Conheci e vivi em Jundiá nos anos 50 quando, ia para lá nas minhas férias do Seminário da Paraiba, onde eu estudava. Naquele tempo o meu pai assumia a gerência de uma casa comercial, única, naquela ocasião, que ficava situada exatamente em frente à rua central da hoje cidade Jundiá. O imóvel onde morávamos era de propriedade da Usina Estivas. O meu pai: Pedro Rocha, era tio do Diretor Gerente da Usina Estivas: Adauto Rocha e, em acordo com o sobrinho, assumiu a responsabilidade financeira para a construção de uma pequena igrejinha, ainda hoje, existente na cidade. Após algumas dificuldades, o que seria bastante normal, a vontade do meu pai, Pedro Ferreira da Rocha, aliada ao desejo da população do povoado de Jundiá de Cima, que muito colborou, finalmente, foram concluidos os trabalhos e a capela foi inaugurada, para acolher a expressão religiosa daquele povo.
Almejo à cidade que conheci na minha adolescência toda a felicidade do mundo, para que o seu povo ordeiro, honesto e trabalhador, viva em paz e, sempre empenhado no crescimento do seu torrão.
Odilon Alves da Rocha
Por: Odilon Rocha |