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Guanambi

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Roteiros do Brasil

Região

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

O município de Guanambi foi criado pela Lei Estadual n.º 1.364, de 14 de agosto de 1919, desmembrado do de Monte Alto e constituído do distrito de Bela-Flor. A instalação do novo município ocorreu no dia 12 de janeiro de 1920, quando tomou posse e assumiu as funções o primeiro intendente, Balbino Gabriel de Araújo Cajaíba.
A administração municipal de Monte Alto havia criado o distrito de Lagoa da Espera, reduzindo a área territorial do distrito de Bela-Flor e alterando os seus limites interdistritais. No dia 8 de janeiro o intendente sancionou a Lei n.º 2, votada pelo Conselho Municipal, que criou dois distritos de Paz no município de Guanambi, sendo o primeiro o da sede e o segundo o de Mucambo.
Esta lei (n.º 2) somente chegou ao conhecimento do público depois de aprovada pela Lei Estadual n.º 1.589, de 28 de agosto de 1922. Importantes faixas territoriais dos municípios limítrofes foram abrangidos por Guanambi na fixação dos limites dos distritos, inclusive o povoado de Lagoa da Espera, já sede de um distrito de Monte Alto.
Mucambo, mais tarde, em 1º de janeiro de 1945, por força de lei federal que definiu um novo quadro territorial nacional, recebeu o nome de Candiba. Sua autonomia política e administrativa veio em 1962.
A mesma lei federal deu a Lagoa da Espera, que em 1929 passou a ser chamada de Itaguaçu, o topônimo de Mutans, em razão de haver no estado do Espírito Santo um município com o mesmo nome. Mutans, em tupi, significa jirau feito no alto da árvore, para espera da caça, utilizado pelos índios. Lagoa da espera era justamente o local onde os caçadores da região ficavam, escondidos no alto das árvores, à espreita dos animais.
O antigo arraial de Beija-Flor, depois Bela-Flor, pela Lei n.º 1.364, de 14 de agosto de 1919, que criou o município, foi elevado à categoria de vila com a denominação de Guanambi. Mais tarde, por decreto-lei n.º 10.724, de 30 de março de 1938, tornou-se cidade. Está a 14 graus, 13 minutos e 50 segundos Latitude Sul; a 44 graus, 55 minutos e 26 segundos Longitude Oeste (de Londres); a 525 metros acima do nível do mar e a 490 quilômetros, em linha reta, de Salvador, na direção oeste-sudoeste.  

Significado do Nome

Procedência etimológica Tupy Guarany das palavras guainumbi, guanumbi, guanambi, que significam beija-flor.  

Aniversário da Cidade:

14 de Agosto  

Gentílico:

guanambiense

População:

78.801 habitantes 

hspace=0 CARACTERÍSTICAS:


Clima:

Quente  

Temperatura Média:

25º C  

hspace=0 COMO CHEGAR:


Localização:

Centro Sul Baiano  

Limites:

Norte: Igaporã, Caetité, Matina;
Sul: Candiba, Sebastião Laranjeiras;
Leste : Pindaí e Caetité;
Oeste : Palmas de Monte Alto 

Acesso Rodoviário:

BR-030, BA-262 e BR-324 

Distâncias:

Da Capital:

796 km   

Outras: 

 

hspace=0 TURISMO:

Resumo:


Principais Pontos Turísticos:

Casa de Dna. Dedé 

Esta antiga casa de chácara está, hoje, situada no perímetro urbano, e serve de fundo à Rua Manoel Vitorino. Sua fachada lateral esquerda está voltada para o início da estrada que liga Guanambi às cidades de Pindaí e Candiba. Sem recuos, e formando uma esquina, o monumento tem, na sua vizinha imediata, casas de pequeno porte, de construção recente. Na parte posterior conserva um enorme pomar, que é cortado pelo Rio Carnaíba de Dentro. 

Solar dos Barros

Localizado no Distrito de Mutãs, à rua Rodrigues Lima, S/Nº, a popular Casa de Gambá, assim chamada por residi-la o Sr. Antônio Gambá. Foi construída na década de 60 pelo Sr. Osvaldino José de Souza. Já foi sede dos Correios e, recentemente, foi adquirida pela Prefeitura que pretende restaurá-la.

Fundação Joaquim Dias Guimarães

Instalada na rua D. Pedro II, foi fundada em março de 1994, com a finalidade de manter vivas as raízes de nossa história, preservar as relíquias de nossos antepassados. Essa Fundação promove anualmente, além de outras atividades, o tradicional Abraço da Cidade, evento que envolve escolas e entidades de Guanambi.

Antigo Prédio da Prefeitura

Localizado na Rua Dr. Fernandes, foi inaugurado no ano de 1959 pelo então Prefeito João Joaquim Fernandes. Até o ano de 1986 foi a sede do Poder Executivo e por lá passaram grandes nomes de nossa história política.

Igreja Matriz de Guanambi

A Paróquia de Santo Antônio, localizada na Praça Getúlio Vargas, foi construída a partir de 1870, marco da fundação de Beija-Flor. Suas linhas arquitetônicas da época neocolonial retratam a memória da cidade. É um cartão postal de nosso torrão.

Lajedo Dde Leocádia

Nas proximidades da cidade localiza-se os Caldeirões da Caiçara, local onde se encontra um caldeirão especial no qual foi atirado o corpo de Leocádia, depois de atado em blocos de pedras. Acredita-se que aquela formação no rochedo tenha ganhado moldes de um caixão, evidenciando assim a crença na santidade daquela jovem cruelmente assassinada.

Grupo Escolar Getúlio Vargas

Localiza-se na praça Tancredo Neves. Constitui uma obra valiosa, pois sendo a primeira Escola Estadual de Guanambi, inaugurada em 10 de novembro de 1938 pelo intendente José Ferreira Costa, permanece ativa e histórica.Ainda em funcionamento.

Mercado Municipal

Localizado na praça Coronel Cajaíba, foi inaugurado em 1950 na gestão do Dr. Nelson Castro Bastos. Contribuiu durante muitos anos para o comércio local. Atualmente, com o nome de Mercado de Artes, comercializa produtos artesanais e outros produzidos em Guanambi.

Cruzeiros

Os cruzeiros são marcos de fé e história de vida de um lugar. Na região eles conservam na terra as raízes de nossa gente, os fatos, acontecimentos e crendices de nosso povo. Destacamos os Cruzeiros de:
Cruzeiro de Monte Pascoal
Cruzeiro da Cova de Leocádia
Cruzeiro do Cemitério
Cruzeiro do Gentio`

Prédio dos Correios

Construído em 1960 na praça Getúlio Vargas, possui arquitetura moderna e, desde o ano de referência, contribui para o desenvolvimento do município.

Sobradinho de Joaquim Domingues de Souza

Localiza-se na atual praça Tancredo Neves. Foi construído no ano de 1930. Em suas paredes internas existem vários trabalhos a óleo de autoria do artista, in memorian, João Pintor.

Túmulo de Leocádia

Localizado nas proximidades da cidade de Guanambi Caldeirões da Caiçara, a Cova de Leocádia é visitada, sobretudo nos dias de sexta-feira da Paixão e finados.

Túmulo de Joaquim Dias Guimarães

Na parte interna de uma das residências (casa de nº 151) da Rua 7 de Setembro (antiga Rua das 7 Portas), está localizado o Túmulo de Joaquim Dias Guimarães, um dos fundadores do Arraial de Beija-Flor

Casa Grande da Fazenda Poço Comprido

Casa situada sobre um pequeno terrapleno de onde se avista grande extensão de pastos, tendo como fundo a silhueta ondulada das serras circundantes. Na parte posterior do edifício existe um grande pomar. O acesso à casa se faz partindo-se da Sede Municipal pela BR-030, na direção de Palmas de Montes Alto. Na altura de 5 Km, toma-se à direita uma estrada vicinal, por onde se deverá percorrer 12 Km, aproximadamente, até chegar à fazenda.

É um edifício de relevante interesse arquitetônico, desenvolvido em um piso. Apresenta sótão central, sem iluminação, que aproveita o desvão do telhado e que funciona como depósito. Possui planta regular, recoberta por telhado em quatro águas com terminação do tipo beira-seveira. Em dois dos quartos e nas salas principais existem vestígios de barras de pintura policromática, que teriam sido executados por Francisco Alves Badaró. 

É uma casa de fazenda típica da Serra Geral e parte da Chapada Diamantina, com planta retangular, predominando a largura sobre o comprimento. Nesse edifício, ao contrário da maioria dos casos, o acesso se faz diretamente pelo grande salão de visitas e não pelo corredor central. Apresenta outra característica freqüente nas casas rurais da região: o sótão central não iluminado.

Casa dos Prates

Está localizada no Distrito de Mutãs, na Praça Joaquim Prates. Foi constituída no início da década de 30 por Rogaciano Francisco de Moraes. Em dezembro de 1939 o Sr. Joaquim Prates torna-se o seu proprietário e os seus familiares – os Barros, passam a habitá-la até o presente momento. Seu projeto original consta 18 cômodos de formidável distribuição arquitetônica, além de um jardim que ornamenta sua estrutura física. A casa destaca-se, sobretudo, por apresentar em seu exterior um número de 19 janelas em estilo neocolonial.

Povoado dos Morrinhos

Por volta de 1927, deu-se início ao Povoado de Morrinhos com a construção de uma pequena Capela, onde as primeiras famílias (Xavier e Cotrim) se reuniram para celebrarem os santos dos meses de maio e junho.

Esta capela foi construída pelo Senhor Joaquim Venâncio Cotrim (Quinca Cego) e no decorrer dos tempos foi ampliada pelo Sr. Juvêncio Xavier Cotrim, irmã do construtor.

O Padre Liberato foi o pioneiro em celebrações de Missas nesta Capela compreendida entre o Distrito do Gentio (Ceraíma) e a cidade de Caetité. Ao lado dela foram construídas as primeiras casas, tendo como moradores os Senhores: Osvaldo Pimentel, Generaldo Teixeira, Joaquim Ciriáco e Ilídio Monteiro.

Mais tarde, a pedido do Sr. Joaquim Ciriáco ao deputado Dr. Francisco Fernandes, na Gestão Administrativa Municipal de Guanambi, do então político Joaquim Fernandes, foi construído um prédio escolar denominado Padre Liberato, educandário projetado para ser constituído na Fazenda Barro Vermelho mas pela conveniência foi erigido ao lado da Capela, tendo como primeira professora a Srª Alzira Carolina da Silva Normanha.

Anos após, na Gestão Municipal de Jonas Rodrigues, foi instalado ao lado deste prédio o Grupo Escolar Municipal Assis Freire, e nesta mesma gestão estradas foram beneficiadas, poços foram abertos e, com a seca de 1976, foi implantado o SERIM (frente de serviço) em prol da população. Uma barragem na Lagoa do Barra, feita pela CODEVASF, trouxe muitos benefícios aos agricultores.

Assim o progresso chegou ao pequeno Povoado. Ruas foram calçadas, redes de energia e água instaladas, a construção da Unidade Escolar Municipal Anísio Cotrim Fernandes, Posto Telefônico e até mesmo um trecho de asfalto ligando Morrinhos à BR 030.

Lagoa das Pedras

Nas encostas da Serra Geral da Bahia, regionalmente denominada de Serra do Monte Alto e, às margens de um lago, surgiu um arraial constituído de caçadores, vaqueiros e tropeiros ou bruaqueiros. Havia nas proximidades da Lagoa da Espera enormes currais de gado que possibilitavam melhores condições para labuta com a criação que, solta no mato, voltava para beber água naquele manancial. Com dificuldade de correr, devido ao volume de água ingerida, tornava-se vulnerável ao aprisionamento ali mesmo nos currais, após os barrancos da lagoa. Daí o fato dos vaqueiros ficarem à espreita do gado naquela aguada ou, na busca do mesmo por terras longínquas, desafiá-lo em grande corrida pela vegetação serrana e ocasião dos poucos atalhos por onde percorreram até se permanecerem na adjacência daquela extensão de água.

A Lagoa da Espera era também ponto de caça dos primeiros moradores, índios que armavam ali jaraus à beira do lago para caça e pesca. Daí o nome dado. Foi também passagem de tropeiros que faziam o transporte de mercadorias, para a região do São Francisco. 

Tempos depois, em 1919, Guanambi desmembra-se de Palmas do Monte Alto, que cria o Distrito de Lagoa da Espera com o temor de que seja incorporado ao quadro territorial de Guanambi. Porém, no dia 08 de Janeiro de 1920, o então intendente desta cidade, o Coronel Balbino Cajaíba, sancionou uma Lei criando dois Distritos de Paz no Município: o da Sede e o do Distrito de Mucambo, (atual Candiba), cujo limite fazia parte a localidade de Lagoa da Espera, indo até a localidade de Lameirão de Cima, ponto que, até hoje é divisa entre a cidade de Guanambi e Palmas de Monte Alto.

Interessante observar, ainda, que o Segundo Distrito de Guanambi, Mucambo, não preenchia, naquela ocasião, os requisitos mínimos e legais exigidos para considerar-se Sede Distrital, uma vez que possuía um número irrisório de residências, por isso, a sua Sede foi transferida, por alguns anos, para o Distrito de Lagoa da Espera.

No dia 20 de Agosto de 1929, pela Lei Estadual número 2.219, foi criado no Município de Guanambi o Quarto Distrito da Paz com sede no Povoado da Lagoa da Espera que teve equivocadamente, ao nosso ver, nova denominação, passando a se chamar Itaguaçu, cujo prefixo Ita(tupi Itá) é termo com o significado de pedra e o adjetivo Guaçu (TUPI Uasú) significa grande. Portanto, Itaguaçu significa pedra grande, em referência aos grandes rochedos cravados naquela extensão da Serra Geral que, pela sua enormidade e beleza, constitui num patrimônio natural de inestimável valor.

Não obstante a esse fato, em 1º de Janeiro de 1945, período em que o Brasil passava por uma revisão em seu quadro territorial, como já existia no Estado do Espírito Santo uma cidade com o nome Itaguçu, o nosso Distrito passa a se chamar Mutãs que, Segundo referências, o topônimo foi indicado com o objeto de conservar sua a histórica denominação de Lagoa da Espera.

Mutãs, plural de Mutã, (tupi Mytá) espécie de palanque em que no mato o caçador se coloca à espera da caça ou do pescador à espera do peixe à beira d’água. Outras definições existem em analogia a Mutã, como sendo uma espécie de cesto que os índios usavam para pegar os peixes, ou ainda, um tipo de rede, traçada de cipó com a mesma finalidade e, também, para aprisionar animais e pássaros, quando colocados entre os galhos das árvores ou na água . Portanto uma armadilha substitui a palavra Lagoa da Espera, que se traduz, na realidade, como tocaia, um ponto onde os caçadores espreitavam a caça.
 
Os Cruzeiros

Os cruzeiros são marcos de fé e história de vida de um lugar. Na região eles conservam na terra as raízes de nossa gente, os fatos, acontecimentos e crendices de nosso povo. Entretanto destacamos:

Cruzeiro de Monte Pascoal: Marco inicial da fundação do Arraial da Beija-Flor.

Cruzeiro da Cova de Leocádia: para registrar a existência de Beija-Flor, os moradores do arraial colocaram um cruzeiro de madeira no local que recebe o nome de Largo do Cruzeiro. O mesmo, muito tempo depois, foi transferido para a cova de Leocádia.

Cruzeiro do Cemitério: No Cemitério Municipal de Senhor do Bonfim está localizado um cruzeiro de muita história.

Cruzeiro do Gentio: É um cruzeiro centenário, o mesmo do Sangradouro da Lagoa (1854), que foi transferido para as encostas do Morro do Espírito Santo (Ceraíma) em 1954.   

hspace=0 EVENTOS:

Calendário de Janeiro a Dezembro:


 

hspace=0 INFORMAÇÕES ÚTEIS:

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUANAMBI

E-mail:

Telefones: (77) 3451-8700 / 8710

Sites: http://www.guanambi.ba.gov.br/

SUB-PREFEITURA:

E-mail:

Telefone:

INFORMAÇÕES AO TURISTA:

EMPRESAS DE ÔNIBUS DA REGIÃO

Gontijo

SAC: 0800 728 0044

Site: http://www.gontijo.com.br/

ENDEREÇO DO SITE OU PORTAL DA LOCALIDADE:

E-mail:

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CARTÓRIOS: CIVIL, IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS, OUTROS:

OFÍCIO DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS:

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Telefones: (77) 3451-1197

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CARTÓRIO ELEITORAL:

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DELEGACIA DE POLÍCIA:

OUTROS:

E-mails e telefones:

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www.geocities.yahoo.com.br

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