de Janeiro para Petrópolis em 1937, e em 1939 instalou-se na Av. Ipiranga. Em 1986, o Mosteiro recebe como doação,  casa e terreno vizinho. Assim,  a partir de 1987, começa a construção de uma nova igreja e a ampliação do Mosteiro. A bonita igreja construída em estilo moderno, projetado pelo arquiteto e artista sacro Cláudio Pastro, teve  a sua construção finalizada em 1989.

A seguir, em 1992, o restante da nova ala também é ampliado. Copa, cozinha, refeitório, enfermaria, e algumas “celas” (nome dado aos quartos nos mosteiros) foram construídas através de doações de entidades européias e também de donativos de pessoas amigas.

As irmãs cumprem  os ofícios – os salmos cantados – diariamente. Aos domingos e ao longo da semana, durante a missa, é possível ouvi-las entoar o canto gregoriano.

Endereço Av. Ipiranga, 555- Centro
Visitação No horário de missa, domingo às 10h30min e de segunda a sábado às 7h
Telefone 24 2242-2394

Museu Casa de Santos Dumont - A Encantada

Construída no antigo morro do Encanto, foi planejada e construída por Alberto Santos Dumont para servir de residência de verão; e devido a sua localização foi carinhosamente apelidada de “A Encantada”.

O prédio, um chalé do tipo alpino francês, consta de três pavimentos sendo que o primeiro era uma pequena oficina, o segundo servia para sala de estar e jantar e por último o escritório, quarto de dormir.

Uma curiosidade da casa é que não tinha cozinha e todas as refeições vinham do Palace Hotel, atual prédio da Universidade Católica de Petrópolis, junto ao Relógio das Flores.

Vale a pena ser visto o mirante que servia de observatório astronômico. Chama a atenção do visitante a escada recortada em forma de raquete, o que obriga o mesmo a sempre começá-la com o pé direito.

Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro
Telefone: 24 2237-8000
Fax: 24 2237-8540
Visitação: terça a domingo das 11h às 18h (bilheteria até às 17h30m)

Palácio Amarelo

A primeira construção no local onde hoje se ergue o Palácio Amarelo data de 1850. José Carlos Mayrink da Silva Ferrão ergueu o solar, cujo o aspecto lamentavelmente é desconhecido.

Em 14 de fevereiro de 1891, foi vendido a Francisco Paulo de Almeida, o Barão de Guaraciaba.

O Barão começou, então a sofrer uma pressão incomensurável para vender o prédio. A Câmara, para desalojá-lo, autorizou a instalação na praça de um mercado público. Como nada disso deu certo, a Câmara resolveu então em 1894, construir um prédio exatamente na praça. E o Barão se deu por vencido. A escritura foi assinada em 05 de julho.

As obras de adaptação do prédio só terminaram em junho de 1897, muito embora desde 31 de janeiro a Câmara já funcionasse no seu novo endereço. O autor do projeto provavelmente é Harald Bodtker, cuja a personalidade era completamente desconhecida.

A parte mais famosa é a decoração da sala das sessões, considerada como a mais bela do gênero, é chamada de Salão Hermogênio Silva. O seu decorador foi o também escultor Henrique Levy, assim como os tetos do vestíbulo e do Salão Nobre foram pintados por José Huss.

Atualmente funciona como a sede da Câmara Municipal de Petrópolis.

Na parte exterior, em sua praça, o chafariz da águia foi construído em 1899 por Heitor Levy e ajardinada em 1897 por Carlos Júlio Mayer e o projeto alterado em 1944 por Burle Marx. O seu aspecto atual já sofreu algumas adaptações.

Endereço: Praça Visconde de Mauá, 89 – Centro
Telefone: 24 2291-9200
Visitação: Segunda a sexta, das 9h às 18h

Palácio de Cristal

Localizado na antiga praça da Confluência foi construído nas Oficinas da Sociedade Anônima de Saint-Sauvers Les Arras, na França em 1879, para a Associação Hortícola de Petrópolis, da qual era presidente o Conde D’Eu, marido da Princesa Isabel, destinado a servir de local para exposições e festas. Foi inaugurado em 1884.

A sua mais bela festa foi realizada no domingo de Páscoa de 1888, na qual a princesa Isabel junto a seus filhos, entregou cartas de alforria a escravos, a maioria indenizando os seus senhores com notável campanha desenvolvida na cidade.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, integra o conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Confluência.

Conhece-se pelo nome de Palácio de Cristal não apenas o pavilhão, produto da Revolução Industrial que acontecia na Europa, como o próprio logradouro, totalmente ajardinado e com repuxos.

Endereço Rua Alfredo Pachá, s/nº - Centro
Telefone 24 2247-3721
Visitação Diariamente

Teatro Municipal

Antigo Teatro Imperial, inaugurado em 2 de janeiro de 1933. Foi construído e explorado pela firma d’Ângelo. Em suas paredes internas há pinturas do artista austríaco Carlos Schaeffer. No dia da inauguração apresentou-se um grupo de artistas cariocas, espetáculo organizado pelo teatrólogo e escritor Henrique Pongetti. Neste local se apresentaram companhias de danças, operetas e vários artistas famosos da época , como Paulo Gracindo.

Anos mais tarde, o teatro passou a ser explorado como cinema. Atualmente, pertence à Prefeitura Municipal e é palco de eventos culturais.

Endereço: Praça Expedicionários – Centro
Telefone: 24 2235-3833
Visitação: Quando há realização de eventos.

Trono de Fátima

Construído em 1947, como local de oração, através de donativos, festas religiosas e promoções num trabalho que movimentou toda a comunidade católica de Petrópolis.

A cúpula protetora apóia-se em 7 colunas, representando os dons do Espírito Santo. Sobre a cúpula está colocado um anjo com 1m de altura. A imagem da virgem mede 3,50m esculpida na Itália e na parte inferior há uma capela e sala de ex-votos. Do local descortina-se bela vista panorâmica.

Endereço: Rua do Bispo Dom José, s/n°
Telefone: 24 2242-0313
Visitação : Diariamente de 8h às 18hs

Casa da Princesa Isabel

Residência oficial da Princesa Isabel e do Conde d’Eu até a Proclamação da República. Foi construída por volta de 1853 pelo seu primeiro proprietário, Barão de Pilar, e em 1874 alugada ao Conde d’Eu, que a adquiriu em 1876. Nela nasceram os dois primeiros filhos da Princesa Isabel. Lá se encontrava D. Pedro II quando tomou conhecimento do movimento militar que instituiu a República.

Após 15 de novembro de 1889, passou a ser ocupada pelas delegações diplomáticas de diversos países e pela Nunciatura Apostólica. Posteriormente, abrigou estabelecimentos de ensino. Tombada pelo IPHAN, conserva as características neoclássicas.

Atualmente é  sede  da Cia Imobiliária de Petrópolis, onde também funciona o Antiquário da Princesa, ambos de propriedade da Família Imperial.

Endereço: Av. Koeller, 42 - Centro
Telefone: 24 2242-4706
Visitação: Apenas quando houver exposições

Casa das Duchas

Foi adquirida pelo francês Antoine Court, em 1872, onde quatro anos mais tarde, começou a construção de uma casa de hidroterapia, que consiste no tratamento de enfermidades através da água.

Em seu salão, pode-se atender até a 50 pessoas por hora. Era um dos pontos “chics” de Petrópolis, sendo freqüentado por políticos do Império, homens de Estado e toda a elite da época. D. Pedro II, Joaquim Nabuco, Visconde de Mauá, Paulo Barbosa, entre outros, eram os seus ilustres freqüentadores.

Seus jardins foram projetados por Binot ( o mesmo que projetou os jardins do Museu Imperial ), lá havendo quaresmeiras, ipês, samambaias e outras espécies.

Com a queda da Monarquia, o estabelecimento foi decaindo, havendo então o colapso total de sua freqüência.

Atualmente, a Casa das Duchas está sendo reformada pelos seus proprietários. É tombada pelo IPHAN.

Endereço: Av. Piabanha, 350 - Centro.
Visitação: Externa.

Casa de Joaquim Nabuco

Esta construção é mais antiga do que a do Palácio Imperial, visto que nela habitava um dos arquitetos que o projetou.

Em 1917, passou às mãos de Joaquim Nabuco. Diplomata, escritor, político e advogado, filho do senador José Tomás Nabuco de Araújo, o “Estadista do Império”. Entrou para o serviço diplomático e, atraído pela política interna, foi eleito deputado, vindo a residir no Rio de Janeiro. Realizou campanhas em favor do Abolicionismo, ganhando a admiração do povo brasileiro. Viajou pela Europa, e de regresso ao país, liderou o movimento abolicionista, culminando com o êxito de cinco anos de luta: a Abolição dos Escravos. Afastou-se da política em 1889 por possuir convicções monarquistas, vivendo no Rio de Janeiro e atuando como enviado extraordinário em diversas questões para diferentes países. Visitava Petrópolis freqüentemente.

Depois de seu falecimento, a casa foi dividida em duas residências.

Hoje é sede da Secretaria Municipal de Saúde

Endereço: Av. Piabanha, 720 - Centro
Visitação: Externa

Guerra - Casa Petrópolis

Linda casa da Avenida Ipiranga 716, têm uma história bem real.

É um imóvel representativo da arquitetura eclética do final do século XIX e que continua intacto.

Foi construído em 1884 por José Tavares Guerra, filho mais moço do Comendador Luís Tavares Guerra, já antigo morador da Cidade Imperial, no terreno fronteiro à casa.

José Tavares Guerra educou-se na Inglaterra, tendo vivido na Europa desde os 07 até aos 28 anos de idade, indo inicialmente para a Alemanha, pois naquela época a Inglaterra não aceitava matricular pessoas vindas do Brasil por causa das chamadas doenças tropicais. Aos 15 anos, finalmente pode ir para a Inglaterra, a fazer os estudos superiores, graças a intervenção do Barão de Mauá, seu padrinho de batismo. De volta ao Brasil, cheio de boas lembranças da velha Europa, resolveu construir uma Nova Inglaterra para seu uso particular.

Para construir a mansão tipo Queen Victoria, importou grande parte do material (inclusive trabalhos em madeira de lei brasileira, lá entalhada), além de maçanetas e dobradiças de bronze, os brocados que revestem paredes dos salões, as lareiras de mármore de Carrara, os monumentais lustres e os apliques da famosa Fundição Barbedienne (1) encimados por cristais Baccarat, assim como os espelhos, igualmente franceses, que cobrem parte das paredes do salão.

Os tetos pintados sobre tela ou diretamente na madeira (há outros exemplares na cidade), são obra do pintor alemão Schaeffer, que acabou aqui se radicando. No fumoir da sala de jantar, as pinturas são atribuídas ao pintor italiano Dall Ara (2), que também pintou os afrescos da Villa Itararé, outra linda mansão nesta cidade. Um dos salões é todo forrado em seda e outro em papel trabalhado a ouro com relevos.

Durante a construção da casa, atuou o engenheiro formado da Alemanha, Karl Spangenberger (1821 a 1890) que famoso por suas habilidades em madeira e na confecção de bengalas das quais muito se orgulham os colecionadores.

A mansão possui ainda estábulos com baias de ferro fundido, numa construção dominadas por um grande relógio de torre, o mais antigo da cidade.

Era visitada pelo Imperador Pedro II que percorria o jardim em seus passeios matinais e pelo Visconde de Mauá.

Além do prédio propriamente dito, há peculiaridade de o jardim ser de autoria do paisagista francês Glaziou (3), que veio para o Brasil onde reformulou os jardins da Praça da Aclamação. hoje Praça da República, da Quinta da Boa Vista, residência de D. Pedro II e os do Barão de Nova Friburgo.

Hoje a Mansão Tavares Guerra pertence aos familiares descendentes e também a família Rocha Miranda.

Algumas pessoas acham que o nome desta mansão é, Casa dos 7 erros, na realidade não são erros e sim um estilo diferenciado de arquitetura. Vulgarmente chamada pelo povo desta forma. A família atesta que de erro não tem nada e o  setor de Turismo também procura não usar esta denominação e sim Mansão Tavares Guerra - Casa de Petrópolis.

Casa de Rui Barbosa

Ali residiu e faleceu Rui Barbosa, figura importante do Império e dos primeiros anos da República. Foi primeiro-ministro da República e representou o Brasil na Conferência de Haia, onde ficou conhecido como “Águia de Haia”.

Nesta residência, escreveu muitas de suas obras, entre elas “Oração aos Moços” e “Introdução ao Código Civil”.

Em 1924, o governo foi autorizado a adquirir a casa, bem como o mobiliário, a biblioteca e o arquivo do ilustre brasileiro.

A casa, de aspectos ecléticos, com tendência para o estilo normando e varanda feita de ferro, era carinhosamente chamada por Rui Barbosa de “sweet home”. Hoje em dia, é propriedade particular.

Endereço: Av. Ipiranga, 405 - Centro.
Visitação: Externa.

Casa do Visconde de Ubá

Em 1852, o Ministro do Uruguai Dom André Lamas fixou residência neste casarão de linhas clássicas. Mais tarde, em   1863, passou a propriedade ao Sr. Joaquim Ribeiro de Avelar, o Visconde de Ubá.

O Visconde de Ubá era um dos mais importantes aristocratas do café do Vale do Paraíba. Neste casarão foi promovida intensa vida social e política. Ali, a Princesa Isabel  e sua irmã princesa Leopoldina passaram a  sua lua-de-mel, em 1864. D. Pedro II, já adoentado, hospedou-se nesta casa antes de ir para a Europa, em 1888.

Após a morte do Visconde, o casarão passou a ficar aos cuidados de seu genro, Dr. Francisco de Carvalho Figueira de Mello. Em 20 de abril 1903, ele a vendeu para a Congregação das Religiosas de Nossa Senhora de Sion. Atrás do Casarão foi construído em 1905 um imponente prédio em estilo eclético onde, até 1968 funcionou o Colégio Sion de Petrópolis.

Desde 1969,  o prédio (Casa do Visconde de Ubá) pertence à Universidade Católica de Petrópolis ( UCP ) e abriga a sua Reitoria.  Os demais prédios abrigam departamentos administrativos, biblioteca, laboratório de informática e Faculdades da área de Ciências Humanas.

Endereço: R. Benjamin Constant, 213 - Centro.
Visitação: Externa.

Casa do Barão de Mauá

No princípio da Av. Barão do Rio Branco, esquina da Rua Piabanha, bem em frente à Praça da Confluência está situado o palacete que pertenceu ao Barão de Mauá.

O terreno pertencia ao colono Felipe Erbis I, natural da Alemanha.

Em 1848, parte de sua propriedade, com testada para o Quarteirão de Nassau (atual av. Piabanha), foi vendida para Jean Baptiste Binot. A outra parte voltada para Westphália (atual Av. Rio Branco) foi adquirida em 1852 por Irineo Evangelista de Souza- futuro Barão de Mauá . De abril deste ano a março de 1854 foi construída sua casa, usada por ele como residência de verão, desenhada pelo engenheiro Otto Reimarus e intitulada “residência de Mauá”, a única que mandou construir,

apesar de possuir outros imóveis. Neste período vinha a Petrópolis para acompanhar a construção da primeira estrada de ferro do Brasil

No século XIX, em matéria de arquitetura, o Brasil ocupou uma posição de vanguarda. Arquitetos brasileiros foram chamados para desenhar grandes obras em outros países

A vinda da família real de Portugal para o Brasil, no início do mesmo século, introduziu uma mudança sensível nos usos e costumes da vida da colônia. A vinda de uma missão composta por pintores, escultores e arquitetos franceses, no ano de 1816, determinou uma nova alteração nos rumos da arquitetura brasileira. A partir de então, todas as construções locais deveriam observar rigorosamente os padrões vigentes na França, considerado o maior centro da civilização ocidental.

O estilo neoclássico veio romper a linha contínua da influência portuguesa sobre a arquitetura colonial, estimulando a melhoria das técnicas de construção e adoção de materiais adequados aos diversos tipos de obras.

O palacete de Mauá seguiu o estilo da época. Até hoje conserva suas linhas neoclássicas, sóbrias, com seus telhados escondidos por beiras de alvenaria, janelas e portas no mesmo estilo usado na época do II Império. Encrustado em meio à densa floresta tem à sua volta belo jardim gramado, com algumas espécies de raras palmeiras e árvores frutíferas. A propriedade é toda murada de alvenaria e gradís de ferro, vindos do estaleiro do próprio Mauá.

O prédio acabou sendo empregado no pagamento de parte da dívida dos credores, quando da falência de Mauá em 1878.

Devido a estes problemas financeiros, a casa de Petrópolis foi vendida ao Sr. Alberto de Faria, sogro do pensador católico, Alceu de Amoroso Lima, o Tristão de Athayde, que passou longas temporadas na residência.

Na década de 1950/60, Vinícius de Moraes, na ocasião casado com a Sra. Lucinha Proença, descendente de Alberto de Faria, também veraneou no antigo palacete de Mauá. Aí compôs “Pobre Menina Rica” em parceria com Carlos Lira, como também “Apelo”.

As dependências do palácio são claras, espaçosas, arejadas, com uma linda vista para a mata, e da sua sala principal, de entrada, descortina-se as montanhas do Caxambu e Morin, além de se ter uma bela visão da torre da Catedral. Nesse mesmo salão, encontra-se uma mesa que tem sobre seu tampo uma pintura sobre porcelana representando Luiz XVI cercado de damas de côrte, poltronas e cadeiras, adquiridas num castelo francês –móveis do século XVIII. A casa sofreu várias reformas. Seus tetos pintados a óleo se perderam e foram substituídos por madeiras de lei. Os banheiros tem pias inglesas.

Atualmente a casa está sendo utilizada pelo gabinete da Prefeitura de Petrópolis.

Endereço: Praça da Confluência, 3 – Centro.
Telefone: 24 2246-9000.
Visitação: externa. 

Casa do Barão do Rio Branco

Casa de veraneio de José Maria da Silva Paranhos Junior , Barão do Rio Branco, local onde ele  assinou o Tratado de Petrópolis em 17 de novembro de 1903, unindo o território do Acre ao Brasil, hoje estado.

Endereço: Avenida Barão do Rio Branco, 279 – Centro
Telefone: 24 2242-2716 /telefax 2237-8346
Visitação: segunda a quinta das 8h às 18h - sextas de 9h às 15h. Área aberta ao público.

Cervejaria Bohemia

Em fevereiro de 1853, um colono de nome Henrique Kremer, conceituado e hábil artista se especializara na cobertura de casas com taboinhas, vendia a propriedade que possuia no quarteirão Westfália à fazenda provincial que a transformou no atual Matadouro Municipal de Petrópolis e, com os recursos obtidos fundava, no quarteirão Nassau , na Rua D. Leopoldina nºs 16, 18 e 20 ( hoje rua Alfredo Pachá ) uma fábrica de cerveja.

Por seu falecimento em 1865, foi constituída por seus herdeiros a firma Augusto Kremer & Cia., que existiu até 1876, época em que já possuia mais uma fábrica de cerveja em Juiz de Fora. Em 31 de agosto deste ano, separam-se comercialmente os sócios e cunhados: Frederico Guilherme Lindscheid fica com a fábrica de Petrópolis e Agusto Kremer com a de Juiz de Fora.

Nas mãos de Lindscheid a Imperial Fábrica de Cerveja nacional tomou uma grande expansão e prosperidade, tornando o seu proprietário o industrial petropolitano mais rico de seu tempo. Por ocasião da partilha de bens realizada em março de 1896, por motivo do falecimento de sua mulher Henriqueta Kremer Lindscheid, a fortuna declarada totalizava 1.073:973$40 quantia fabulosa para a época, sabendo-se que nessa ocasião o inventário dos bens do imperador D. Pedro II somou 1.557:080$131.

Nesssa partilha de bens, a Fábrica de Cerveja e os prédios onde ela funcionava, tudo avaliado em 220:000$, passam a pertencer à filha de Lindscheid, Carolina, casada com Henrique Kremer, neto do fundador.

Em 25 de julho de 1898, achando-se presentes e representados na assembléia geral os senhores Rodolpho Weber, Souza Filho & Cia., C. Spaelty - Zweifel, F. C. F. Finkennaver, Hermann Kalkuhl, Fernando Augusto da Rocha, Octávio da Silva Prates, Carlos Maximo de Souza, Monsenhor Dr. Pedro Peixoto de Abreu Lima, Júlio Delage, Pedro de Schepper, Francisco Sixel, João Esch Jun, João Antonio Ribeiro, Miguel Rittmeyer , Antonio Joaquim Luiz Canedo, Carlos Kerster, Victorino Rodrigues de Figueiredo, Guilherme Bradac, Henrique Kremer. Christiano Hecksher, Emílio Vielsen, Dona Virgínia Ferrari, Hernesto Roncheni, Ettore Poggiolesi, foi constituída a Cervejaria Bohemia incorporando todos os bens da antecessora e com o capital de 500:000$000 divido em 2.500 ações no valor nominal de 200$000, sendo que os primeiros diretores eleitos, foram os senhores Henrique Kremer e Guilherme Bradac .

Hoje depois de mais de 150 anos de existências dessa fábrica de cerveja  apresentando-se como filial de Petrópolis da Indústria de Bebidas Antárctica do Rio de Janeiro S/A., devida à fusão de 31 de dezembro de 1973 com a Cervejaria Antárctica da Guanabara Ltda., já não produz aqui a mesma gostosa cerveja Bohemia, porem esta continuidade da obra de um colono empreendedor, cuja especialidade era cobertura de casas com taboinhas, desenvolvendo um das mais tradicionais fábricas de cerveja do Brasil e guiça a mais antiga continuando a ser muito elogiada, e o prédio no local ainda é mantido.

Endereço: Rua Alfredo Pachá, 166 - Centro.
Visitação: Externa.

Escola Doméstica Nossa Senhora do Amparo

O Convento do Amparo foi fundado em 1871 pelo Pe. Siqueira. Foi construído por meio de esmolas e força de vontade do próprio padre, chegando até a ser desiludido por D. Pedro II em levar adiante a sua empreitada utópica de criar uma escola só para meninas, que seria a primeira na época voltada para este público. Recebeu vultosos donativos e um legado de 74000$000 de um testamento, o que levou à concretização de seu projeto.

Nos dias de hoje, ainda funciona como educandário voltado à educação de meninas carentes. Sendo adaptado à modernidade, preserva a sua memória mantendo-se impecável, tanto interna quanto externamente.

Endereço: Avenida Roberto Silveira, 150 - Centro.
Visitação: Externa.

Monumento a Koeler

Dedicado ao Major Júlio Frederico Koeler, arrendatário da Fazenda do Córrego Seco de propriedade de dom Pedro II, idealizador do Plano Urbanístico da cidade e grande incentivador da vinda de imigrantes alemães para Petrópolis

O monumento compreende uma base executada em lajotas de granito, representando a Fazenda do Córrego Seco em seu primitivismo, a terra bruta desbravada para a fundação da cidade. A coluna principal, executada em granito fino, tem a forma triângular representando o trabalho do major Koeler no que concerne a triangulação para o traçado de Petrópolis. Na face direita da coluna em baixo relevo representando a fundação de Petrópolis, figuram dom Pedro II  entregando ao Major Koeler a autorização para que a Fazenda fosse transformada em cidade. Na face esquerda da coluna em baixo relevo também em bronze, representando a colonização de Petrópolis, uma família de colonos, semeando a terra. Na parte frontal da coluna em base de granito de 80 x 80cm está gravado a própria planta da cidade. Sobre a coluna está o escudo da cidade em bronze. No alto da coluna, a estátua de Júlio Frederico Koeler, também em bronze medindo 2m de altura.

Endereço: Praça Princesa Isabel – Centro (em frente a Catedral São Pedro de Alcântara).

Museu da FEB (Força Expedicionária Brasileira)

Criado, organizado e mantido pelos veteranos da FEB, membros da Seção Regional de Petrópolis, com apoio da Fundação de Cultura e Turismo Petrópolis.

Exposição de fotos, uniformes  e objetos  que pertenceram aos “pracinhas”  petropolitanos que lutaram na Itália, durante a 2ª Guerra Mundial.

Endereço: Av. Koeler, 255 - Centro (próximo ao Palácio do Rio Negro).
Visitação:  Externa.
Telefone: 24 2243-6259.

Obelisco

Monumento em forma de obelisco, medindo 20m de altura. Em cada face foram colocadas placas de bronze, em forma retangular, medindo 1,30m de largura por 85cm de altura. Na face frontal está escrito Este monumento, marco comemorativo do 1º Centenário da Elevação de Petrópolis à categoria de cidade, foi mandado construir pelo Prefeito Dr. Flávio Castrioto de Figueiredo e Mello, para perpetuar o nome dos que ajudaram Koeler a construir esta cidade, indicar as gerações futuras, desse passado, o caminho do trabalho, da comunidade e do progresso.  O Obelisco é uma homenagem da Prefeitura Municipal de Petrópolis aos fundadores, isto é, a D.Pedro II, Conselheiro Paulo Barbosa da Silva, Caldas Vianna, Aureliano Coutinho, Júlio Frederico Koeler e a todos os colonos alemães que chegaram em Petrópolis a partir de 29 de junho de 1845.

Endereço: Rua do Imperador, s/nº - Centro.

Palácio Sérgio Fadel (Prefeitura Municipal de Petrópolis)

O Dr. Joaquim Antônio d’Araújo e Silva, Barão do Catete com Grandeza e Visconde Silva, era médico pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, formado em 1849, tendo dirigido o Hospício D. Pedro II e o Instituto Nacional de Oftalmologia. Em Petrópolis, presidiu a Sociedade Mantenedora do Hospital Santa Teresa.

Em 1872, requeria à Câmara Municipal que fosse marcado o alinhamento do terreno que comprara para a casa que pretendia construir na Rua Dom Afonso   (hoje Av. Koeler).

Ainda no início do século passado, o Presidente Campos Sales ali se hospedou e teve a idéia de adquirir o Palacete do Barão do Rio Negro (do outro lado da rua) para transformá-lo em residência de verão dos Presidentes da República.

Nos dias de hoje funciona como sede da Prefeitura Municipal de Petrópolis.

Endereço: Av. Koeler, 260 - Centro.
Telefone: 24 2246-9000.
Visitação: Externa.

Palácio Grão Pará

Este prédio, em estilo neoclássico, teve a sua construção iniciada em 1859 e terminada em 1861, projetada pelo arquiteto da Casa Imperial Theodoro Marx, com a contribuição de Araújo de Porto Alegre.

Durante o Império destinava-se ao alojamento dos camaristas, membros de famílias representativas, que se revezavam a serviço do Imperador D. Pedro II e sua família. Abrigou o Tribunal da Justiça durante a República Velha. Foi sede do Colégio Luso-brasileiro e moradia do ex-embaixador americano Edwin Morgan.

Com a revogação do banimento da Família Imperial em 1925, passou a ser moradia dos descendentes do Príncipe do Grão-Pará, primogênito da Princesa Isabel, sendo tombada em 1959 pelo IPHAN.

Endereço: Rua Epitácio Pessoa, 130- Centro.
Visitação: Externa.

Palácio Rio Negro

Em 1889, menos de três meses antes da Proclamação da República, o senhor Manoel Gomes de Carvalho, Barão do Rio Negro, comprou dos herdeiros da família Klippel o terreno onde seria erguido o seu palácio de verão. Em fevereiro de 1896, o Palácio e a casa ao lado, pertencentes a um dos filhos do Barão, foram vendidos ao Estado do Rio de Janeiro para servir de residência oficial do governante. Em 1903, o Palácio foi incorporado ao Governo Federal e passou a ser residência oficial de verão dos presidentes da República. Desde então, por ali passaram Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Wenceslau Brás, Epitácio Pessoa, Artur Bernardes, Washington Luiz, Getúlio Vargas, Gaspar Dutra, Café Filho, Juscelino Kubitschek, João Goulart e Costa e Silva. No verão de 1996/1997, quando o Palácio estava completando 100 anos na função de residência oficial do governo, a tradição foi reinventada. Através de um gesto ritual, a presidência da República voltou a se instalar no Palácio Rio Negro.

Foi no entanto, no Governo de Hermes da Fonseca, que o Palácio viveu talvez o seu momento mais brilhante, com a realização do casamento do Marechal Hermes com Nair de Teffé, então célebre não só por sua beleza como por sua inteligência, pois notabilizou-se por suas mordazes charges, que publicava na imprensa sob o pseudônimo de Rian.

O seu mais assíduo freqüentador foi o Presidente Getúlio Vargas, que nos 18 anos que esteve à frente do País, não deixou de passar um só verão em Petrópolis. 
 
Av. Koeler, 255 – Centro.
visitação: externa.

Praça Dom Pedro II

Nesta praça encontra-se a primeira estátua erigida no Brasil em homenagem a D. Pedro II. É uma belíssima estátua em granito e bronze, que retrata o Imperador em pose pensativa, trabalho do escultor francês Jean Magrou. Foi inaugurada em 1911.

Em 1889, após a Proclamação da República, mudaram o nome para Praça D. Pedro de Alcântara, porém o povo não aprovou a mudança, sendo que alguns anos mais tarde voltou a chamar-se Praça D. Pedro II.

Endereço: Praça Dom Pedro II, s/nº - Centro.

Praça Expedicionários

No lado oposto à Praça D. Pedro II encontra-se a Praça Expedicionários, onde há o Monumento dos Expedicionários Petropolitanos. É um trabalho em bronze e granito, medindo 5m de altura. Em forma quadrangular na parte superior, uma pira em bronze medindo 1m. Na parte da frente, também em bronze, os perfis de quatro soldados petropolitanos que morreram em batalhas na Itália na Segunda Guerra Mundial.

Uma figura de mulher em pé, medindo 1,70m foi esculpida em bronze e representa a cidade de Petrópolis, oferecendo aos seus filhos a coroa de louros de glória. Obra de autoria de Antônio Geraldes.

Endereço: Centro - em frente ao Teatro Municipal.

Praça da Liberdade

Possui uma superfície de 21.275 metros quadrados. É a maior praça, em área, do Centro Histórico. O primeiro nome foi Largo Dom Afonso, em homenagem prestada ao primogênito de D. Pedro II, que faleceu prematuramente.

Era um lugar de pouco trato, até que em 1885, o vereador Dr. Manoel Bordini propôs que a área fosse urbanizada e entregue à população para lazer. Em 1886, Dr. Auguste Glaziou, botânico francês de renome, veio a Petrópolis e cuidou do paisagismo do Largo Dom Afonso, em conjunto com o mestre-de-obras da província do Rio de Janeiro.

Foi denominada Praça da Liberdade em 1888, porque ali se reuniam os escravos livres para comprar a liberdade dos companheiros que ainda eram  mantidos nas senzalas.

Em 1914, passou por uma remodelação, contando então com rinque de patinação, plantio de árvores e canteiros de flores.

No ano de 1923, seu nome mudou para Praça Rui Barbosa. Porém, o nome não caiu no gosto do povo, que continuou chamando-a de Praça da Liberdade, nome posteriormente retomado. Em 1964, a Praça passou por grande reforma e algumas características foram preservadas, como o coreto, as palmeiras imperiais e a ponte de madeira.

É um dos principais pontos de lazer de Petrópolis. Há carrinhos puxados por bodes, parque infantil cercado, rinque de patinação, fonte com iluminação, bar e restaurante, que fazem da praça uma opção de entretenimento para todas as idades.

Endereço: Situada no encontro da Av. Roberto Silveira, Av. Koeler,  R. Dr. Nélson de Sá Earp e R. Barão de Amazonas – Centro.

Relógio de Flores

Inaugurado em 1972 por ocasião dos 150 anos da Independência do Brasil. É controlado no interior do prédio da UCP, movido à bateria possuindo um carrilhão com badaladas a cada meia hora.

Endereço: Rua Barão do Amazonas, 124 – em frente a Universidade Católica de Petrópolis.

Solar D. Afonso

Sobre a construção deste Palacete contam o seguinte: A Princesa Isabel estava remodelando o Palacete na outra extremidade da rua, quando soube que rico mercador português iria construir neste local. Teve medo que o novo rico edificasse prédio que não fosse condigno, e mandou lhe dizer que se fizesse casa boa grandiosa ganharia uma comenda. O resultado foi a mais bela construção da rua. O magnífico Palacete em estilo neoclássico, cercado de belos jardins em estilo francês, onde existem quatro estátuas simbolizando as estações do ano, foi construído em 1875 pelo Comendador Joaquim Antônio dos Passos, próspero comerciante de café no Rio de Janeiro. O imóvel foi propriedade da família Passos até 1890, quando foi vendido ao senhor Albert Landsberg, alemão responsável pela introdução da cerveja no país em 1853, tendo permanecido com seus herdeiros durante 55 anos. Em 1945 o casal Maria Amália e Othon Lynch Bezerra de Melo o adquiriu para a moradia de verão de sua numerosa família. No mesmo ano seus atuais proprietários deram-lhe a denominação de Solar D. Afonso, que foi Príncipe, filho primogênito de D. Pedro II, nascido em 1845 e falecido em tenra idade. O Solar D. Afonso pertenceu ao empresário Ronaldo do Valle Simões Filho, genro do ex-presidente Tancredo Neves.

Hoje funcionando como Hotel Solar do Império

Endereço: Avenida Koeler esquina com Praça da Liberdade - Centro histórico.
Visitação: Externa.

Casa de Stefan Zweig

Stefan Zweig foi um escritor austríaco nascido em Viena em 1881, que participou do movimento conhecido como “Nova Objetividade” ou “Realismo Fantástico”. Sofreu forte influência do pensamento de Sigmund Freud e tornou-se conhecido por suas análises do complexo psíquico e por ter ousado defender ideais humanitários.

Devido à perseguição nazista que se desencadeou na Europa durante a Segunda Guerra, Stefan Zweig e sua esposa vieram para o Brasil e aqui escreveu “Brasil, País do Futuro”. Logo encontrou refúgio nesta casa em Petrópolis no ano de 1941, onde encontrou forças para terminar os seus últimos escritos literários: um livro de memórias, uma novela e duas biografias.

Zweig foi o escritor mais traduzido no mundo – o seu livro “Partida de Xadrez”, escrito em Petrópolis, vendeu mais de um milhão de cópias. Escrevia sobre a volúpia, sobre as angústias do poder, do amor e da morte, escrevia reinventando a vida.

Permaneceu nesta casa até a sua esposa e ele suicidarem-se em 1942, pois estava profundamente desiludido com os destinos da Áustria e de toda a Europa, por conta da guerra.

Endereço: Rua Gonçalves Dias, 34 – Valparaíso.
Visitação: Externa.

Mirante do Cristo

Localizado na Rodovia Washington Luís (BR 040), próximo à chegada de Petrópolis. Possibilita uma magnífica vista panorâmica  da Serra da Estrela e do Rio de Janeiro.

Endereço: Rodovia Washington Luís (BR 040).
Visitação: diariamente de 8h às 16h.

Museu Casa do Colono

Localizada no Quarteirão Castelânea, que lembra a cidade de Kastellaum na região alemã de Hunsruck, local de origem de várias famílias que emigraram e colonizaram Petrópolis. É uma casa simples, com as paredes originais, em pau-a-pique com barro misturado a capim, o que evita fendas.

Endereço: Rua Cristóvão Colombo, 1034 – Castelânea
Telefone: 24 2247-3715
Fax: 24 2246-9303
Visitação: terça a domingo de 9h30m às 17h.

Orquidário Binot

Fundado em 1870 por Pedro Maria Binot, filho do francês Jean Baptista Binot encarregado de projetar e executar os jardins do Palácio Imperial. De renome internacional, possui inúmeras variedades de orquídeas e exporta para outros países, sendo seu principal mercado os Estados Unidos, Alemanha e Japão.

Endereço: Rua Fernandes Vieira, 390 km 40.
Telefone: 24 2248-5665.
Visitação: segunda a sexta de 8h às 11h e de 13h às 16h, sábado de 7h às 11h.

Palácio Quitandinha

Construído em 1944 por Joaquim Rolla, para ser o maior cassino hotel da América do Sul, é em estilo normando, apresentando em seu interior o estilo “Hollywoodiano”.

O estilo normando é característico dos cassinos europeus que faziam sucesso na Normandia, antes da Segunda Guerra Mundial, e o interior lembra cenários de filmes americanos, daí o estilo no Brasil. Os ambientes foram decorados por Doroth Draper, cenógrafa dos filmes famosos de Hollywood.

Numa área de 50.000m2, o Quitandinha foi construído para ser a “Capital do jogo bancado no Brasil”. Banheiros em mármore, lustres com pingentes de cristal e um sistema de iluminação que seria suficiente para iluminar uma cidade de 60.000 habitantes. Seus salões podem abrigar até 10.000 pessoas simultaneamente.

A cúpula do Salão Mauá é a maior do mundo com 30m de altura e 50m de diâmetro, sendo comparada a redoma da Catedral de São Pedro em Roma; o Teatro Mecanizado com três palcos giratórios tem capacidade para 2.000 pessoas. O lago tem formato do mapa do Brasil com o farol na Ilha de Marajó.

Os hóspedes do Hotel Quitandinha eram milionários, atrizes, vedetes, políticos que desejavam obter o máximo em matéria de bem viver. Em 30 de maio de 1946, o Pres. Dutra proibiu o jogo no país e assim,  o Quitandinha acabou não conseguindo sobreviver como hotel, seus apartamentos foram pouco a pouco sendo vendidos e a partir de janeiro de 1989 foi restaurado e atualmente a parte social é utilizada para congressos, eventos, shows e feiras.

Endereço: Av. Joaquim Rolla, 2 – Quitandinha.
Telefone: 24 2237-1012.
Fax: 24 2242-4512.
Visitação: terça a domingo, de 9h  às 17h.
Ingresso: R$ 5,00.

Parque Cremerie

Localizado em área de preservação ambiental, os 47 mil metros quadrados do Cremerie incluem playground, quadras esportivas e pedalinho. O maior atrativo do local é tranqüilidade atípica de um ponto turístico.  Trechos de mata atlântica dividem a atenção dos visitantes, com quadras esportivas e outras opções que atraem centenas de pessoas todos os dias. O pedalinho, em funcionamento no lago cortado por pontes e moinhos, é a atração mais requisitada pelas crianças. Um playground com onze brinquedos também é garantia de diversão.

No local funcionou a antiga fábrica de queijos de Jules Buisson, em 1845 ele fundou a Cremerie Buisson, cujos produtos eram conhecidos em todo Brasil graças à sua excelente qualidade. Jules Buisson, viveu qual velho solitário numa pequena vivenda rodeada de jardins, com um belíssimo parque. Sua oficina de fabricação de queijos e manteiga era asseadíssima, confortável e segundo o Sr. Buisson “era quase um crime entrar ali um profano”.

Endereço: Estrada da Independência, s/nº - Independência.

Telefone: 24 2231-5834.

Visitação: Diariamente das 8h às 18h.

Casa do Padre Corrêa

Acredita-se que tenha  sido construída na metade do século XVIII. Suas terras foram doadas por carta de Sesmaria em janeiro de 1720 com a condição de que ali fosse construída uma capela para a celebração das missas de domingo, além de estipular a obrigatoriedade de se dar pousada aos vice-reis e governadores que ali passassem.

D. Pedro I apreciava hospedar-se nesta fazenda para descanso em suas viagens para as Minas Gerais. Numa dessas viagens tentou comprar a fazenda, mas as herdeiras do Padre Correia,  não querendo vendê-la,  sugeriram que ele comprasse a que estava à venda, a Fazenda do Córrego Seco.

A Fazenda do Padre Correia era famosa por suas plantações de milho e de plantas européias como pêssego, cerejas, uvas, maçãs e outros. Cunha Mattos descreveu a casa como edifício  assobradado cujo pavimento superior tem uma varanda de quatro arcos e dez janelas, ladeada pela Capela de Nossa Senhora do Amor Divino, cujo órgão e mesa de comunhão encontram-se na Igreja Matriz de Corrêas.

Hoje abriga o Colégio Padre Correia

Endereço: Rua Álvares de Azevedo, 24 - Corrêas.
Telefone: 24 2221-2046.
Visitação: Externa.

Castelo Barão de Itaipava

Construído em 1920 pelo Barão J. Smith de Vasconcellos.  É famoso por ser uma reprodução de castelo renascentista, projetado pelo arquiteto Lúcio Costa e seu amigo Fernando Valentim,  que fazem dele o único castelo em estilo medieval com um toque normando clássico, das Américas.

A construção foi realizada por vinte famílias trazidas da Europa, com material totalmente europeu: de Portugal vieram os blocos de pedras que foram talhadas por artesãos portugueses; da França o telhado de ardósia; da Itália, o mármore de Carrara, que compõe o piso de vários salões, inclusive o do famoso salão do Zodíaco. As portas e janelas são do mais puro jacarandá, com ferragens inglesas; os vitrais são austríacos e finalizando os principais detalhes, cada porta dos quartos de seus filhos tinha seus nomes gravados em ouro.

Esta construção levou em torno de 5 anos. São 42 cômodos distribuídos em 19 quartos, 7 banheiros, diversos salões, bibliotecas, sala de música, halls, duas torres, diversos terraços, dependências para hóspedes, ala dos serviçais e galerias que abrigam interessantes histórias que permeiam a vida dos Smith de Vasconcellos no Brasil. O hall com as escadarias e o teto de jacarandá é finamente trabalhado. Há vitrais com as armas da família, biblioteca com estantes esculpidas em relevo, livros raros e um vasto parque, cercando a mansão.

Como curiosidade,  o Barão, na primeira metade do século passado, encomendou à fábrica Rolls Royce uma Limousine com 11 lugares, onde passou a acomodar seus 7 filhos, a Baronesa Anna Thereza, a babá e o motorista. Esse automóvel tão especial também tinha em suas portas gravado em ouro, o brasão de armas da família. Em outros detalhes, o Castelo Barão de Itaipava mantém uma torre onde está a cópia do batistério da Catedral de São Pedro.

Presenças importantes como  Adhemar de Barros, Getúlio Vargas, Amaral Peixoto e várias pessoas da sociedade carioca e paulista freqüentavam o local.

Em 1992, o Castelo foi sede de um leilão de peças da família Smith Vasconcellos.

Endereço: Estrada União e Indústria, 15.243 – Itaipava.
Telefone: 24 2222-1088.
Visitação: Externa.

Castelo de São Manoel

O Castelo de São Manoel, em Corrêas, com o tempo acabou tornando-se mais do que um ponto de referência. Acabou dando o nome para um bairro. O imóvel foi construído no espaço até então ocupado pela sede da fazenda de Olaria, que pertencia ao célebre Padre Correia. A casa da fazenda, erguida no século XVIII foi derrubada para dar lugar ao castelo, de estilo inglês, na década de 20.

O responsável pela idéia foi Oscar de Teffé, descendente direto do Barão de Teffé que, para homenagear o filho Manoel, um piloto de automóveis, batizou o castelo com seu nome.

Atualmente o imóvel já perdeu as características no seu interior. Na parte externa, porém, mantém os pontos comuns com castelos europeus, com seteiras, torres suntuosas,  encimadas por ameias (parte saliente retangular, separadas por intervalos iguais, na parte superior das muralhas).

Endereço: Rua Castelo São Manoel, s/nº - Corrêas.
Visitação: Externa.

Florália Garden Center

Localizada no bairro da Samambaia, a Florália funciona em uma área de cerca de 50.000 m2,  onde se cultivam inúmeras espécies ornamentais, além de orquídeas. A floricultura possui 53 estufas com sistema adequado de ventilação e cobertura de vidro a fim de que possa ser mantida a temperatura ideal para o cultivo das plantas, evitando assim pragas e doenças.

Endereço: Rua Maestro Octávio Maul, 1700 – Samambaia.
Telefone: 24 2243-6050.
Visitação: Diariamente das 8h às 18h.

Florália Garden Center

Localizada no bairro da Samambaia, a Florália funciona em uma área de cerca de 50.000 m2,  onde se cultivam inúmeras espécies ornamentais, além de orquídeas. A floricultura possui 53 estufas com sistema adequado de ventilação e cobertura de vidro a fim de que possa ser mantida a temperatura ideal para o cultivo das plantas, evitando assim pragas e doenças.

Endereço: Rua Maestro Octávio Maul, 1700 – Samambaia.
Telefone: 24 2243-6050.
Visitação: Diariamente das 8h às 18h.

Museu de Armas

Prédio em estilo medieval construído em pedra que chama a atenção pelo seu ar misterioso. Seu acervo reúne centenas de peças de diversos períodos, destacam-se baionetas, armas de fogo, estampas e gravuras militares, além de armas indígenas. Possui também biblioteca especializada sobre armaria e assuntos militares.

Endereço: Estrada Rio - Petrópolis, km 40.
Telefone: 21 2273-9998.
Visitação: Externa.

Parque Municipal de Petrópolis

Maior área pública de lazer do município, o Parque Municipal de Petrópolis se tornou referência para quem curte grandes espaços ao ar livre. Ocupando um dos locais mais privilegiados de Itaipava - ao longo da estrada União e Indústria - há diversão para todos os gostos nos seus 150 mil metros quadrados de extensão: vale um passeio de bicicleta na ciclovia local (são, ao todo, 1.350 metros de extensão), a prática da caminhada, a escolha de um esporte coletivo para ser disputado entre amigos numa das cinco quadras poliesportivas, ou ainda a entrega ao dolce farniente à sombra de uma das espécies nativas da Mata Atlântica. Para quem é adepto da cultura oriental, o parque também oferece aulas gratuitas de Tai-Chi-Chuan aos domingos, às 11 horas.

Desde 2001, o espaço vem recebendo atenção especial da Prefeitura: ganhou novo visual, com obras de drenagem e recomposição das áreas, recuperação da ciclovia, novas luminárias, pintura das cinco quadras poliesportivas e reforma dos banheiros. O parque também recebeu um bicicletário (com aluguel de biclietas infantis e de adulto) e conta ainda com o trabalho do Horto Florestal Chico Mendes, área mantida pela Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) e encarregada da produção de várias espécies da Mata Atlântica, facilitando a manutenção do Programa de Arborização lançado em 2002 pelo prefeito Rubens Bomtempo.

Anualmente, o local é palco da maior festa country do estado – a Exposição Agropecuária de Petrópolis. O evento sempre acontece entre abril e maio. Além de incentivar a produção rural da região, com exposição de animais e hortifruti, apresentação de rodeios, o espaço também se tornou a sensação do público jovem, trazendo em dez dias, o que há de melhor no pop/ rock nacional.

Endereço: Estrada União e Indústria, 10.000 - Itaipava.
Telefone: 24 2222-1299.
Visitação: Diariamente das 6h às 18h.

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

O primeiro registro de caminhantes no Parque Nacional da Serra dos Órgãos que se tem notícia da data de 1817, quando dois naturalistas austríacos atravessaram a Serra do Mar, rumo à Minas Gerais e São Paulo, colecionando espécimes da fauna e da flora ali existentes, passando pela Serra dos Órgãos.

A maior área do Parque localiza-se em Petrópolis. São variados os atrativos e as atividades de eco-turismo ali desenvolvidas: banhos de cachoeira, rappel, escaladas, caminhadas, a famosa Travessia Petrópolis-Teresópolis com 42 km de trilhas, e a Via Ferrata, uma trilha que possui equipamentos de segurança como escadas e corrimões em cabo de aço, degraus de ferro, pontes tipo tibetana e falsa baiana em toda a sua extensão.

Para a sua segurança, contrate o serviço de guia especializado em eco-turismo.

Endereço: Estrada  do Bonfim – Correas.
Telefone: 24 2221-3832 /3999 Informações.
Visitação:Diariamente horário da guarita 7h às 17h.

hspace=0 EVENTOS:

Calendário de Janeiro a Dezembro:

 

hspace=0 INFORMAÇÕES ÚTEIS:

PREFEITURA MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS

E-mail:

Telefones: (24) 2246-9000

Sites: http://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/

SUB-PREFEITURA:

E-mail:

Telefone:

INFORMAÇÕES AO TURISTA:

Terminal Rodoviário Novo Rio:

Av. Francisco Bicalho, 01 - Santo Cristo
Telefone: (21) 3213-1800
Rio de Janeiro-RJ
Funcionamento 24 horas  

ENDEREÇO DO SITE OU PORTAL DA LOCALIDADE:

E-mail:

Telefone:

CARTÓRIOS: CIVIL, IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS, OUTROS:

OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS - 1º DISTRITO:

E-mail: cartoriopetropolis@yahoo.com.br

Telefones: (24) 2245-6164 / 8038

Sites: http://www.cartoriopetropolis.com.br

CARTÓRIO ELEITORAL:

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CORPO DE BOMBEIROS: 193

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