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Itaperuna

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Roteiros do Brasil

Região Noroeste das Águas

 

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

A região de Itaperuna foi desbravada por José de Lannes Dantas Brandão a
partir de 1829, após sua deserção da Milícia do Exército. Ao chegar nessa região em 1834, se estabeleceu num lugar que foi denominado Porto Alegre. Pelos serviços de colonização prestados à Coroa, com o advento da economia cafeeira foi perdoado, tendo sido morto por seus escravos em 1852.
Em 1885, o arraial foi elevado à categoria de Vila de Itaperuna levando esse nome por ser passagem para se chegar a Pedra do Elefante, localizada em Carangola.
Em 1887, foi criada a Freguesia de São José do Avaí, nome em homenagem às Armas Brasileiras na Guerra do Paraguai. Foram doados 15 alqueires de terra para patrimônio dessa Vila pelo Sr. Jayme Porto e Senhora.
Em 10 de Maio de 1889 foi feita a primeira eleição para a Câmara dos Vereadores, sendo a vitória dos Republicanos, que tomaram posse no dia 4 de Julho do mesmo ano. Sendo portanto a primeira Câmara do País, em pleno Regime Monárquico.
Em 06 de Dezembro de 1889 foi a Vila de São José do Avaí transformada em Município de Itaperuna, sendo criada sua respectiva Comarca.
Do território original do Município de Itaperuna foram desmembrados outros seguintes: Bom Jesus do Itabapoana em 1938, Natividade e Porciúncula em 1947 e Laje do Muriaé em 1962, ficando Itaperuna com seu atual contorno.    

Significado do Nome

A palavra Itaperuna, foi usada pela primeira vez na legislação do Estado, na assinatura do Decreto n. 2.810, de 24 de novembro de 1885. Ésse nome foi escolhido, segundo sabemos, pelo Dr. Francisco Portela que, como médico da prefeitura de Campos e depois presidente da Estrada de Ferro do Carangola, tinha contato com a nossa zona desde 1871. Conhecia, portanto, a nossa gente e os acidentes geográficos da região, onde, aliás, gostava de caçar nos seus lazeres, e era amigo da família Fernandes, proprietária da fazenda de Bananeiras, cuja família, tinha outros parentes domiciliados em Porciúncula, naquele tempo, Santo Antônio do Carangola.
Nas suas caçadas, embrenhado pelas matas, o Dr. Francisco Portela conheceu uma grande elevação de pedra na parte ocidental da freguesia de Santo Antônio do Carangola, cuja elevação, a maior daquelas paragens, parecia o dorso de um elefante. Realmente, essa pedra passou a chamar-se Pedra do Elefante, cujo nome ainda conserva até hoje.
Para quem vinha do sul com direção ao norte, até chegar a essa pedra, teria de passar pelo local onde se encontra, hoje, a cidade de Itaperuna.
O nome de Itaperuna teve origem na existência dessa pedra. Ita - quer dizer, em guarani, pedra; una - preta, e, per - caminho, o que vem a ser: caminho da pedra preta: Itaperuna.
Êsse foi o sentido da escolha do nome, e, por isso, o registramos para a história.

Aniversário da Cidade

10 de Maio 

Genítilico

itaperunense

População

95.876 habitantes

hspace=0 CARACTERÍSTICAS:

Itaperuna é uma cidade quente no clima e tem calor tambem nos coraçao dos itaperunenses. Venha passar suas férias em Itaperuna!

Clima 

Tropical

Temperatura Média

 

hspace=0 COMO CHEGAR:

Localização

Noroeste Fluminense

Limites

Cambuci, Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, São José de Ubá, Patrocínio do Muriaé (MG), Eugenópolis (MG) e Antônio Prado de Minas (MG).

Acesso Rodoviário

Saindo do Rio de Janeiro 
Seguir pela Linha Vermelha até a saída para a Rod. Washington Luís, ou Rio - Juiz de Fora (BR-040). Entrar à direita na Rod. Rio-Teresópolis (BR-116) até o município de Além Paraíba (já no estado de MG). Pegar a Rod. Lúcio Meira (BR-393) e continuar pela RJ-186 (Pirapetinga - Bom Jesus). Entrar à esquerda na BR-356 (S. João da Barra - Muriaé) e seguir até o centro do município de Itaperuna. 

Distâncias:

Da Capital:

232 km

Outras:


hspace=0 TURISMO:

Resumo:

Principais Pontos Turísticos

Cachoeira da Fumaça

O atrativo é formado pelas águas do Rio Muriaé. O primeiro local de interesse avistado é uma piscina natural, de fundo rochoso com presença de plantas aquáticas. Nessa parte é possível tomar banho sem perigo pois não há correntezas fortes. Mais abaixo o curso do rio se altera, se dividindo na altura de uma pequena ilha, de nome desconhecido, mal cuidada e repleta de capim. Junto a um dos lados da ilha registra - se a presença de três quedas dágua: A primeira, a menor delas, forma uma pequena piscina natural, existindo uma rocha de 4 m bem à sua frente. A segunda, a maior de todas, tem largura aproximadade 30 m e altura de 20 metros. A terceira queda com altura aproximada de 8m, possui um volume de água muito maior do que as outras. A segunda e a terceira queda se unem formando um fosso muito profundo, não sendo aconselhável para a prática de banhos por se tratar de um lugar com fortes correntezas. A colaboração da água não é muito cristalina devido as propriedades do solo, formado em sua maior parte de saibro. Contudo, é um ótimo local para banhos, pois sua temperatura é morna. O entorno é formado por vegetação rasteira e de médio porte em toda a extensão do Rio Muriaé e do atrativo.

Fonte Avahy

Uma fonte de água consideradamilagrosa pelos índios Puris, antigos habitantes da região de Itaperuna, se transformou na empresa de água mineral Avahy, instalada a 10 Km do município. Por suas propriedades físico-químicas, a água passou a ser consumida pelos nativos e o que era considerado milagre, na verdade, tinha uma explicaçõ científica. Médicos da época constataram suas características terapêuticas e começaram a receitar a água a seus pacientes que apresentavam problemas digestivos e reumáticos. O sucesso foi tão grande que os proprietários das terras onde existe a a fonte decidiram engarrafar a água. Isto aconteceu em 1919, quando os processos de captação da água foram construídos por especialistas e nos mesmos moldes das águas minerais francesas. Atualmente, cerca de 240 mil litros de água brotam diariamente da nascente onde está instalada a empresa.

Rio Carangola

O Rio Carangola nasce na Serra do Cabuçu, no Estado de Minas Gerais, com um curso aproximado de 52 Km, sendo o principal afluente da margem esquerda do Rio Muriaé. Possui águas barrentas e frias, não havendo praias e nem cachoeiras que se destaquem. Sua navegação só é possível por embarcações de pequeno calado. O rio entra na região do município de Itaperuna logo após passar pelas terras da Fazenda da Conceição( Natividade ). Depois de percorrer uma área rural, só de pastagem e plantações, alcança a Fazenda da Divisa, onde a Estrada de Ferro Leolpoldina começa a acompanhar o curso do rio até junto a sua foz, no Rio Muriaé. O Rio Carangola é considerado um rio rural, sua vegetação em torno é rasteira, destacando- se algumas fazendas às suas margens como a Fazenda Serraria e Fazenda do Entroncamento. Na sua foz, quando deságua no Rio Muriaé, presença de diversas ilhas, que compõem uma linda paisagem natural.

Rio Muriaé

O Rio Muriaé pertence aos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. É afluente da margem esquerda do Rio Paraíba do Sul. Nasce na Serra das Perobas em Minas Gerais próximo a fronteira com o Estado do Rio de Janeiro. Seus afluentes da margem direita são Barro Branco, Salgado, Limoeiro, Tanque, Cubatão e São domingos. Pela margem esquerda : Bambuí, Córrego, Boa Ventura, Três Barros, Fumaça, Capivara e carangola, seu principal afluente. Corre em direção ao Estado do Rio de Janeiro, no sentido oeste- leste, vindo desaguar no Rio Paraíba do Sul, pouco acima da cidade de Campos. Suas águas são barrentas e frias, mas os recursos hídricos proporcionados pelo rio, são contudo maior importância para o abastecimento dágua à cidade de Itaperuna e desenvolvimento da rizicultura em todo o município, embora o aproveitamento dessa lavoura se efetue sem técnicas, utilizando baixadas planas e alagadiças. O Rio Muriaé denota pequeno declive e a maior parte do curso ocorre afloramento cristalinos que provocam correntezas e quedas dágua, merecendo destaque a Cachoeira da Fumaça, em Retiro do Muriaé. Não há registro de praias propriamente ditas, mas existem no seu curso locais propícios para banhos. Sua extensão é de cerca de 300 Km, das quais 40 Km são navegáveis para embarcações de pequeno calado. O regime da bacia do Rio Muriaé está ligado às condições climáticas, mais a resposta do sistema hidrográfico ao regime de chuvas da área não se realiza de forma simultânea. O período de rebaixamento do nível do rio corresponde à estação seca, que tem início em maio e atinge situações críticas em agosto. O índice máximo pluviométrico em dezembro corresponde ao máximo hidrológico em janeiro, com freqüentes inundações nas suas margens. Presença de ilhas sendo de grande importância a Ilha de Itapuã e a Ilha Cione, ambas exploradas como clube de lazer. O Rio Muriaé é propicio para a prática de pesca, sendo encontrados principalmente o cascudo, tainha e robalo. É acompanhado, em todo seu curso no Município, pela BR - 356 e a Estrada de Ferro Leopoldina. As cidades de Retiro de Muriaé, Itaperuna e Nossa Senhora da Penha estão situadas às margens além de várias fazendas, com suas pastagens e plantações, destacando - se a arquitetura da Fazenda de São Domingos. A vegetação em seu entorno é formada por árvores de pequeno a médio porte.

Monumento ao Cristo Redentor

É impossível passear pelas ruas de Itaperuna sem que os olhos esbarrem com a silhueta pétrea do Cristo Redentor. Situada no ponto mais alto do perímetro urbano o morro do Castelo a imagem do filho de Deus feito Homem paira absoluta sobre a cidade, convocando o povo à devoção religiosa.
De fato, aqui muitos caminhos levam ao Cristo. Chegar à estátua é fácil, bastando subir vias calçadas transversais à avenida Cardoso Moreira ou ainda uma que sai da rua Vinhosa. Uma vez no cimo do morro, o visitante terá uma visão de toda a cidade espalhada em bairros ao longo do Muriaé. Uma exclamação decerto lhe fugirá dos lábios quando avistar aquilo que se pode figurar como um mar de morros que envolve os arredores até onde os olhos não mais alcançam.
Inaugurado em 1966, durante as comemorações do aniversário do município, o monumento possui vinte metros de altura e seuprojeto coube ao escultor capixaba Antônio Francisco Moreira, responsável por outra imagem do Cristo na cidade de Guaçuí-ES. O desenho e a iniciativa da construção ficavam por conta de Cláudio Cerqueira Bastos, que, ao que parece, cumpria uma promessa. Idealizador de outros projetos comunitários na cidade, como o Clube Renascença, o popular Claudão seria eleito prefeito de Itaperuna para um mandato de seis anos entre 1982 e 1988. Durante esse período a pintura do monumento foi recuperada e recomposto o seu sistema de iluminação artificial.
Destacado hoje em noites escuras sob as luzes amarelas de três holofones, a imagem do Cristo - cujas postas de pedra foram esculpidas e trazidas de caminhão do Espírito Santo - torna-se um espetáculo sem adjetivos em meio à névoa de inverno que a envolve. O morro e o pedestal circular do monumento desaparecem restando o Cristo quase que a levitar por sobre as nuvens.

Águas de Raposo

Quase perdido numa área estreita entre morros - a meio caminho de Itaperuna e Muriaé - o povoado de Raposo, costuma ficar nas retinas mais sensíveis como uma espécie de refúgio paradisíaco onde a tranqüilidade desceu de alguma mata ou de Minas e encontra-se ancorada numa de suas ruas. Esse tipo de celebração torna-se perfeitamente justificável; para aquele que conhece o lugar, com a pracinha da igreja de Santo Antônio, os paralelepípedos, a cal no meio-fio e os braços de madeira que unem um cavalo tomado de preguiça a uma charrete colorida.
Elevado à categoria de estância hidromineral por decreto do ex- governador fluminense Paulo Torres, Raposo possui atualmente dois parques de águas minerais com propriedades terapêuticas, além de uma Infra-estrutura considerável para a prática turística. As fontes locais chegam a ser comparadas por médicos especializados às de Vichy, na França,

Parque Raposo:

Foram os estafetas que, nos anos 30, sobressaltaram-se com o ronco fugido das entranhas da terra, às margens de um caminho dentro da fazenda da Antônio Raposo de Medeiros. Aguçada a curiosidade, colocaram de lado as montarias e correspondências e dispuseram-se a cavar, até encontrarem uma água cristalina com gosto diferente e que lhes fizera grande bem. Descoberta a fonte e registrada há 53 anos pelo proprietário das terras, ficou conhecida como Água Santa do seu Raposo.
No ano desse centenário, o Parque Raposo compõe-se de três diferentes águas carbogasosas, cada qual com sabor e propriedades terapêuticas próprias.
A primeira dessas águas - a Raposo - empresta seu nome ao parque e ao povoado, sendo muito conhecida e apreciada como auxiliar no tratamento de cálculos renais e contra os males hepáticos e dermatoses. Há vinte anos eram vasos de ágata que penetravam no poço, recolhiam a água e despejavam em garrafas com o auxilio de funis Desde então, a água Raposo passou por esse e outros processos manuais de engarrafamento, sempre primando por regras de higiene que mantinham a pureza do produto. Já em 1984, existe uma aparelhagem que enche até 600 engradados por dia.

Águas de Cubatão

(Hoje com o nome de Super Ita)
Captada da rocha viva em terras da Fazenda Cubatão, dentro do 1º distrito de Itaperuna, a fonte hidromineral Cubatão foi descoberta por Lutergande Vieira em 1920.
Guardadas na lembrança de alguns senhores cujo tempo se encarregou de ocultar, as peculiaridades de sua glória e decadência por certo confundem-se em charme e história com as do Avahy e de Raposo. Poucos dados ficaram, como aqueles que confirmam o início de sua exploração comercial autorizada por decreto em 26 de maio de 1958. Quase três décadas mais tarde, em 1984, 216 mil litros em média de água da fonte eram engarrafados a cada mês para o abastecimento do mercado fluminense e de outros estados.No ano do centenário (1989), o processo de engarrafamento encontrava-se parado mas atualmente foi reativada.
A água mineral Cubatão, por sua vez, continua jorrando frescor e saúde numa bica protegida por um pequeno pavilhão de grades e concretos, na fazenda, a oito quilômetros do perímetro urbano de Itaperuna. O lugar é isolado e aprazível, destacando-se pastagens imensas de gado, árvores frutíferas e área aberta para piquenique e churrascos. Para se proteger das intempéries, o visitante encontra pequenas cabanas e bancos de cimento.  

Parque Soledade

Igreja Matriz de São José do Avahy 

Estação Ferroviária

Cia. E. F. Carangola (1881-1890)
Cia. Barão de Araruama (1890)
E. F. Leopoldina (1890-1975)
RFFSA (1975-1977) 
ITAPERUNA (antiga PORTO ALEGRE)
Município de Itaperuna, RJ 
Linha de Carangola - km    RJ-0563
Inauguração: 17.10.1881
Uso atual: demolida   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d 
 
Histórico da Linha
: A Companhia Estrada de Ferro do Carangola foi constituída em 20 de março de 1875. Tinha a concessão para diversas linhas nas Províncias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Entre essas, o que viria a ser mais tarde a linha de Carangola, incorporado pela Cia. Leopoldina em 1890, foi aberto entre as estações de Murundu e de Santo Antonio do Carangola (Porciúncula) entre os anos de 1878 e 1886. A Linha de Carangola foi extinta pela Refesa em 31/12/1973 no trecho entre Porciúncula e Itaperuna, e em 1/11/1977 no trecho restante. 
 
A Estação
: A estação de Porto Alegre foi inaugurada em 1881, na fazenda adquirida não muito tempo antes pelo Comendador Cardoso Moreira, fazendeiro e principal acionista da E. F. Carangola, além de grande investidor em obras na região. Era então a estação terminal da linha que vinha de Campos e Murundu, e assim ficou por alguns anos até que fosse definitivamente prolongada até Porciúncula, devido a disputas de interesses entre a E. F. Leopoldina e esta ferrovia no trecho próximo a Carangola. Como é sabido, o trecho entre Murundu e Campos da E. F. Carangola mais tarde tornou-se parte da linha do litoral, sendo denominado de Linha do Carangola o trecho entre Murundu e Porciúncula. até finalmente serem terminadas, alcançando Porciúncula, na linha de Manhuaçu. A ferrovia foi vendida em 1890 para a E. F. Barão de Araruama, que poucos meses depois a repassou para a Leopoldina, embora essa venda apareça como tendo ocorrido em 1888, segundo alguns autores. Tanto a estação quanto a cidade que se formou à sua volta, em 1889 passaram a se chamar Itaperuna, depois de um curto período com o nome de São José do Avaí. Trens de passageiros foram desativados em 1/11/1977, quando a estação foi fechada. Nessa época, o trem saía diariamente de Murundu às 8:25 da manhã e chegava em Itaperuna, então estação terminal desde 1973, quando foi suspenso o trecho entre ela e Porciúncula, às 12:08. Às 14:00, o trem partia de volta para Murundu, onde se encontrava com o trem que ia para Niterói. A estação já foi infelizmente demolida, segundo Flávio Lemos, de Itaperuna (10/2004) .

hspace=0 EVENTOS:

Calendário de Janeiro a Dezembro:

- Festas Religiosas - Uma tradição viva em Itaperuna, as festas em louvor a santos costumam reunir centenas de pessoas nas notes dos arredores de capelas e igrejas espalhadas pelo município. Essa é uma boa ocasião para se confraternizar com amigos entre barraquinhas de salgados e doces, preparando-se para as missas e ladainhas da manhã posterior.
As três paróquias católicas do município têm como padroeiros São Benedito, Nossa Senhora de Fátima e são José do Avahy - que estende seu padroado ao povo itaperunense. Mas o auge das festas religiosas, corno não poderia deixar de ser, é o mês de junho, quando se realizam os festejos em louvor aos populares São João, São José e Santo Antônio, o casamenteiro. Igrejas, grupos escolares, clubes de serviço e entidades assistências, cada qual promove sua festa particular que normalmente envolve toda a comunidade da rua via ou bairro onde acontece. Bandeirinhas são estendidas de um posto a outro, quadrilhas são formadas, levanta-se o pau-de-sebo e o festeiro acende a fogueira. Tudo pronto para a noite que se anuncia, ainda em muitos lugares, ao som de sanfona, triângulo e caixa.
A animação é temperada pela batata-doce assada no braseiro e principalmente pela aguardente, que ajuda a espantar o frio do início de inverno. Neste particular as festas juninas do município são uma boa oportunidade de saborear a cachaça feita quase que artesanalmente no alambique da fazenda da Floresta, a 25 minutos de carro do centro da cidade.

 Março

- Dia de São José (padroeiro da cidade)

 Abril

- Início de Abril - Festa do Clube do Cavalo 

 Maio

- Último Domingo do mês - Festa do Carro de Boi - Todos os anos, em Raposo, consagrado a Nossa Senhora - é reservado à tradicional festa dos carros de boi. A procissão desses veículos rústicos encontra sua origem nas obras de ampliação e reforma da igreja de Santo Antônio, ali mesmo no povoado, em 1962.
Dois jovens visitantes, com fortes convicções religiosas, haviam reunido parte da comunidade em torno da reconstrução do templo e os materiais para os trabalhos costumavam chegar para os pedreiros e carpinteiros improvisados por intermédio de carros &, boi - meio de transporte muito usado na região, graças à herança cultural de Minas. Desde então, esses veículos e religiosidade se misturam ao povoado.
As rodas pesadas que gemem ao compasso duro dos ruminantes e pencas de frutos e condimentos que lhes caem do costado concedem uma liturgia própria aos festejos que ainda são acrescidos, durante toda a semana que antecede ao último domingo, de fanfarras na rua, do concurso de cavaleiros, dos fradinhos enfeitados e de um famoso leilão de prendas e artesanato. Tudo regado com saborosos oles de vinho de jabuticaba.

- Festa de 10 de maio - O 10 de maio, que marca a eleição da primeira Câmara Municipal com maioria republicana no pais, parece que ficou definitivamente incorporado ao calendário itaperunense como a data magna do município. Todos os festejos comuns numa cidade interiorana por ocasião de seu aniversário de fundação convergem para esse dia e para o final de semana que dele mais se aproxima. Assim, desfites cívico-escolares, execuções de hinos, retretas e outras solenidades se agrupam em quatro ou cinco dias inteiros de maio, que deixam a pacata Itaperuna em polvorosa, atraindo famílias e jovens de municípios próximos.
Numa região de traços nitidamente rurais esses festejos são acrescidos de uma das maiores exposições agropecuárias do estado, promovida pela CAPIL Cooperativa Agropecuária de Itaperuna Ltda. Além de vários stands com gado selecionado entre raças como gir, nelore, guzerá e outras, o parque de exposições da CAPIL - situado numa grande área ao lado da beneficiadora de leite, no bairro Cidade Nova - possui um espaço para rodeios, onde comumente se exibe a famosa equipe Estrela de Prata que, dentre suas façanhas, se inclui uma apresentação que ocupou um capítulo quase inteiro da novela Fera Radical, da Rede Globo.
Na lateral oposta às arquibancadas desse espaço de rodeios, há um palanque para shows de artistas da terra ou vindos de fora. Num pequeno aclive, pouco depois dos stands de cavalos de raça e outros expondo produtos de agricultura e indústria locais, costumam ficar barracas de comes e bebes, muitas com música ao vivo, onde pessoas de todas as idades se reúnem até a virada da madrugada.
Para as crianças não poderia faltar um parque de diversões, com roda gigante, tobogã, auto-pista, trem fantasma e o concorrido espetáculo de transformação de Monga, a mulher gorila. Esses atrativos do parque de exposições e os bailes que normalmente acontecem nos clubes locais absorvem todo o movimento das praças e dos barezinhos nas ruas centrais da cidade, deixando-nas mais tranqüilas e bucólicas que de costume. Uma exceção é a manhã do dia 10 de maio, quando a histórica avenida Cardoso Moreira fica pequena diante de centenas de pessoas que se acotovelam para assistir ao desfile dos estudantes, das entidades assistências, dos componentes do Tiro de Guerra, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e de outras instituições.
 
 Setembro

- Final do mês - Festa de aniversário da CAPIL

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