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Magé

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Roteiros do Brasil

Região Baixada Fluminense

 

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

O desenvolvimento da região onde se encontra o município de Magé data do Brasil colônia. Em 1565, Cristóvão de Barros recebeu a adoção de uma sesmaria na área, então inóspita, originalmente habitada pelos índios Tupinambás. Essas terras foram cultivadas por portugueses e inúmeros escravos. O processo de povoamento de Magé, começa a se consolidar em 1566, quando Cristóvão de Barros, fundador de Sergipe e herói das lutas contra os franceses chega ao Rio de janeiro com seu 3º Capitão Geral defendendo a cidade conseguindo expulsar os invasores, em 1567, tornando-se assim, o 4º Governador Geral e dando início a cultura da cana-de-açúcar e sua industrialização em terras mageenses. Em nosso município instalou u engenho as margens do Rio Magé, o que lhe poderia conferir o status de indicador populacional. Por volta de 1646, surgiu, próximo a essa localidade, uma outra, a de Pacobaíba, mais tarde denominada Nossa Senhora da guia de Pacobaíba. Esses locais receberam, respectivamente, de 18 de janeiro de 1696 a 14 de dezembro de 1755, o predicamento de Freguesia, apesar de na primeira delas, a de Magepe Mirim, a igreja Matriz só ter sido dada por incluída em 1747. Graças aos esforços dos colonizadores, à contribuição do trabalho escravo e ainda à fertilidade do seu solo, as localidades gozaram invejável situação no período colonial. Foi elevada a categoria de vila em 9 de junho de 1789, por determinação do Vice-Rei Dom Luiz Vasconcelos, por encontrá-la, socialmente e economicamente muito adiantada, desmembrando-a da cidade do Rio de Janeiro. Foi tornada Baronato em 1810 e, no ano seguinte, elevado a Viscondato. Em 1802, era cabeça de Comarca, suas terras iam até Petrópolis , Sapucaia e Iguaçu. Por ordem do Imperador Dom Pedro II e decreto do Conselheiro Tolentino, em 02 de outubro de 1857 foi transformada em Cidade e, isso se deve por sua trajetória e conquista de lutas. Em terras mageenses, o desbravador Bernardo Proença abriu, em 1726, o caminho das pedras que se tornou a primeira ligação entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais quando os viajantes gastavam 15 dias para atingir Vila Rica, embrenhando-se do litoral para a serra, os desbravadores puderam conhecer a riqueza de uma terra fértil, generosa e rica e minerais. A partir das fazendas e dos engenhos, de pequenas capelas, surgiram os povoados que também se transformavam próximos das instalações militares que defendiam a Baía da Guanabara dos ataques de Piratas e mercenários para alcançar o município, embarca-se na Praça XV, numa falua (pequena embarcação), navegava-se até a foz do Rio Inhomirim (6º Distrito de Magé), com a construção da Capela de Nossa Senhora das Estrelas dos Mares. Era local obrigatório da passagem de todo ouro que vinha das Minas Gerias para a sede do Brasil Colônia. Além destes importantes registros, o território de Magé é consagrado historicamente por abrigar o marco da 1ª Ferrovia do Brasil - Estrada de Ferro Barão de Mauá.

Significado do Nome

 

Aniversário da Cidade

02 de Outubro

Gentílico

majeense   

População

271.440 habitantes

hspace=0 CARACTERÍSTICAS:

Magé, uma cidade tranquila ideal para quem quer curtir a natureza local. Suas férias serão inesquecíveis, venha conferir!

Clima 

Tropical

Temperatura Média

27° C

hspace=0 COMO CHEGAR

Partindo do Rio de Janeiro: BR-101

Localização

Município da Região da Baixada Fluminense no Estado do Rio de Janeiro.

Limites

Duque de Caxias, Guapimirim e Petrópolis

Acesso Rodoviário

BR-493 Faz a ligação entre a BR-116 e a BR-101.

BR-116 Liga a BR-040 ao município de Teresópolis.

RJ-107 Liga o Município de Duque de Caxias à Petrópolis, passando pelos bairros de Jardim Nazareno, Fragoso, Raiz da Serra e Meio da Serra.

Distâncias:

Da Capital:

32 Km

Outras:


hspace=0 TURISMO:

Resumo:

Principais Pontos Turísticos

Cachoeira do Monjolo 

End: Rio das Pedras Negras - Santo Aleixo 
O atrativo localizado no alto do pico do Monjolo compõe-se de três principais quedas e piscinas naturais formadas logo após estes saltos. A estreita trilha de acesso as Cachoeiras do Monjolo já se identifica como um atrativo de grande beleza natural, toda circundada por mata fechada onde se destacam árvores de grande porte e muitas espécies de plantas trepadeiras. A primeira queda a se avistar tem aproximadamente 12m de altura e suas águas caem sobre uma piscina natural com diâmetro em torno de 4 metros. Um pouco abaixo, uns 30 metros adiante, forma-se outra queda com 3,5m de altura seguida também de piscina com dimensões semelhantes a anterior. O atrativo proporciona um agradável banho em suas águas calmas, transparentes e frias. Continuando pela trilha por mais alguns metros, entre mata fechada, chaga-se a uma clareira onde está a terceira queda, esta com maior volume dágua e altura que gira em torno de 10m. Mais uma vez, após a queda forma-se uma piscina, esta bem mais ampla, com locais de saltos, área para piquenique e espaço para armar barracas, locais sempre procurado pelos amantes da natureza. O rio continua seu percurso formando pequenas quedas e piscinas naturais, todas com boas condições para banhos. É um dos atrativos mais bonitos da região, onde ainda se aprecia uma vegetação virgem que é preservada principalmente pelo fato do seu acesso não ser muito conhecido.
 
Morro Dois Irmãos 

End: Serra dos Órgãos - Pau Grande / Inhomirim 
O atrativo, de formação rochosa, com 1.050 de altitude, visto do distrito de Inhomirim, destaca-se entre elevações da Serra dos Órgãos. É formado por dois cumes, próximos um ao outro, com grande semelhança entre si, parecendo duas pedras gêmeas o que deu origem ao nome do atrativo. Sua vegetação é densa, de alto porte, com árvores centenárias que ocupam praticamente todo o atrativo, com exceção apenas das duas pontas rochosas de seus cumes. Destaca-se nesse quadro, várias espécies vegetais com maior número de quaresmeiras de espécies variadas, acácias, pau-pereira, cedros, cambucás, diversos tipos de samambaias, e orquídeas, paineiras, leguminosas, etc... Na fauna existente se destacam tatus, micos, preguiças, gaviões e outras espécies de aves. O pico não possui nem por estrada ou trilha sendo até hoje apenas explorado por alpinistas e aficionados em montanhismo. A beleza de seu entorno pode ser vista de todo o distrito de Inhomirim e de outras localidades mais distantes.
 
Poço da Padaria 

End: Rio das Pedras Negras - Santo Aleixo 
Localizado no Rio das Pedras Negras, acha-se circundado de casas residenciais e morros recobertos de vegetação virgem. As águas do rio vem correndo entre grande quantidade de rochas e formam cerca de três pequenas piscinas naturais que juntas medem aproximadamente 30m de comprimento por 12 metros de largura. Suas águas transparentes e frias, proporcionam um ótimo banho nos dias quentes mageenses. O rio continua seu curso por um trecho bem acidentado, até se encontrar mais abaixo com o Rio Andorinhas que vão formar o Rio Roncador.
 
Poço da Sereia 

End: Rio Andorinhas - Santo Aleixo 
O atrativo se compõe de uma ampla piscina natural, com presença de volumosas rochas, sendo as mais altas utilizadas para saltos dos banhistas. Já junto às margens do rio, onde a vegetação é bem densa, com árvore de grande porte, as rochas se apresentam como excelentes locais para se abrigar do sol. Possui águas claras, transparentes e frias sendo muito visitada pelos moradores e conhecedores da região.

Poço do Silvestre 

End: Rio Andorinhas - Santo Aleixo 
Possui águas calmas, transparentes e frias medindo aproximadamente 18m de comprimento. Situa-se entre volumosas rochas, que junto à vegetação abundante, com imponentes árvores, plantas trepadeiras e parasitas, formam o entorno pitoresco do atrativo. local muito agradável para lazer, com condições para banhos e piqueniques. É bastante visitado pelos turistas e moradores da região, principalmente nos finais de semana.
 
Poço do tamanqueiro 

End: Rio das Pedras Negras - Santo Aleixo 
O atrativo é formado por três piscinas naturais separadas por altas rochas, a maior delas com 20m de diâmetro. Possui uma pequena praias, locais para saltos e escorregas naturais. Junto ao atrativo há sanitário, pequeno bar com mesinhas espalhadas ao redor e bancos de concreto. Com águas de coloração esverdeada, claras e frias, está circundado de rochas e vegetação densa com grande árvores e touceiras de bambu. É muito visitado nos fins de semana, sendo muito popular na região.
 
Poço Doze-Doze 

End: Rio pau Grande - Inhomirim 
No Poço Doze Doze destaca-se no leito do rio enormes formações rochosas que atingem altura em torno de 5 metros a 6 metros, situadas entre grande quantidade e outras menores, com dimensões e formatos dos mais variados. Essas rochas maiores apresentam-se recobertos por vegetação. Muito procurado pelos visitantes, o local é bastante conhecido, tanto pela facilidade de acesso, como pelas boas condições para banhos. Suas águas são transparentes e de fria temperatura. A vegetação em torno e que também acompanha o curso do rio se destaca pela abundância, estando o atrativo circundado de árvores centenárias entre cipós e plantas trepadeiras, identificando a área como uma das mais exóticas do município de Magé. No Rio pau Grande, onde se localiza o atrativo, registra-se grande número de pequenas quedas dágua e várias piscinas naturais.
 
Poço Macumba 

End: Rio Andorinhas - Santo Aleixo 
Localizado no Rio Andorinhas, rio bastante acidentado, com rochas de tamanhos variados e muitas piscinas naturais. O Poço da Macumba com 18m de diâmetro possui águas transparentes e frias, estando circundado de vegetação abundante, composta por grandes árvores, repletas de cipós e plantas parasitas. O atrativo é muito procurado nos finais de semana para banhos e piquenique.
 
Serra dos Órgãos 

End: Serra do Mar/Magé, Teresópolis e Petrópolis 
É uma seção da Serra do Mar que abrange o município de Magé, Petrópolis e Teresópolis. Nela estão localizados alguns atrativos naturais de grande beleza paisagística como: Pedra do Sino, Nariz do Frade, escalavrado, Campo de Antas e o famoso Dedo de Deus, que se localiza geograficamente em Magé, mas identifica-se como marca turística de Teresópolis. A Serra dos Órgãos apresenta vegetação típica de alta montanha com predominância rochosa. Nesse quadro destacam-se, porém espécies em número maior; de canelas, quaresmeiras de variados tipos e conformação, ingás, acácias, timbós, pau-pereira, canjeranas, cedros ipês, guatambús, cambucis, cambucás, guapevas, paineiras e grande quantidade de leguminosas. Alguns desses vegetais, de efeito ornamental e outros de valor comercial, quase todos, entretanto, bastante raros, estão situados fora da região sobre cuidados protecionais. De qualquer ponto de Magé, pode-se apreciar a beleza do recorte montanhoso da Serra dos Órgãos. Na região mais elevada do município, avista-se em dias claros, de vários pontos da Serra dos Órgãos, a Baía de Guanabara em todo seu esplendor, o oceano Atlântico, a Baixada Fluminense e o Grande Rio. O atrativo é bastante utilizado para a prática do excursionismo e alpinismo, apresentando variados graus de dificuldade. O traçado da BR-116, no trecho da serra dá acesso à Teresópolis destaca-se pelo magnífico panorama que o recorte do relevo, os picos e cumes e a exuberante vegetação da Serra dos Órgão proporcionam aos visitantes.
 
Praia de Mauá 

End: Baía de Guanabara - Guia de Pacobaíba 
Ao fundo da baía de Guanabara, numa área de cerca de 7 Km de praias, com fundo de lama e lodo e pequenas faixas de areia. Acha-se circundada por bares e moradias formando uma grande colônia e pescadores que vivem da pesca da região. Há grande variedade de peixes e crustáceos como: robalo, linguado, bagre, cação, sardinha, tainha, pampo, parati, camarão, lagosta, siri, caranguejo, etc. A pesca em Magé estende-se por 12 meses no ano. As principais modalidades de pesca são de linha, tarrafa, rede e pesca submarina.
 
Capela de Nossa Senhora dos Remédios 

End: Rua Francisco Abs da Cruz, s/nº - Guia de Pacobaíba 
Situa-se no alto de pequena elevação e está circundada por arbustos e casas residenciais. Tem vista para as praias de Mauá e Ipiranga, para a Estação da Leopoldina Railway e às vezes pode-se avistar até a Ponte Rio-Niterói. A igreja foi concluída em 1740, não sendo possível obter dados acerca do seu histórico. É marcante a verticalidade da igreja, conferida pelas proporções da torre sineira, pelo alto pé-direito da nave e pela marcação dos elementos decorativos (duplos cunhais e coruchéus delgados). Possui frontão triangular com elementos clássicos em sua decoração e portas e janelas em arco abatido e folha dupla de madeira almofadada. A cobertura foi substituída por laje de concreto e sua inclinação original não foi mantida. O coro e sua escada de acesso foram refeitos em concreto armado. Seu interior foi modificado, só restando o arco cruzeiro original e uma pia de lioz.
 
Capela de Nosso Senhor do Bonfim 

End: Morro do Bonfim - Centro 
A capela situa-se no alto da maior elevação do núcleo urbano de Magé, de onde se descortina toda a cidade e região, até a Baía de Guanabara. O morro é totalmente desocupado, onde se destaca uma árvore centenária, a Mirindiba, a enfatizar a presença da capela. Esta árvore, segundo a população local, foi plantada sobre o túmulo da índia Mirindiba, muito admirada por sua bela voz, pela tribo que ocupava o Morro do Bonfim. Foi inaugurada provavelmente no dia 28 de agosto de 1883, não sendo possível, entretanto, obter dados acerca de seu histórico. Construção religiosa elementar que conserva o partido e as proporções de outras capelas filiais em Magé, apesar de ter um sistema construtivo diverso, já com utilização de alvenaria com tijolos. Tem como peculiaridade a presença da capela mor. Apesar da simplicidade da construção, a fachada segue proporções bem apuradas, valorizada por um pesado frontão triangular e cunhais de gosto clássico. Em contrapartida, a torre sineira, no lado direito da capela, com dois lugares para sinos, já busca proporções mais leves e delicadas. A cobertura foi substituída por telhas francesas. O piso foi substituído por ladrilhos hidráulicos e o forro por lambris de madeira. Ainda restam a mesa do altar e gosto rococó e dois crucifixos, um maior, fixado na parede.
 
Capela de Santa Ana 

End: Estrada da Piedade, s/nº - Iriri 
Situadas nas margens da estrada da Piedade, fazendo parte do seu entorno circundante poucas casas residenciais e morros com vegetação abundante. Fica nas proximidades do Porto Velho da Piedade, no local conhecido como Iriri, está localizada a capela de Santa Ana, construída depois do ano de 1737. Construção com planta composta de nave e sacristia. Tanto a sacristia quanto a pequena torre sineira são construções recentes, ainda existindo a torre sineira original, de menores dimensões. Apesar da simplicidade da construção, há uma marcação de cimalhas, cunhais, pináculos e valorização da fachada principal com um pequeno frontão triangular de gosto clássico.
 
Capela de São Francisco de Croará 

A capela está situada em um pequeno platô de um dos morros de vegetação abundante, que encerram a Praia da Coroa. Tem vista para pequenas ilhas e, às vezes, dependendo do tempo, para a Ponte Rio-Niterói. Foi construída em 1745, não sendo possível obter dados acerca de seu histórico. Capela com influência jesuítica na composição de sua fachada principal. As fachadas frontal e leste possuem frontão triangular, largos cunhais e cimalhas de grande proporções. A torre sineira tem solução de acesso externo em alvenaria e funciona juntamente com a sacristia, como contraforte da fachada voltada para o mar, sendo a mais castigada pelas intempéries. A cobertura foi alterada com a utilização de telhas francesas, porém mantendo a mesma inclinação. A cobertura da torre foi refeita em concreto armado. Seu interior sofreu reformas de piso no século XX e o altar é da década de 70.
 
Capela Santo Aleixo 

End: Rua Saquarema, s/nº - Santo Aleixo 
A edificação está implantada em pequena elevação do terreno, voltada para norte-nordeste. A leste do atrativo localiza-se o Rio Roncador ou Santo Aleixo e a oeste, a Serra dos Órgãos. Fazem parte do entorno circundante, casas residenciais e comerciais. Ao lado da capela foi construída uma escola e a sua frente existe um coreto. Monsenhor Pizzarro cita a capela Santo Aleixo como filial da freguesia Nossa Senhora da Piedade de Magepe, fundada entre os anos de 1743 e 1747, tendo sido concluída no ano de 1812. Não foi possível, entretanto, obter dados acerca de seu histórico. O atrativo ainda guarda suas proporções originais de fachada, com frontão triangular, torre sineira ao lado direito, porta central em arco abatido, folha dupla de madeira almofadada e molduras em cantaria, duas janelas sobre a porta, em arco abatido e folha dupla de madeira encaixilhada de vidro, com vedação externa em folha dupla de madeira. A nave segue as mesmas proporções das outras edificações religiosas, mas, estranhamente, a capela-mor foge ao habitual, alinhando-se pelo lado direito com a parede da nave. A cobertura foi substituída por telhas francesas, sendo a sua estrutura, assim como a do coro, em concreto armado. Somente as esquadrias da fachada principal são originais. no interior da capela possui o piso, já reformado, em ladrilho hidráulico e altar-mor, em madeira contendo pequenas imagens.
 
Igreja de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba 

O atrativo está implantado em uma pequena elevação, com fachada principal voltada para sul, para baía de Guanabara. Ocupa quase a parte plana do terreno e desenvolveu-se além dos limite, apoiando-se em muros de contenção e contrafortes. É circundado por árvores de médio porte, arbustos e pelo cemitério local. A construção da igreja datada de fins do século XVII e início do XVIII. A igreja foi edificada no lugar de uma antiga capela de taipa de pilão dedicada à Santa margarida. A nova igreja foi erguida em pedra e cal e colocaram no altar-mor o painel pintado com a imagem de Nossa Senhora da Guia, que pertenceu a antiga ermida do engenho e, numa capela lateral, a Imagem de Santa margarida. A fachada principal é extremamente simples, possuindo folha dupla de madeira almofadada, verga reta e molduras de madeira. Acima desta, janela em folha dupla de madeira almofadada, verga em arco batido e sobre esta, im óculo. Na lateral esquerda do corpo principal, torre com campanário e ornatos nas extremidades. A igreja é composta de nave, coro, capela-mor, sacristia, torre, capelas colaterais e alpendre lateral. O acesso à torre e consistório é feito através da escada externa na lateral esquerda do prédio. Os altares colaterais são característicos da segunda metade do século XVIII e início do XIX. O retábulo, do lado esquerdo, mais próximo ao arco cruzeiro, é o que mais se destaca, com predominância das linhas e decoração rococó. Já os outros três sugerem mais o neoclássico. Mas o altar-mor atual em alvenaria, imitando o antigo, em madeira, arruinado na década de 70. Toda a imaginária original da igreja já desapareceu, estando atualmente substituída por imagens de gesso.
 
Igreja São Nicolau 

End: Rua Coronel Alarico, s/nº 
A igreja volta-se para o sul, situada no alto de um pequeno morro à margem do rio Suruí. Está situada no centro de Suruí e é circundado por casas residenciais e comerciais, além de construções do século passado e pelo cemitério local, nos fundos da igreja. A freguesia de Suruí foi criada antes do ano de 1647, existindo então a capela de nome Nossa Senhora de Copacabana. Por cadência do tempo ou outros inconvenientes, mudaram a pia batismal da Capela de Nossa Senhora de Copacabana para a ermida de dedicada a São Nicolau, feita no sítio chamado Goia, por volta de 1628. Por motivo de ruína da ermida original, ou devido às suas dimensões reduzidas, começou a retificação de outra ermida, com a mesma invocação de São Nicolau, em local mais próximo ao Rio Suruí, cuja obre se concluiu em 1710. A fachada principal é em alvenaria de tijolos, resultado da reforma ocorrida em 1925. A cobertura da torre foi acrescida em altura e a fachada principal possui frontão com grande inclinação, que foge às características de proporções das outras igrejas da região. esta fachada foi coberta com decorações florais delicadas. Em função de sua alteração da fachada constitui exemplo único em Magé, com marcação de três portas-janela ao nível do coro, com balcão balaustrado. A fachada lateral oeste sofreu alterações em virtude do acréscimo do alpendre e da casa paroquial, no segundo pavimento. A fachada lateral leste ainda é original do século XVIII, com acessos para a nave e para a capela-mor e óculos compostos de molduras em cantaria. A cobertura original foi trocada por telhas francesas. Com a reforma em 1925, o consistório foi transformado em casa paroquial que se prolonga sobre o alpendre situado no térreo. A Igreja de São Nicolau guarda retábulos do final do século XVIII com influência neoclássica e no altar mor, também desse período, existe ainda a imagem de São Nicolau, de origem portuguesa. Aos elementos decorativos originais restam a pia batismal, as pias de água benta e a pia da sacristia em mármore lioz. O piso em ladrilho hidráulico, material que se repete nas paredes, é do século XX, com elementos geométricos.
 
Ruínas da Capela Nossa Senhora da Estrela 

End: Estrada do Porto Estrela 
As ruínas situam-se em posição de dominância no antigo porto, em um platô do morro que se eleva na foz dos rios Imbariê e Inhomirim. Não há construções vizinhas, a não ser as ruínas do armazém das três portas (como é chamado) que se localiza 300m abaixo das ruínas da capela. Sendo assim, a vista se estende por vasta área coberta por manguezais. A Vila da Estrela funcionou de 1847 à 1891, quando foi extinta em face ao seu abandono, devido ao desvio de tráfego de mercadorias pela Estrada Ferro de Mauá e, mais tarde, pela Estrada de Ferro D. Pedro II. Com a extinção da Vila, a Capela, que foi erguida no século XVIII e já havia passado por sucessivas reformas, entrou em decadência e arruinou-se, tendo suas imagens transferidas para a Capela de Nossa Senhora da Conceição em Guapimirim. As ruínas encontra-se recobertas com muita vegetação e têm grandes fissuras onde crescem figueiras. A Capela de pequenas proporções era composta de nave, capela-mor e sacristia, reproduzindo o programa e proporções comuns às outras capelas da região. Sua torre sineira isolada do corpo da capela tinha acesso a través da escada externa. As paredes remanescentes são em alvenaria de pedra e o tratamento em cantaria em toadas as envasaduras comprova um apuro construtivo que se verifica também nas suas relações de proporções. Possui ainda as portadas de pedra em arco batido. As ruínas do armazém que se localiza 300 metros abaixo da capela, também são de alvenaria de pedra e têm portadas de formato retangular, onde ficavam as portas na fachada frontal.

hspace=0 EVENTOS:

Calendário de Janeiro a Dezembro:

 

hspace=0 INFORMAÇÕES ÚTEIS:

PREFEITURA MUNICIPAL DE MAGÉ

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Telefones: (21) 2650-9468  

Sites: http://www.mage.rj.gov.br/

SUB-PREFEITURA:

E-mail:

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INFORMAÇÕES AO TURISTA:

Terminal Rodoviário Novo Rio:

Av. Francisco Bicalho, 01 - Santo Cristo
Telefone: (21) 3213-1800
Rio de Janeiro-RJ
Funcionamento 24 horas  

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OUTROS:

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Sites: http://pt.wikipedia.org

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