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Roteiros do Brasil

Região Turística do Litoral

 

hspace=0 HISTÓRIA DA CIDADE

Em 1534, no inicio da colonização portuguesa no Brasil, o território em que hoje se encontra a cidade de João Pessoa fazia parte da Capitania de Itamaracá, doada a Pero Lopes de Sousa. No entanto, o domínio de Portugal sobre o que hoje se chama de João Pessoa era apenas formal. Naquela época era grande o interesse dos franceses no Brasil, principalmente pelo comércio do pau-brasil, madeira avermelhada que era levada para a Europa para ser utilizada, entre outras coisas, como tintura de tecidos finos. Instigados pelos franceses, os índios Caetés, Potiguaras e Tabajaras dificultavam, constantemente, as tentativas de penetração dos colonos portugueses na região onde hoje se encontra a Grande João Pessoa. Em 1560, o capitão-mor de Itamaracá, Antônio Rodrigues Bacelar, tentou expandir o limite da Capitania rumo ao sertão, sendo destituído da idéia pela ação dos índios da família Tapuia. Aliados dos franceses, os índios mataram mais de 60O homens de Diogo Dias, que tentou estabelecer um engenho de açúcar na Várzea de Goiana. Em 1573, os aborígines também forçaram uma divisão de cavalaria e infantaria portuguesa, sob o comando de Fernão da Silva, a retornar a Olinda. Em 1579, ainda sob forte domínio de fato dos franceses, foi concedida, por 10 anos, ao capitão Frutuoso Barbosa a Capitania da Parahyba, desmembrada de Olinda. Após a sua chegada a Parahyba, Frutuoso Barbosa capturou 5 naus de traficantes franceses, solicitando mais tropas de Pernambuco e da Bahia para assegurar os interesses portugueses na região. Em 1584, da Bahia vieram reforços através de uma esquadra comandada por Diogo Valdez Flores, e de Pernambuco tropas sob o comando de D. Felipe de Moura. Apesar de todos os reforços provenientes da Bahia e de Pernambuco, os potiguaras atacaram, ferozmente, os portugueses, sitiando-os em um forte construído por D. Felipe, na margem esquerda do Rio Paraíba, a aproximadamente seis quilômetros de sua foz. Em agosto de 1584, uma expedição de Pernambuco, comandada por Nicolau Nunes, salvou os homens de Frutuoso Barbosa que ainda restavam no forte, afastando os indígenas e franceses para a baia da Traição. Prosseguia a preocupação da coroa portuguesa de tomar posse da terra, afastando os traficantes franceses e dominando os indígenas. Em 2 de agosto de 1585 chegou a Capitania da Paraíba o Capitão João Tavares, que logo tratou de firmar um pacto com o índio Piragibe, morubixaba da tribo dos Tabajaras. A 5 de agosto de 1585, em lugar escolhido por João Tavares, foi erguido um forte de madeira às margens do rio Sanhauá, afluente do Rio Paraíba, que marcaria o nascimento da capital paraibana. O fator principal para o nascimento da cidade, além das finalidades administrativas e comerciais, foi de caráter político-militar. Era de interesse estratégico da coroa portuguesa proteger e resguardar Pernambuco, uma das poucas capitanias que tiveram êxito contra os ataques consistentes dos estrangeiros, aliados dos indígenas. João Pessoa já nasceu cidade. Jamais viveu a condição de vila, fato possível porque foi fundada pela cúpula da Fazenda Real numa Capitania da Coroa Portuguesa. A cidade foi inicialmente chamada de Nossa Senhora das Neves, nome do santo do dia, e, posteriormente, em 29 de outubro de 1585, em homenagem ao Rei da Espanha D. Felipe II, que na época dominava Portugal, de Filipéia de Nossa Senhora das Neves. Consolidada a presença da Coroa Portuguesa na Capitania da Paraíba, floresceram as atividades econômicas e sociais da cidade, principalmente àquelas ligadas à cana-de-açúcar, ocorrendo a construção de igrejas, conventos e casas para os colonos. Em 1587, Martim Leitão mandou instalar um engenho de açúcar em Tibiri, com o objetivo de produzir para a Fazenda Real Portuguesa. Na tentativa de colonizar a terra e explorá-la através de atividades agrícolas, a Coroa Portuguesa realizou a concessão de diversas sesmarias a indivíduos e ordens religiosas. Assim, a lavoura da cana-de-açúcar inicialmente localizada no vale do Rio Paraíba, estendeu-se aos vales de outros rios, em linha paralela ao mar. Em 4 de setembro de 1930, a Capital foi batizada de João Pessoa, nome do Governador do Estado assassinado em Recife no dia 26 de julho do mesmo ano, durante campanha política. A Paraíba comandava então uma revolução no Norte do País, contra o poder do Governo Federal. Aliás, a bandeira do Estado da Paraíba documenta esse momento histórico difícil. Quando solicitado o apoio do Estado ao movimento revolucionário, o então Presidente declarou: NEGO. A transcrição desta frase para a bandeira da Paraíba foi a ultima homenagem do povo paraibano ao ilustre Presidente.

Significado do Nome

Seu nome homenageia ao Conde Maurício de Nassau. 

Gentílico

condense

Aniversário da Cidade

05 de Agosto

População

21.418 habitantes

hspace=0 CARACTERÍSTICAS 

Um ótimo lugar para o descanso.

Clima

Quente e seco

Temperatura Média

27º C 

hspace=0 COMO CHEGAR

Localização

Município da Região da Mata no Estado do Paraíba.

Limites

Alhandra, Pitimbu, João Pessoa e Oceano Atlântico.

Acesso Rodoviário

BR-101  e  PB-108. 

Distância da

Capital

 

23 Km

hspace=0 TURISMO

Principais Pontos Turísticos

Academia Paraibana de Letras

É tombada pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Rua Duque de Caxias, nº 25 - Centro.

Agência Central dos Correios e Telégrafos / Prefeitura Municipal de João Pessoa (Paço Municipal)

Edificado entre 1921 e 1926, foi inaugurado em 1927. Apresenta características do movimento eclético. Trata-se de um monumento arquitetônico majestoso e harmonioso em seus detalhes. É tombada pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Praça Pedro Américo, nº 70 - Centro.

Assembléia Legislativa

Um belo edifício de linhas arquitetônicas arrojadas que contrastam com a arquitetura austera da Praça Presidente João Pessoa. Localização: Praça Pres. João Pessoa, s/n - Centro.

Associação Comercial do Estado da Paraíba

Símbolo de uma época de dinamismo, foi inaugurada em julho de 1919. De estilo eclético, conserva-se inalterada até hoje. Tombada pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Rua Maciel Pinheiro, nº 02 - Varadouro.

Balaustrada da Avenida João da Mata

A balaustrada foi construída em 1918 pelo Presidente Camilo de Holanda, cuja administração, caracterizou-se em parte pela construção de obras que ainda hoje resistem ao tempo, por seu valor imobiliário e artístico. Dela, pode-se avistar grande extensão de terras da várzea paraibana, em especial a área da Ilha do Bispo, antigo aldeamento índio (Os indígenas de Piragibe). Trata-se de um belo conjunto arquitetônico, tendo servido noutros tempos para passeio. Possui bancos antigos e bem trabalhados. Na mensagem apresentada em 1919 pelo Presidente Francisco Camilo de Holanda, há a primeira referência conhecida a esta obra: “... Da grande muralha de sustentação e balaustrada das Trincheiras...”. Tombada pelo desde 26 de agosto de 1980. Localização: Av. João da Mata, s/n - Jaguaribe.

Basílica de Nossa Senhora das Neves

A primeira igreja, neste local, foi construída ainda nos idos de 1586. Ao todo, houve três demolições sucessivas de templos, sendo a atual igreja idêntica à quarta reconstrução, realizada pelo Vigário Francisco Melo Cavalcanti. Sem grande significação artística, tem no entanto muito valor para os fiéis: de igreja paroquial construída em entre 1671/73 e demolida em 1686 ( Anuário Eclesiástico da Paraíba do Norte, volume I, 1894, ano 1907), passou a igreja episcopal. Foi benta na última década do século XIX. Dela dizia o Cônego Florentino Barbosa: “Vistosa e ampla, a Catedral das Neves nada possui que a recomende como monumento artístico”. Suas torres e telhados podem ser vistos, numa bela composição, através da torre do sino da Igreja de São Francisco, que lhe fica próxima. Localização: Praça Dom Ulrico, s/n - Centro.

Biblioteca Pública do Estado

É outro prédio secular, construído entre 1874 e 1875 aproximadamente, com uma destinação específica: abrigar a antiga Escola Normal, que aí ficou até outubro de 1909, passando depois ao Palácio do Governo. Antes de ser biblioteca, serviu também para aulas de alfabetização e para o funcionamento do Tribunal de Justiça. Para sua construção, foi preciso que o Visconde de Necejano contribuísse de seu bolso com 6 contos de réis; outro que também contribuiu para a sua construção foi o Barão de Abiahí. Foi inaugurado em 1886, como Palácio da Instrução. Somente em 1939 é que iniciou suas atividades como biblioteca pública (A biblioteca já tinha funcionado onde também funcionou o Paraíba Palace Hotel). Por 22 anos, abrigou o Tribunal de Justiça. Sua pedra fundamental foi lançada a 26 de março de 1874, pelo Comendador Silvino Elvídio Carneiro da Cunha, futuro Barão do Abiaí, que governava a província (A Conclusão dos trabalhos, porém, como se disse, só ocorreu em 1886). No início do corrente século, sofreu melhoramentos, tanto por parte do Presidente José Peregrino de Araújo como de João Machado, que lhe deu nova feição. É tombada pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Av. Gal. Osório, nº 253 - Centro.

Casa à Praça do Erário

Este prédio - hoje próprio nacional desativado - data do século XVIII. O Paço Municipal foi ali erguido em 1703 e, em 1775, já com o nome de Largo do Erário, recebia o prédio da Casa dos Contos ou da Tesouraria da Fazenda (Delegacia Fiscal), destruído por incêndio em 1918. A construção em pauta foi erguida em 1782, na administração do Capitão-Mor Jerônimo José de Mello e Castro. De um só pavimento, foi por muito tempo um açougue, depois cadeia, câmara, audiência, mercado e agência de correios (Correio Geral) a partir de 1869 (Administração do Comendador Silvino Elvídio Carneiro da Cunha, que posteriormente ganhou da Princesa Isabel o título de Barão do Abiaí). A própria praça em que se localiza o prédio constitui-se em logradouro de valor histórico, como se vê. Chamou-se também Largo do Pelourinho, Largo da Intendência e ultimamente Rio Branco (Praça). Antiga agência dos correios, ficou como autêntico exemplar do estilo predominante nas construções civis dos séculos XVII e XVIII. A confluência da praça com a Rua Duque de Caxias chamou-se Beco do Açougue e Beco da Câmara. O prédio abrigou depois a Escola de Engenharia, os cursos de música da UFPB e finalmente, o NUPPO - Núcleo de Pesquisa em Cultura Popular, com o Museu da Cultura Popular. É tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 26 de abril de 1971. Localização: Praça Rio Branco, s/n - Centro.

Casa da Pólvora

João Pessoa possui pelo menos três Casas da Pólvora, segundo indicam nossos mais destacados historiadores: uma na Rua Nova (Atual General Osório, 21), outra no Passeio Geral (Rua Rodrigues Chaves) e outra ainda, que é justamente a Casa da Pólvora da ladeira de São Francisco, a primeira rua da cidade. As demais foram completamente destruídas pela ação do tempo, restando-nos esta Casa da Pólvora e dos Armamentos construída por ordem de carta régia de 10 de agosto de 1704, quando era Capitão-Mor Fernando de Barros Vasconcelos. Iniciada no alvorecer da era setecentista, foi concluída em 1710, na administração do Capitão-Mor João da Maia da Gama. De suas dependências pode-se observar a bela paisagem do rio e da várzea paraibana. Atual sede do Museu fotográfico Walfredo Rodrigues, exposição permanente de fotos antigas da cidade.
É tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 24 de maio de 1938. Localização: Ladeira de São Francisco, s/n - Centro.

Comando da Polícia Militar do Estado

O prédio destinava-se inicialmente a um teatro, tendo sido a pedra fundamental lançada no dia 28 de janeiro de 1853, na administração do Presidente Antonio Coelho de Sá e Albuquerque. Quando o trabalho de construção chegou até os vigamentos, ocorreu o seguinte: outro prédio, o que abrigava o Thesouro, começou a ruir e teve que ser demolido. Destinou-se então o prédio que era para ser teatro às novas funções de Thesouro, mandando-se concluí-lo pela Lei nº 173, de 30 de novembro de 1864, na administração Felizardo Toscano de Brito (A conclusão se deu em 1868 no governo de Inocêncio de Assis Carvalho). O pavimento superior continha a repartição do Thesouro e a Secretaria da Instrução Pública, e no térreo, ficava o Tribunal do Júri e a Escola Normal. Abrigaram-se também ali, ao longo dos anos, o Fórum, a Assembléia, os Correios, a Secretaria de Viação, Secretaria da Agricultura e até um hospital. Em 1929, o Presidente João Pessoa reformou-o dotando de mais 2 pavimentos, a fim de funcionarem no local todas as Secretarias de Estado.
É tombado pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Praça Pedro Américo, s/n - Centro.

Conjunto de São Francisco

Trata-se de um dos mais importantes complexos barrocos do País. A igreja propriamente dita somente foi concluída no ano de 1770, depois de ter sido iniciada pelos frades franciscanos, ter suas obras interrompidas pela invasão holandesa e de vê-las reiniciadas algumas vezes. Os franciscanos pertenciam à ordem fundada por São Francisco e, na Paraíba, receberam terreno de Frutuoso Barbosa, para construção do seu convento, que depois viria a hospedar o célebre historiador e religioso Frei Vicente de Salvador. Os franciscanos vieram à Paraíba porque, para a tarefa de catequização dos gentios, não bastavam os jesuítas. O convento foi iniciado em 1590 pelo Irmão Francisco do Campo Mayor, depois de projetado pelo Frade e Arquiteto Francisco dos Santos.

 O Conjunto Franciscano compreende

Adro da Igreja de São Francisco

Foi iniciado no século XVI. É cercado de duas grandes muralhas antigas e azulejadas com seis painéis representando as estações da Paixão de Cristo, num belíssimo conjunto visual que já despertou a inveja até de governantes, desejosos de terem em suas casas esses azulejos de grande importância histórica e artística. A parte superior das muralhas é trabalhada em pedras, pois a escultura neste material teve grande aceitação nos recuados tempos coloniais, pelo menos no Nordeste.
Além de outros ornamentos, a parte de cima dessas muralhas apresenta seus famosos leões de pedra, talvez influência asiática no espírito dos missionários e artistas de então. O piso do adro é igualmente monumental, todo em lajes antiquíssimas. Já à entrada do templo, na soleira da porta, há o túmulo de um antigo Capitão-Mor, sobre o qual ainda se podia ler a alguns anos: “Aqui jaz Pedro Monteiro de Macedo, que, por ter governado mal esta Capitania, quer que todos o pisem e a todos pede hum Padre Nosso e Ave Maria, pelo amor de Deus.” (1744).

Convento ou Claustro da Igreja de São Francisco

O Convento ou Claustro da Igreja de São Francisco (Convento de Santo Antonio) já abrigou o Colégio do Róger e o Museu-Escola e Sacro da Paraíba. Ao convento, pertence a célebre Fonte de Santo Antonio e o Relógio de Sol. Tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 16 de outubro de 1952.

Cruzeiro da Igreja de São Francisco

Fica no limiar do grande adro da Igreja de São Francisco. É um monumento imponente e belo, sob o qual costumava quedar-se o grande jornalista e intelectual paraibano Carlos Dias Fernandes: “Como Renan sob a Acrópole”, dizia. Trata-se de uma cruz monolítica, o único remanescente dos velhos cruzeiros existentes em priscas eras, em João Pessoa. Seu pedestal é circundado por vários pelicanos, antigo símbolo equivocado da Eucaristia. Segundo Câmara Cascudo, teria servido, como outros exemplares nordestinos, à prática das rasouras, uma espécie de procissão circular (Em torno, naturalmente, do cruzeiro).

Fonte de Santo Antonio

Foi construída em 1717, para prover água aos Frades, jorrando da boca de um golfinho de pedra. Apresenta ainda a inscrição em latim cuja tradução é a seguinte: “À posteridade: Estás a indagar porventura com que sacrifício se erigiu o que ora contemplas, ó leitor (amigo)? Foi um amor fraterno que construiu com despesas enormes este monumento. 1717. F.M. T.F. Entoai, ó fontes, cânticos ao Senhor. Santo Antonio, rogai por nós”. Este chafariz antigo situa-se na Rua Gouveia Nóbrega, a poente do convento, apresentando ainda uma espécie de altar e um pequeno nicho que se acredita ter abrigado possivelmente uma imagem de Santo Antonio.

Igreja de São Francisco

Obviamente erguida pelos Frades Franciscanos, ela já abrigou a sede do governo, um quartel, hospital, foi hospedaria de imigrantes, seminário diocesano, colégio etc. Sua construção é inteiramente fiel ao barroco rococó, constituindo-se no nosso mais importante monumento histórico-artístico e religioso. Possui uma torre, é bastante recuada e, acima, numa espécie de globo, um galo indica a direção dos ventos. É local que merece ser visitado, pelo grande número de obras de arte que encerra. A igreja possui grande riqueza artística, em cada um de seus elementos constitutivos (Altares, sepulturas, nave, teto etc.).
É tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 05 de maio de 1938.

Espaço Cultural José Lins do Rêgo

Inaugurado em 1982, é fruto da mente criadora do arquiteto Sérgio Bernardes. Possui 53.580m2 de área coberta e três níveis: térreo, sub-solo e pavimento superior. Abriga em suas dependências: Centro de Convenções, Praça do Povo, Cinema, Teatros, Bibliotecas, Planetário, Arquivo, Museus, etc. Localização: Rua Abdias Gomes de Almeida, nº 800 - Tambauzinho.

Fábrica de Vinho Tito Silva

Foi fundada em 1892 por Tito Henrique da Silva e constitui-se em um testemunho significativo de nossa evolução tecnológica. Na década de trinta, sofreu um processo de modernização e funcionou normalmente até o início da década de 80, quando seu patrimônio foi leiloado para saldar compromissos financeiros assumidos junto ao governo. É tombada pelo IPHAN desde 02 de agosto de 1984. Localização: Rua da Areia, nº 33 - Centro.

Faculdade de Direito

O prédio ainda guarda suas características originais, apesar de ter sofrido obras de restauração e conservação. A edificação foi erguida em 1586, pelos Jesuítas chegados à Paraíba com a finalidade de catequizar os gentios. Sua destinação explícita foi a de servir como Casa do Colégio dos Jesuítas, que ali lecionavam humanidades, além, naturalmente, dos rudimentos cristãos. Ao seu lado, isto é, onde hoje existem os jardins do Palácio da Redenção, havia a célebre Igreja de Nossa Senhora da Conceição, monumento barroco infelizmente destruído por inteiro. Posteriormente, o prédio do Colégio dos Jesuítas abrigou, entre outras instituições, o antigo Lyceu Parahybano. Integra o conjunto de prédios que cercam a Praça João Pessoa. É tombada pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Praça Pres. João Pessoa, s/n - Centro.

Farol do Cabo Branco

Sua inauguração data de 21 de abril de 1972, possui quarenta metros de altura em relação ao nível do mar e representa, segundo o arquiteto Pedro Dieb, uma forma estilizada do sisal. Ao visitar o Farol na praia do Cabo Branco, você terá o privilégio de se deparar com uma das paisagens mais belas da orla pessoense. Lá do alto, vê-se a Ponta do Seixas, o extremo oriental das Américas. Onde o sol nasce primeiro. Localização: Ponta do Cabo Branco.

Fonte de Tambiá

Conta a lenda que o valente guerreiro Tambiá, do povo cariri, desceu a Serra da Copaoba (Borborema) disposto a guerrear os Tabajaras, no litoral paraibano, mas, ferido num combate violento, foi levado prisioneiro para uma aldeia de inimigos. O chefe Tabajara ordenou-lhe a morte, mas, apaixonada pelo belo indígena forasteiro, a filha do Cacique pediu-lhe repetidamente que a deixasse cuidar das feridas de Tambiá. Apesar da permissão e do desvelo da jovem índia, o guerreiro cariri morreu e a virgem chorou nove luas, desconsoladamente, formando-se de suas lágrimas a fonte que recebeu o nome de Tambiá, designação que passou depois ao próprio bairro. A fonte natural foi urbanizada no século XVIII. Localiza-se no Parque Arruda Câmara, popularmente conhecida como “Bica”, Horto Zoobotânico dos mais pitorescos. No tempo em que a água da cidade ainda era transportada em ancoretas e burros, havia outras fontes famosas, como a Bica de Gravatá (1785), a Fonte do Riacho (1830) e a Bica dos Milagres (1848). A de Tambiá é uma das duas remanescentes (A outra é a fonte de Santo Antonio). Foi construída em 1782, por ordem da Provedoria da Fazenda Real, canalizando água para o povo. Sua reconstrução ocorreu na administração Gama Rosa, em 1889, e, no Governo Solon de Lucena, voltou a ser restaurada, mantendo-se a feição original e suas características naturais. É tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 26 de setembro de 1941. Localização: Parque Arruda Câmara (Bica), Rua Gouveia Nóbrega, s/n - Roger.

Fortaleza de Santa Catarina

“Parece ter sido construída com restos homéricos dos muros de Tróia” - exclamou sobre ela o historiador J. P. de Castro Pinto. Para o pesquisador Humberto Nóbrega, trata-se do “maior e mais respeitável monumento histórico da Paraíba”. É a única praça forte ainda de pé e nos ficou dos primórdios da colonização. Fundada em 1589, após a celebração da paz entre os colonizadores e o chefe índio Piragibi, a fortaleza inicialmente era de taipa e foi erguida pelo alemão Cristóvão Linz, a 18 Km do atual centro da cidade. Seu objetivo era obviamente defender a povoação dos ataques dos invasores. Foi arrasada várias vezes por indígenas e holandeses, caindo finalmente em mãos destes, quando passou a chamar-se Forte de Margareth (Margarida). O governo português mandou restaurá-la em 1654, mas, ao todo, ela foi reconstruída 5 vezes, não mais em taipa, mas em pedra. Sempre manteve a tradição de principal ponto de resistência do paraibano à invasão estrangeira. No século XVI, não era o nosso único forte, pois havia ainda os hoje totalmente desaparecidos, como o Forte Velho (Que lhe ficava bem fronteiro), o Forte do Varadouro (Parte baixa da cidade), o Fortim de Acajutibiró (Baía da Traição), o Forte de Camaratuba, outro forte em Lucena, o baluarte da Ilha da Restinga, o Forte do Inhobim, as fortificações de Pitimbú etc. Durante o Império, a Fortaleza participou de todos os movimentos armados, enviando efetivos ou servindo de prisão, patíbulo e até local de execução de escravos. A República a encontrou já em ruínas e somente sofreu restauração entre 1974 e 1978. É tombada pelo IPHAN desde 24 de maio de 1938. Localização: Município de Cabedelo / PB.

Grande Loja Maçônica “Branca Dias”

É tombada pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Av. General. Osório, nº 128 - Centro.

Igreja da Misericórdia

Trata-se inegavelmente de um autêntico representante da arquitetura colonial da Paraíba. Foi edificada em 1612 e remodelada duas vezes. Em vista de terem desaparecido os arquivos durante a invasão holandesa (Consta que, perseguidos, os religiosos enterraram seus documentos e, quando tentaram recuperá-los, estavam imprestáveis), não há certeza sobre a data exata do início de sua construção, mas é seguramente um monumento do século XVII. Ainda está em utilização para fins de culto religioso católico. Duarte Gomes da Silveira é apontado como fundador do Morgado do Salvador do Mundo, instituição a que pertencia a Santa Casa de Misericórdia e à qual, por sua vez, se integrava a Igreja da Misericórdia, monumento dos mais importantes no quadro do patrimônio histórico e artístico paraibano. Foi matriz até 1671 (É a mais antiga de todas) e, mesmo sem possuir muitos elementos decorativos, chama a atenção por seus grandes paredões de pedra calcárea e argamassa. Tombada pelo IPHAN desde 25 de abril de 1938. Localização: Rua Duque de Caxias, s/n - Centro.

Igreja de Nossa Senhora da Guia

Foi fundada pelos Carmelitas, religiosos que chegaram à Paraíba em 1591 e que tiveram grande papel na catequização dos indígenas de nossa terra. O seu estilo é barroco tropical, fica à margem esquerda do rio Paraíba em Lucena e foi iniciada em fins do século XVI, passando depois por fases de reconstrução. A igreja apresenta em sua fachada desenhos extravagantes, como é o caso das figuras popularmente conhecidas como “Anjos deformados”. Há também, em profusão, nesta fachada, frutos tropicais, coroas, cetros, armas do Império etc. Os Carmelitas pertenciam à Ordem de Nossa Senhora do Carmo (Ou do Monte Carmelo). Anualmente no local, realiza-se a Festa da Guia, com partes profana e religiosa, envolvendo toda a comunidade da Guia, município de Lucena. É um de nossos mais representativos monumentos. Tombada pelo IPHAN desde 16 de maio de 1949. Localização: Município de Lucena / PB.

Igreja de Nossa Senhora de Lourdes

Surgiu como Igreja do Bom Jesus dos Martírios em 1817. Sua fachada apresentava vistosas linhas curvas e apesar de ter sido fortemente desfigurada, constitui-se em um representativo monumento arquitetônico. Localização: Rua das Trincheiras, s/n - Centro.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Erigida em estilo eclético com forte influência alemã pela predominância de grossas colunas revestidas de marmorito escuro. Localização: Av. 1º de Maio, s/n - Jaguaribe.

Igreja de Santa Tereza de Jesus

Trata-se de uma construção do século XVIII, anexa à Igreja de N. Srª do Carmo, destacando-se por sua riqueza artística interior. Todo o seu forro apresenta impressionantes figuras, é rica em lavores artísticos, seus altos relevos mostram folhas de ouro, especialmente na Capela-Mor e as paredes possuem entalhes dourados, no mesmo estilo da igreja próxima. Possui ainda três altares e é lindo o pórtico de sua sacristia. Foi concluída em 1777, por Frei Manuel de Santa Tereza. É tombada pelo IPHAN desde 22 de julho de 1938. Localização: Praça Dom Adauto, s/n - Centro.

Igreja do Mosteiro de São Bento

Assim como o mosteiro, foi construída sob a invocação de Nossa Senhora do Monte Serrat, em estilo barroco beneditino, no século XVII, mas sua história completa refere que a construção da primeira igreja se deu ainda em 1585, sendo que as obras da atual igreja iniciaram-se em 1721, por Frei Cipriano da Conceição, concluindo-se pelo menos a Capela-Mor em 1739, junto com o ladrilhamento, o retábulo e o trono (Administração de Frei Manuel da Glória). A primeira missa no novo templo foi celebrada durante a Semana Santa, pelo Abade Frei J. de Santa Maria. As obras prosseguiram durante várias administrações do convento. Foi igreja prelática, sob a dignidade eclesiástica que entrou em conflito com a jurisdição do primeiro bispo da Paraíba, resultando em dissídio e encerramento das atividades dos beneditinos nesta cidade, em 1921. Muito tempo antes (1753), ganhara o célebre catavento de sua torre, onde se vê um leão de bronze e ferro. Em 1911, foi adquirida pela Arquidiocese (Gestão de D. Adauto de Miranda Henriques). Permaneceu fechada até 1936, quando se deu a restauração de Dom Moisés Coelho. É de se ressaltar o zimbório de sua torre. Tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 10 de janeiro de 1957. Localização: Av. General Osório, s/n - Centro.

Ilha de Areia Vermelha

Banco arenoso que emerge na maré baixa nas praias do Poço e Camboinha, em Cabedelo. A ilha oferece estrutura de bares, onde você pode saborear peixe fresco e o tradicional caranguejo ao coco. Jardim Botânico Benjamin Maranhão (Mata do Buraquinho) Com 515 hectares de extensão, é a maior reserva da floresta atlântica natural em área urbana do Brasil. Contato: 3218-7880

Mosteiro de São Bento

Construído em invocação de Nossa Senhora do Monte Serrat - faz parte de um conjunto maior, formado pelo mosteiro propriamente dito e pela igreja. Este conjunto, de acordo com o Instituto Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba, constitui um dos monumentos mais importantes do País, no seu estilo e de sua época: apesar da sobriedade da arquitetura, é obra que impressiona pela harmonia e beleza de suas linhas. Com a saída dos Jesuítas, e tendo em vista a necessidade de catequizar os índios, Feliciano Coelho pediu em 1599, ao Abade de Olinda, a vinda dos Beneditinos, a quem foi doado o terreno para a construção do mosteiro e demais prédios necessários. Foram erguidos aos poucos, a partir de Frei Damião, o religioso enviado de Olinda, num sítio que media mais de 30 braças. Com a perseguição dos holandeses, a obra esteve parada por muito tempo, sabendo-se que, em 1666, concluiu-se a primeira restauração do convento. Aí os missionários voltaram a lecionar suas aulas de religião e latim, “para grande alegria da população”. Localização: Av. General Osório, s/n - Centro.

Núcleo de Arte Contemporânea

Foi adquirido do comerciante Eduardo Fernandes pelo Presidente João Machado em 1909, pela quantia de 28 mil 852 cruzeiros e 80 centavos, a fim de servir de residência aos Presidentes do Estado, destinação que teve até a administração do Coronel Antonio Pessoa. A 8 de maio deste mesmo ano, o palacete foi palco da majestosa recepção dada a Francisco J. Herboso, Conde de São Miguel de Carma, Ministro plenipotenciário do Chile junto ao Brasil, que visitava a Província. O presidente Castro Pinto também decidiu residir no local, dando oficialmente o nome de “Palacete Eduardo Fernandes”, mas, com a sua renúncia, a 24 de julho de 1915, o Vice-Presidente Antonio Pessoa, que assumiu o governo, ali instalou a Escola Normal. Depois, para lá mudou-se a Diretoria de Saúde Pública, e, no governo José Américo, o prédio passou a abrigar a Faculdade de Odontologia, até 1977. Naquele solar organizou-se a primeira Orquestra Sinfônica da Paraíba, sob a direção do Maestro Elias Pompílio. Também realizavam-se ali os célebres bailes de máscara (Cada bal masqué deste era grandemente anunciado) que passaram a ser tradição da cidade. Os participantes chegavam em imponentes vitórias puxadas por dois cavalos, segundo refere o Historiador Humberto Nóbrega, e logo se dirigiam à sala de identificação, para o devido reconhecimento e a fim de obter licença para cair nos festejos de Momo.
É tombado pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Rua das Trincheiras, s/n - Centro.

Palácio da Redenção

Construído em 1586 pelos Jesuítas, primeiros missionários a chegarem à Paraíba, com Martim Leitão. Servia inicialmente como residência desses Inacianos, assim também chamados por pertencerem à Companhia de Jesus, fundada em 1540 por Inácio de Loyola. A casa dos Jesuítas fazia parte do conjunto formado pelo convento, capela e colégio. O convento veio a ser depois residência oficial dos Capitães-Mores (A partir de 1771, com o Capitão-Mor Jerônimo José de Mello e Castro). Hoje, depois de mudar muito e de abrigar diversos setores administrativos, continua como sede do Governo, apesar da existência do Palácio dos Despachos. A antiga Capela de São Gonçalo virou com o tempo a igreja de Nossa Senhora da Conceição, infelizmente demolida em 1929 para dar lugar aos atuais jardins. No colégio dos Jesuítas, atual Faculdade de Direito, esses missionários lecionavam latim, filosofia e letras. O convento implantou-se à mesma época em que se iniciava a catequese dos índios, e foi localizado ali para ficar mais próximo da aldeia de Piragibe (Ilha do Bispo). Os Jesuítas foram expulsos em 1593, voltaram em 1708 e foram novamente mandados embora em 1760, em vista de atritos com as autoridades, tendo por causa os indígenas. Por volta de 1773, o Papa Clemente XIV permitiu que os bens dos Jesuítas fossem incorporados à Fazenda Real, aí incluída a casa dos missionários, que passou a servir de residência oficial ao Ouvidor-Geral José Eduardo de Carvalho. É tombado pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Praça Pres. João Pessoa, s/n - Centro.

Palácio Episcopal

Em barroco romano, data do século XVI (Aproximadamente 1592). A partir de 1905, serviu de residência ao 1º bispo paraibano, Dom Adauto de Miranda Henriques. É tombado pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Praça Dom Adauto, s/n - Centro.

Paraíba Palace

Único exemplar da arquitetura veneziana na cidade de João Pessoa, constitui-se em um monumento de beleza singular, sendo um dos referenciais da Capital paraibana. Localização: Praça André Vidal de Negreiros, s/n - Centro.

Parque Solon de Lucena

É um dos recantos mais bonitos da capital, senão a sua mais bela expressão paisagística. Constitui por assim dizer o centro mesmo da cidade, ao lado do Ponto de Cem Réis e de outros logradouros principais.Antigo sítio pertencente ao domínio dos Jesuítas, o local contava, em tempos recuados, com um verdadeiro bosque, mostrando a pujança da Mata Atlântica. As árvores circundavam a lagoa natural ali existente, lagoa esta depois incluída na urbanização geral do parque. O conjunto formado pelo pântano, vegetação e lagoa denominava-se Lagoa dos Irerês. Os jardins de hoje têm o traçado original do paisagista Burle Marx, podendo-se ver ainda o bambuzal e exemplares de pau-d’arco e de outras árvores da reserva da Mata-Atlântica, além das belas palmeiras imperiais que acompanham o desenho do lago central. Sofrendo reformas periódicas, mas sempre mantendo suas características originais, a Lagoa do Parque Solon de Lucena é um dos cartões de visita da cidade e um de seus pontos mais pitorescos para passeio, diversão e lazer. Tombado pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Centro de João Pessoa.

Parque Zôo Botânico Arruda Câmara

Mais conhecido como “Bica”, compreende uma área de 43 hectares que foi desapropriada pelo então Prefeito Walfredo Guedes Pereira (1920 / 1924), e batizada com o nome do Botânico da cidade de Pombal. Recanto dos mais pitorescos da nossa cidade, constitui-se num verdadeiro Santuário Ecológico encravado no centro da capital paraibana. Em seu interior, encontra-se a fonte de Tambiá, construída no século XVII. É tombado pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Rua Gouveia Nóbrega, s/n - Roger.

Parte Elevada da Praia da Penha

(Incluindo a Igreja de Nossa Senhora da Penha, Casario com 24 unidades, Cemitério, Posto de Saúde, Escola e Árvore Oití) A igreja data do século XVIII. Encontra alpendrada e cujo alpendre é encoberto, em parte, pelo galpão construído posteriormente. Localiza-se no topo da falésia. É tombada pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Praia da Penha.

Picãozinho

Bem em frente à praia de Tambaú, a menos de 2 Km da areia, transforma-se na maré baixa, num show de grandes formações de corais. Durante 4 horas, crianças e adultos podem desfrutar das piscinas naturais em companhia de inúmeros peixinhos coloridos.

Praça Antenor Navarro

Foi entregue à população em 1933. Com a recuperação e a revitalização desses casarios, o centro histórico se tornou um point noturno, com bares, cafés, galerias e espaço de lazer. Localização: Centro de João Pessoa.

Praça da Independência

Construída em terreno doado por Walfredo Guedes Pereira, foi inaugurada em 1922, em comemoração ao Centenário da Independência. Seu obelisco foi feito em pedra granítica, e o coreto tem o estilo neoclássico.
É tombada pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980. Localização: Centro de João Pessoa.

Praça Presidente João Pessoa

Um marco na paisagem humana e geográfica da capital. Pelos salões decorados com cristais tchecos, passeavam os barões da cana-de-açúcar. Antes de receber o nome do Presidente paraibano assassinado, chamou-se seguidamente: Largo da Igreja do Colégio, Pátio do Palácio, Largo do Comendador Felizardo, Praça Felizardo Toscano e Jardim Público (Este começou a ser construído em 1879, foi concluído em 1881 e neste mesmo ano recebeu um auto gradil de ferro). A praça propriamente dita foi iniciada pelo Presidente Luiz da Motta Feo e inaugurada a 13 de maio de 1803, no aniversário de D. João VI, depois de nela terem trabalhado índios e escravos destacados por famílias de posses. Anteriormente, possuía coretos, afinal substituídos pelo atual busto de João Pessoa. Sempre se constituiu em ponto de encontro de estudantes, intelectuais e do público em geral. É cercada de velhos e históricos prédios, como o Palácio da Redenção, a Faculdade de Direito (Antigo Colégio dos Jesuítas) e o Tribunal de Justiça. O prédio do antigo “A União”, jornal oficial do Estado, foi demolido há alguns anos para dar lugar à nova Assembléia Legislativa. Porque reúne o Palácio do Governo, a Assembléia Legislativa e o Tribunal de Justiça, a praça é por vezes chamada de “Praça dos Três Poderes”, embora não seja a denominação oficial. O busto central foi colocado a 8 de setembro de 1933, com a presença de Getúlio Vargas, e é em granito e bronze. É toda ajardinada, possui velhos bancos, está sempre verde e exibe ao turista suas palmeiras imperiais, plantadas ao redor das alamedas por Álvaro Machado. Localização: Centro de João Pessoa.

Praça Venâncio Neiva (incluindo o Coreto)

A praça foi construída pelo Presidente Camilo de Holanda em 1917 (A inauguração deu-se às 17h00 do dia 21 de julho), bem ao lado do atual Palácio da Redenção. Destinava-se à prática da patinação e contava também com jardins, fontes e coretos. Testemunhas da época dizem que grande número de pessoas dedicava as tardes dos domingos e feriados a correr sobre os patins, no local. O Presidente João Pessoa demoliu depois o rinque de patinação, mandando erguer o pavilhão central, para fins de serviço dos chás das cinco, no estilo britânico. A partir daí, passou a chamar-se Pavilhão do Chá, embora a praça, uma das mais pitorescas da Capital, tenha o nome oficial de Venâncio Neiva, outro governante paraibano. Ganhou também um belo coreto. Constitui-se ainda em ponto de reunião de intelectuais e jovens namorados. Seus canteiros de plantas datam também de 1917, mas, de lá para cá, a praça sofreu algumas modificações importantes. Localização: Centro de João Pessoa.

Praia de Tambaba

Praia naturista, com pisagem de falésias coloridas e vegetação típica preservada.

Praia do Jacaré

O Pôr do sol é um dos mais belos espetáculos da natureza, ao som do Bolero de Ravel nos piers dos bares à beira do rio. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Prédio nº 348)
É tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Av. João Machado, nº 348 - Centro.

Primeira Igreja Batista

Datando de 1958, o templo atual apresenta um estilo arquitetônico neoclássico de marcante beleza. Localização: Av. Pres. Getúlio Vargas, s/n - Centro.

Quartel da Polícia Militar

É tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Praça Pedro Américo, s/n - Centro.

Sobrado à Rua Peregrino de Carvalho

Construção do século XIX, possui valor histórico, em virtude de nela ter permanecido preso, antes da execução, o célebre e jovem revolucionário paraibano José Peregrino de Xavier Carvalho, um dos 5 mártires da Paraíba no movimento nativista de 1817, em Pernambuco. Enforcado no Recife, a 21 de agosto daquele ano, esse idealista teve sua cabeça e mãos expostas na esquina da antiga Igreja do Bom Jesus, atual Igreja de Nossa Senhora de Lourdes. Erguida no Beco da Misericórdia (Anteriormente Rua da Misericórdia, Ladeira das Pedras e Ladeira dos Monteiros e hoje com o nome do herói), era o solar de seus pais. Depois de mais de 150 anos, apresenta as mesmas características frontais, constituindo-se num puro exemplo da arquitetura civil dos primórdios do século XIX. Os seus dois pavimentos resistem ainda ao tempo. É tombado pelo IPHAN desde 21 de junho de 1938. Localização: Rua Peregrino de Carvalho, nº 117- Centro.

Sobrado Comendador Santos Coelho

Trata-se da antiga residência do Comendador Santos Coelho. Construção do século XVIII, possui como particularidade principal o revestimento externo com azulejos portugueses belíssimos, que têm não apenas provocado a admiração dos visitantes, como também a cobiça de algumas pessoas, as quais chegaram ao ponto de tentar danificar o prédio, com a intenção de apoderar-se de alguns desses azulejos europeus, num verdadeiro crime contra nosso patrimônio artístico.
É tombado pelo IPHAEP desde 26 de agosto de 1980.
Localização: Rua Cons. Henriques, Nº 159 - Centro.

Sobrado Conselheiro Henriques

É tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Rua Duque de Caxias, nº 81 - Centro.

Sobrado da Fazenda Ribamar (Sítio Boi Só) E Capela Anexa

É tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Rua Francisco Mendes, nº 25 - Bairro dos Estados.

Teatro Santa Roza

Irritado com a forma lenta como pareciam se arrastar os trabalhos de construção do Teatro Santa Cruz (Hoje Santa Roza), agrimensor dos terrenos da Marinha na Província, Vicente Gomes Jardim, escrevia em 1889: “Parece que os ediffícios d’este gennero estão escommungados, pois sempre há má vontade para elles, isto he, aqui na Parahyba”. Com efeito, a construção propriamente dita do atual teatro pessoense iniciou-se em 1873, com o lançamento da pedra fundamental a 2 de agosto, na administração do Presidente Francisco Teixeira de Sá, por autorização da Lei Provincial nº 549. As obras - A cargo da Sociedade Particular Santa Cruz - foram suspensas em 1882, por ter essa entidade exaurido seus recursos. Os serviços reiniciaram-se na administração do último governo provincial da Monarquia, Francisco Luiz da Gama Roza (Daí a designação de Teatro Santa Roza). Quando finalmente concluído em 1889, o prédio ficou olhando para o sul, no antigo Campo do Conselheiro Diogo (Atuais Praças Pedro Américo e Aristides Lobo). A inauguração se deu em agosto daquele ano, encenando-se o drama “O Jesuíta - ou O Ladrão da Honra”, peça de Henrique Peixoto. Nesta noite festiva ocorreu um incidente de que resultou a morte do soldado de cavalaria do corpo policial José Mariano. Durante muito tempo a casa serviu para exibições cinematográficas - e o teatro da cidade não era para ser onde está hoje: ficaria no prédio depois destinado ao Thesouro Provincial, o que acabou não ocorrendo. Antes de ser construído o atual teatro, o Santa Cruz funcionava num “Teatrinho” da Rua Visconde de Pelotas, diante do antigo Pátio das Merces, olhando para o leste. O Santa Roza é uma das quatro mais antigas casas de espetáculos do País. Monumento bastante representativo de nossa arquitetura civil no século passado, tem linhas influenciadas pelo barroco italiano e, entre os materiais de construção empregados para erguê-lo, contam-se pedras calcárias (Para os grossos paredões) e pinho de riga (Camarotes). Possui ainda candelabros, assoalhos, tetos falsos, esquadrias, bonita coberta, etc. Com o advento da República, quiseram-lhe mudar o nome para Teatro do Estado, o que não vingou. Localização: Praça Pedro Américo, s/n - Centro.

Tribunal de Justiça

Construído entre 1917 e 1919, o prédio do atual Palácio da Justiça foi inaugurado a 30 de março deste ano, na antiga Praça Comendador Felizardo, atual Praça João Pessoa, mas não se destinava ao funcionamento do Tribunal de Justiça, que, durante anos, andou por vários locais, segundo a expressão de Deusdedith Leitão. Destinava-se, segundo concebia o governador Camilo de Holanda, à Escola Normal, e ela aí ficou até aproximadamente 1940. Por esta época, o prédio passou a sediar o Tribunal de Justiça (Julho de 1939), que já funcionara em prédios como os do Tesouro Estadual, do Palácio do Governo e até do antigo Lyceu Parahybano (O velho Convento dos Jesuítas). O atual Palácio da Justiça já sofreu várias ampliações e, em abril de 1969, foi restaurado o seu salão nobre, o qual foi inaugurado ainda à época da Escola Normal. No Tribunal de Justiça, no hall de entrada, situa-se desde 23 de maio de 1965 a cripta em que repousam os restos mortais do Ex-Presidente da República, o paraibano Epitácio Pessoa, e de sua esposa. É tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) desde 26 de agosto de 1980. Localização: Praça Pres. João Pessoa, s/n - Centro.

Usina Cultural da Saelpa

Memorial da Energia e Museu da Eletricidade. Localiza-se na Av. Juarez Távora, 243, bairro da Torre. Contato: (83) 3221-4985

Convento Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Em barroco romano. A Igreja possui uma única torre, com as características do estilo quinhentista. Data do século XVI (Aproximadamente 1592). Nos idos de 1763, já tinha sido concluída uma restauração e conclusão de obras na igreja, por Frei Manuel de Santa Tereza. Muitos detalhes históricos sobre este conjunto se perderam, já que, com a invasão holandesa, houve perseguição aos Carmelitas, que enterraram seus documentos. A fachada do convento-igreja é toda em pedra, assim como as talhas e os relevos dos altares. A nave é ampla e majestosa, com motivo florais esculpidos em calcáreo. Vêem-se ainda o escudo da Ordem do Monte Carmelo e um grande painel no Altar-Mor com as iniciais de N. Srª do Carmo. O exterior apresenta linhas austeras, desenhos e arabescos barrocos. Os Carmelitas vieram à Paraíba a pedido de D. Henriques, cerca 1580, e construíram, também, a igreja anexa de Santa Tereza de Jesus. Localização: Praça Dom Adauto, s/n - Centro.

Relógio de Sol

Ainda em terreno do Convento, situa-se o também famoso relógio de sol, em calcário, obra dos Capuchos Franceses, ao que se pensa. O Convento foi testemunha, a 31 de julho de 1801, do assassinato da amásia do Frade Franciscano Frei José de Jesus Cristo Maria Lopes, punido no ano seguinte pela Mesa de Definição, segundo trabalho apresentado ao Instituto Histórico pelo Historiador Octacílio Nóbrega de Queiroz. Localização: Praça de São Francisco, s/n - Centro. 

hspace=0 EVENTOS

Calendário de Janeiro/ Dezembro

Fevereiro

- Carnaval - Folia de Rua

Março

- Mistérios da Paixão de Cristo

Junho 

- São João - Concurso Regional de quadrilhas juninas

Agosto

- Festa da Padroeira Nossa Senhora das Neves

Novembro

- Salão Municipal de Artes Plásticas

Dezembro

- Reveillon 

 

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